Setor imobiliário cresce no interior do Rio

O DIA

Rio - Cidades do interior do Estado do Rio estão se tornando cada vez mais a ‘bola da vez’ na atração de investimentos. A motivação vem do crescimento do setor de petróleo, de obras como o Complexo Petroquímico de Itaboraí e do Porto de Itaguaí. Empreendimentos residenciais, comerciais e hoteleiros mudam o desenho e a economia destas cidades e entram na planilha de recursos destinados pelas empresas do setor. Aliado a isso, o fato de as aplicações financeiras não oferecerem o mesmo atrativo de antes em rendimentos. Motivo pelo qual, segundo Ricardo Ranauro,diretor-presidente da Construtora Calper, os investidores de fundos continuam migrando para os imóveis.

“A perspectiva do mercado imobiliário é bem positiva, pois hoje o dinheiro não está rendendo como antes em aplicações financeiras e renda fixa. O investidor tem que buscar alternativas mais rentáveis, e o investimento imobiliário, principalmente suítes hoteleiras, flats e comerciais, tem se mostrado bem mais rentável. As cidades do interior com maior demanda neste momento são Macaé, Campos, Itaboraí e Itaguaí. Claramente por causa dos projetos do Porto e do Comperj, além da descoberta do pré-sal.”

Segundo ele, a Calper estudou o mercado de Macaé antes de conceber o complexo hoteleiro Nexus. O empreendimento tem Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 385 milhões e terá 1.828 unidades entre quartos de hotel e apart-hotel, além de 27 lojas.

Com PIB per capita de R$ 36 mil ao ano, Macaé passou de uma pequena cidade do interior a um dos maiores polos internacionais de negócios do país. Multinacionais como Shell, Texaco, BP e Repsol têm operações na cidade. O município cresceu 600% nos últimos dez anos.

“A falta de investimentos desse padrão nos levou a desenvolver o projeto em Macaé. O aumento populacional e da renda cria natural demanda de consumo de alto e médio padrão”, emenda Ricardo.

Ponte aérea

A BSB Musical, que inaugurou sua primeira franquia no Rio (a marca já tem 16 franquias no Brasil), lança amanhã campanha ‘Guitarre-se’, estampada pela modelo Francesca Leta – em parceria com a Condor, fabricante de guitarras. Ao fazer a matrícula na escola de música, o aluno que se inscrever em 2 cursos ou em 2 módulos do mesmo curso ganha a guitarra na hora. A campanha será veiculada na mídia impressa e na internet. Esperam o aumento de 30% nas adesões.

A BSB Musical é fruto do sonho de um jovem casal de Brasília que, em 1986, decidiu abrir uma escola de música. Desde sua fundação, a escola tem como filosofia o desenvolvimento e formação de músicos, bons ouvintes e apreciadores da música. Hoje, passados 25 anos, a escola chega a 16 unidades espalhadas pelo Brasil, além de ser a única escola de música particular do Distrito Federal a ter seus cursos reconhecidos e autorizados pela Secretaria de Educação de Brasília.

Reportagem de Érica Ribeiro

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