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Lançamentos da Brookfield recuam 32,7% no 3ºtri

quarta-feira, outubro 10th, 2012

Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, entretanto, o valor mostra um crescimento de 71,6 por cento
REUTERS

Rio de Janeiro - Os lançamentos da Brookfield Incorporações no terceiro trimestre chegaram a 615 milhões de reais, queda de 32,7 por cento ante o mesmo período do ano passado, de acordo com comunicado enviado o mercado.

Na comparação com o trimestre imediatamente anterior, entretanto, o valor mostra um crescimento de 71,6 por cento.

No acumulado do ano até setembro, os lançamentos caíram 36,3 por cento ante o mesmo período de 2011, para 1,353 bilhão de reais. Segundo a empresa, este resultado “é compatível com o histórico de concentração dos lançamentos da companhia no quarto trimestre”.

As vendas contratadas trimestrais totalizaram 716 milhões de reais, 46,1 por cento abaixo dos resultados apurados entre julho e setembro do ano passado. Em relação ao segundo trimestre, o recuo foi de 2,9 por cento.

No acumulado do ano, as vendas caíram 26,4 por cento na comparação com 2011 e totalizaram 2,249 bilhões de reais. O valor representa 69,2 por cento do ponto médio — ou 75 por cento do ponto mínimo — do guidance do ano. “As vendas continuaram excedendo os lançamentos, levando a uma redução de estoques”, disse a empresa, em comunicado.

A companhia também informou que entregou 14 projetos ou fases de projetos durante o trimestre, totalizando 1.839 unidades ou 838,8 milhões de reais em valor geral de vendas (VGV), No ano, 55 projetos ou fases de projetos foram entregues, representando 6.968 unidades com VGV de 1,447 bilhão de reais.

7 construtoras que escorregaram feio no primeiro semestre

sexta-feira, agosto 17th, 2012

Período castigou o setor de construção civil como um todo, e algumas companhias não conseguiram encerrar o semestre no azul

Daniela Barbosa, de Exame.com

No vermelho

São Paulo - Poucos lançamentos, desaceleração das vendas e liquidação de estoques. O primeiro semestre não foi positivo para o setor de construção civil, principalmente para as incorporadoras de empreendimentos residenciais.

Das 17 companhias de capital aberto que representam esse segmento no país, boa parte delas apresentou queda em seus ganhos na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a consultoria Economática. E pelo menos sete delas fecharam o semestre no vermelho.

Para Erick Scott, analista do setor de construção civil da SLW Corretora, o semestre fraco é reflexo, antes de tudo, da própria desaceleração econômica do país. “As vendas foram menores no período, pois as construtoras estavam focadas em desencalhar os estoques”, afirmou.

A PDG e a Brookfield foram as que mais apresentaram prejuízos nos seis primeiros meses do ano. Juntas, elas somaram perdas de quase 800 milhões de reais no semestre. Segundo Scott, os resultados tão negativos estão atrelados a ajustes de custos que as duas construtoras tiveram que fazer.

“A tendência é que o setor comece a se reerguer daqui para frente. Acredito que o momento mais crítico já tenha ficado para trás. Mas a recuperação não será do dia para noite; deve demorar um pouco e dificilmente deve voltar a ser como era dois anos atrás”, disse o analista.

PDG

Nos seis primeiros meses do ano, a PDG acumulou prejuízo de 417,6 milhões de reais, ante um lucro de 470,3 milhões de reais somado no mesmo período do ano passado.

Segundo a companhia, em seu balanço financeiro, a queda está diretamente ligada à revisão dos orçamentos que a companhia precisou fazer no segundo trimestre do ano.

A construtora fez um acréscimo de 478 milhões de reais em custos no período, boa parte proveniente de obras de terceiros e parceiros.

A PDG espera entregar cerca de 35.000 unidades neste ano, mas revisou o número para 30.000, reposicionando o restante para 2013.

Brookfield

A Brookfield também revisou suas metas para este ano, após o resultado desastroso apresentado no primeiro semestre do ano. A companhia, que tinha metas de lançamentos e vendas de 4,5 bilhões de reais e 4,2 bilhões de reais, reduziu para 3 bilhões de reais e 3,5 bilhões de reais, respectivamente.

No primeiro semestre, a construtora reportou prejuízo de 379,5 milhões de reais. O resultado negativo perda foi atribuído à realização de um ajuste de orçamento, que fez com que a empresa reconhecesse custos adicionais e revertesse receita.

No primeiro semestre de 2011, a Brookfield havia somado lucro de 144 milhões de reais.

Viver

Nos seis primeiros meses do ano, a Viver Incorporadora acumulou prejuízo de 64,7 milhões de reais, ante lucro de 18,5 milhões de reais registrado no mesmo período do ano passado.

Segundo a companhia, o resultado ruim está atrelado à alta de custos no período, ao aumento do número de contratos desfeitos, à desaceleração do ritmo de repasse, que impactou na amortização das dívidas da companhia e, consequentemente, a mais despesas financeiras.

João Fortes

A João Fortes acumulou perdas de 33,2 milhões de reais nos seis primeiros meses do ano. Em 2011, no mesmo período, a construtora havia reportado lucro de quase 7 milhões de reais.

No período, as vendas da companhia caíram quase 40% em relação ao primeiro semestre de 2011, totalizando pouco mais de 67 milhões de reais.

Já as despesas financeiras da companhia cresceram 100%, totalizando 34 milhões de reais.

Gafisa

No segundo trimestre do ano, a Gafisa conseguiu reverter o prejuízo acumulado no mesmo período do ano passado e reportou lucro líquido de 1 milhão de reais; mas, no consolidado do semestre, a construtora apresentou prejuízo de 30,4 milhões de reais.

A Tenda, braço voltado para a baixa renda da companhia, foi mais uma vez a principal vilã para o resultado ruim apresentado pela companhia. Somente ela foi responsável por um prejuízo de mais de 43 milhões de reais no primeiro semestre.

CR2

A CR2 registrou prejuízo de 14,2 milhões de reais no primeiro semestre do ano, apesar da perda, o montante 42% menor que o prejuízo apresentado pela construtora nos seis primeiros meses do ano passado.

No mesmo período, a receita da companhia cresceu mais de 40%, totalizando cerca de 110 milhões de reais.

Tecnisa

A Tecnisa registrou prejuízo de 8,7 milhões de reais no primeiro semestre do ano, ante lucro de 126 milhões de reais acumulado no mesmo período do ano passado.

O resultado negativo foi reflexo do prejuízo apresentado pela construtora no primeiro trimestre do ano de mais de 11 milhões de reais, uma vez que no segundo trimestre, a Tecnisa registrou lucro de 2,6 milhões de reais.

Nos três primeiro meses do ano, a ausência de lançamentos da construtora impactou as vendas que, por sua vez, refletiu negativamente nos ganhos da Tecnisa.

Brookfield tem prejuízo de R$ 383,5 mi e revisa metas

quarta-feira, agosto 15th, 2012

A empresa informou ter concluído uma revisão de todos os seus projetos, o que levou a um ajuste de orçamento de R$ 316,9 milhões
Sérgio Spagnuolo, da REUTERS

A Brookfield também reduziu suas projeções para 2012 devido a atrasos em aprovações de projetos

Rio de Janeiro - A Brookfield teve prejuízo líquido de 383,5 milhões de reais no segundo trimestre, revertendo um lucro de 78,2 milhões de reais no mesmo período de 2011, informou a incorporadora. A perda foi atribuída à realização de um ajuste de orçamento, que fez a empresa reconhecer custos adicionais e reversão de receitas.

A empresa informou ter concluído uma revisão de todos os seus projetos, o que levou a um ajuste de orçamento de 316,9 milhões de reais e gerou impacto negativo de 295,8 milhões de reais no lucro líquido, sem efeito caixa.

“Os ajustes refletem a integração de três empresas com diferentes processos e sistemas de tecnologia em uma companhia com plataforma operacional única, em um período de forte crescimento vivido pelo setor imobiliário nos últimos anos”, afirmou a Brookfield no balanço.

A companhia apurou receita líquida de 669 milhões de abril a junho, 24 por cento menor do que no mesmo intervalo um ano antes e praticamente estável na comparação com os três primeiros meses de 2012.

Já a geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou negativa em 206,5 milhões de reais no segundo trimestre ante 184,6 milhões de reais positivos um ano antes.

A Brookfield também reduziu suas projeções para 2012 devido a atrasos em aprovações de projetos e baixo volume de lançamentos no primeiro semestre.

A incorporadora agora tem meta de lançamentos e vendas na faixa de 3 bilhões a 3,5 bilhões de reais, ante perspectiva anterior que definia os pontos médios de ambos os itens em 4,5 bilhões e 4,2 bilhões de reais, respectivamente.

A empresa teve lançamentos de 358,1 milhões de reais no segundo trimestre, tombo de 52 por cento sobre o mesmo período do ano passado. Já as vendas contratadas somaram 737,3 milhões de reais, recuo anual de 32,2 por cento.

Além disso, foi aprovado pelo conselho um aumento de capital de 400 milhões de reais, integralmente garantido pelo controlador, para reforçar a estrutura de capital da empresa, reduzir o índice de alavancagem e manter um nível de atividade competitivo.

Brookfield nega pagamento de propina para liberar shoppings

quinta-feira, junho 14th, 2012

Empresa diz que “desconhece os supostos atos de suborno e corrupção para com o poder público divulgados hoje” pela Folha de S. Paulo

Daniela Moreira, de Exame.com

São Paulo - A Brookfield Gestão de Empreendimentos enviou um comunicado à imprensa dizendo que “desconhece os supostos atos de suborno e corrupção para com o poder público divulgados hoje” pela Folha de S. Paulo.

Em reportagem veiculada pelo jornal nesta quinta-feira, a ex-diretora financeira do grupo BGE, Daniela Gonzalez, afirmou que a empresa que administra vários shoppings pagou propina a Hussain Aref Saab, ex-diretor de aprovações de prédios da prefeitura, e ao vereador Aurélio Miguel (PR).

Daniela disse ao jornal que a empresa teria pago 1,6 milhão de reais em propinas entre 2008 e 2010 para liberar obras irregulares nos shoppings Higienópolis e Paulista, em São Paulo.

No comunicado à imprensa, a Brookfield afirmou classificou as informações como “especulações e denúncias infundadas feitas por uma ex-diretora que, por ter praticado uma série de irregularidades durante sua gestão, está sendo alvo de uma investigação criminal”.

Veja o comunicado na íntegra:

“A Brookfield Gestão de Empreendimentos S.A. gostaria de reforçar que desconhece os supostos atos de suborno e corrupção para com o poder público divulgados hoje, que decorrem de especulações e denúncias infundadas feitas por uma ex-diretora que, por ter praticado uma série de irregularidades durante sua gestão, está sendo alvo de uma investigação criminal.

Daniela Gonzalez ingressou na BGE em meados de 2008, tendo permanecido no Grupo até 2010, quando foi demitida no mês de abril, por ter concedido um aumento de salário a si própria. Após a sua demissão, teve início uma apuração de certos atos por ela praticados durante sua gestão, que culminaram na instauração de um inquérito policial para apuração da responsabilidade penal de Daniela Gonzalez, de seu marido Paulo Ricardo Junqueira de Assis, e de outros terceiros que teriam atuado como “laranjas”, em um esquema que inclui a operação de lojas em nossos empreendimentos em condições que não são usuais de mercado e, ainda, empresas prestadoras de serviços que receberam pagamentos sem terem efetivamente desempenhado qualquer atividade. A autoridade policial representou pela quebra de sigilo bancário, fiscal, telefônico e telemático de todos os envolvidos, tendo o Ministério Público opinado favoravelmente. Atualmente o referido inquérito policial se encontra em segredo de justiça.

Daniela Gonzalez move, ainda, uma Reclamação Trabalhista em face da BGE, na tentativa de obter indenização por verbas trabalhistas, supostamente não pagas, e por danos morais. Os pedidos são infundados, tendo a BGE, inclusive, ingressado com uma “Reconvenção” em face de Daniela Gonzalez, de modo a cobrar dela o devido ressarcimento pelas irregularidades praticadas e prejuízos causados.

A BGE sempre manteve uma reputação ilibada em todos os mercados em que atua, desconhecendo supostos atos de suborno e corrupção para com o poder público, e não hesitará em tomar todas as medidas adicionais que se fizerem necessárias em face da Daniela Gonzalez, além daquelas já adotadas, de modo a preservar sua imagem e reputação.”

Vendas da Brookfield crescem em 2011, mas lucro líquido cai

quinta-feira, março 15th, 2012

Radar Imobiliário
Claudio Marques

A Brookfield Incorporações, listada na Bolsa de Valores de São Paulo, anunciou nesta quarta-feira seus resultados operacionais em 2011. Os lançamentos da companhia no ano passado totalizaram R$ 3,9 bilhões, 32% a mais do que em 2010.

O bom desempenho deve-se, em parte, ao resultado da empresa no quarto trimestre, com R$ 1,8 bi em lançamentos, um crescimento de 62% em relação ao mesmo período do ano anterior.

As vendas da Brookfield também apresentaram alta, chegando aos R$ 4,4 bi – alta de 21% frente a 2010 e acima das previsões da companhia para 2011, que variavam de R$ 3,8 bi a R$ 4,2 bi.

O lucro bruto da empresa no ano totalizou R$ 1bi, o que representa um aumento de 7,4% em relação ao ano anterior, mas o lucro líquido de R$ 327 milhões indicou queda de 10,1% sobre o total alcançado em 2010.

Brookfield Incorporações lança o Urban Gallery em Campinas

quinta-feira, maio 19th, 2011

Agência Ginga desenvolve campanha digital que contará, entre outras ferramentas, com aplicativo para Iphone, novo portal e ações no Twitter e Facebook.

A Brookfield Incorporações acaba de lançar o Urban Gallery em Campinas, um projeto cultural que transformou o tapume de 80m² do Unic, empreendimento da empresa no bairro do Cambuí, em obra de arte.

A ação terá também uma campanha digital, desenvolvida pela Ginga, que contará com novo portal, aplicativo para Iphone e ações no Twitter e no Facebook. Quem realizou a arte urbana foram os artistas japonês e argentino, Sosaku Miyazaki e Lolo. Misturando tinta spray e látex, eles fizeram uma paisagem panorâmica, que representa o “dia” e a “noite”.

A exposição marca a chegada do Urban Gallery em Campinas, primeira cidade do interior de São Paulo a receber o projeto. Em 2010, a Brookfield Incorporações transformou tapumes nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Goiânia em obras de arte. No ano passado, a exposição somou mais de 2.400 m² de área, o que faz do evento uma das maiores exposições realizadas a céu aberto no país.

De acordo com Adriana Pusch, diretora de marketing institucional da Brookfield Incorporações, está no DNA da empresa interferir na paisagem urbana de uma forma positiva, levando cores e formas por meio de seus empreendimentos. “O projeto apenas reforça essa nossa atuação, criando manifestações artísticas interessantes e interferindo de forma inovadora no espaço público”, afirma.

O projeto terá um site totalmente remodelado pela equipe de criação da Ginga. Além do conteúdo da campanha, a página online contará com artigos e matérias semanais sobre arquitetura, urbanismo e arte e intervenção urbana. Além disso, o portal estará automaticamente integrado ao Facebook e ao Twitter, importantes canais de relacionamento da campanha, e poderá ser acessado na versão mobile. O aplicativo para iPhone da campanha, o “Audio Wall” – que já obteve quase 10 mil downloads na App Store da Apple – irá ganhar novas funcionalidades e terá sua versão 2.0. Para Pedro Del Priore, sócio-diretor de planejamento estratégico da Ginga, mais do que uma campanha usual, pensou-se no desenvolvimento de uma plataforma e um canal de comunicação inovadores, combinando criatividade, conteúdo e arte”.

A ação conta também com a curadoria da Rojo, produtora que atua na cena cultural internacional há mais de dez anos, com escritórios em Barcelona (Espanha), Milão (Itália) e São Paulo (Brasil), além de uma rede com mais de 25 galerias associadas ao redor mundo, a artspace network. A expectativa de Adriana Pusch é transformar, em 2011, no mínimo mais quatro tapumes em arte urbana.

Portal Fator

Brookfield Incorporações lança campanha institucional para marcar chegada em Campinas

sexta-feira, abril 15th, 2011

Criada pela Portal Publicidade, peças serão veiculadas na mídia da região
Débora Moreno - NOTÍCIAS

Após criar uma unidade de negócios para desenvolver projetos imobiliários no Interior de São Paulo, a Brookfield Incorporações lança esta semana uma campanha institucional para apresentar a companhia à população de Campinas, onde funcionará a sede da unidade responsável pelo interior de São Paulo. Criada pela Portal Publicidade, os anúncios publicitários têm como slogan “Brookfield Incorporações: perfeita para você, completa como Campinas” e começa a ser veiculada em 12 de abril em revistas, rádio e TV.

A campanha tem como objetivo traçar um paralelo entre o crescimento de Campinas e a expansão da Brookfield Incorporações. “Em todos os anúncios destacamos os motivos da escolha da cidade para ser sede da unidade no interior de São Paulo e os futuros lançamentos na região”, conta Adriana Pusch, diretora de Marketing Corporativo da Brookfield Incorporações.

Por isso, as peças ressaltam os pontos positivos da cidade, seu lado inovador, seu desenvolvimento feito por pessoas sonhadoras, de atitude e conectadas com o futuro. “E todas essas características fazem parte dos valores da companhia”, ressalta Adriana. A campanha deve ser veiculada até junho deste ano.

Para 2011, a empresa pretende lançar R$ 400 milhões em imóveis no interior de São Paulo. A expansão vai ao encontro da estratégia da empresa de focar seus produtos na classe média, que hoje representa 50% de suas operações. O interior é cada vez mais importante economicamente, com quase 50% do PIB do estado. “Essa região possui uma classe média já consolidada e que deve continuar crescendo nos próximos anos, tendo, portanto, um grande potencial para geração de novos negócios”, afirma a diretora.

Sobre a Brookfield Incorporações

A Brookfield Incorporações é uma das maiores incorporadoras do Brasil. Há mais de três décadas no mercado imobiliário, a companhia tem hoje mais de 4 mil colaboradores e uma experiência de 35 mil imóveis entregues, totalizando 11,7 milhões de m2 de área construída e em desenvolvimento. Com atuação nos segmentos residencial – em todas as faixas de renda –, e de escritórios, a Brookfield Incorporações está presente nos principais mercados do País – São Paulo, Rio de Janeiro, Centro Oeste e Sul. A diversificação dos negócios é outro diferencial da empresa, que opera desde a aquisição de terrenos, planejamento, desenvolvimento, construção, venda até a prestação de serviço de atendimento ao cliente. Uma empresa comprometida, que investe para o desenvolvimento sustentável das regiões onde atua por meio do Instituto Brookfield, lançado em 2010, reunindo ações voltadas para a conservação ambiental e inclusão social. Companhia de capital aberto listada no Novo Mercado, segmento da BM&FBovespa que exige as melhores práticas de transparência e de governança corporativa, o símbolo para negociação das suas ações é BISA3. Sua principal acionista é a Brookfield Asset Management, gestora global de ativos que mantém investimentos de mais de U$ 100 bilhões nos segmentos de energia renovável, infraestrutura e imobiliário, sendo que neste último são U$41 bilhões investidos nos principais mercados do mundo. Para mais informações, acesse o site www.br.brookfield.com

Vendas da Brookfield crescem 14% no primeiro trimestre de 2011

segunda-feira, abril 11th, 2011

Negócios contratados no período somaram R$ 638 milhões ante R$ 562 milhões nos três primeiros meses de 2010
Barbosa, de Exame.com

São Paulo – A Brookfield anunciou, nesta segunda-feira (11/8), os resultados referente ao primeiro trimestre deste ano. Segundo dados divulgados, as vendas contratadas cresceram 14% na comparação com o mesmo período do ano passado, e somaram 638 milhões de reais ante 562 milhões de reais.
Já o volume de lançamentos no primeiro trimestre totalizou 456 milhões de reais, alta de 45% em relação aos três primeiros meses do ano anterior.

Mais de 40% das vendas contratadas no período foram fechadas em São Paulo. O segmento de maior destaque é o de média-baixa renda, composto por imóveis entre 130.000 reais e 350.000 reais, responsável por 38% das vendas negociadas no período.

No ano passado, o lucro líquido da construtora avançou 80,1% na comparação com 2009, e atingiu o valor recorde de 363,7 milhões de reais.

Exame.com: Brookfield eleva metas para 2011 e prevê vendas de até R$4,2 bi

quinta-feira, dezembro 9th, 2010

A Brookfield também apresentou meta de lançamentos para 2012, que devem ser de entre 5,25 bilhões de reais e 5,75 bilhões de reais
Vivian Pereira, da Reuters

São Paulo - A Brookfield Incorporações anunciou na noite de quarta-feira que prevê alcançar vendas contratadas de entre 3,8 bilhões e 4,2 bilhões de reais no ano que vem, ante estimativa anterior de 3 bilhões a 3,5 bilhões de reais.
A companhia também elevou sua estimativa de lançamentos para 2011, que devem ficar entre 4,75 bilhões e 5,25 bilhões de reais. Anteriormente, a empresa previa lançar de 3,5 bilhões a 4 bilhões de reais no período.

A Brookfield também apresentou meta de lançamentos para 2012, que devem ser de entre 5,25 bilhões de reais e 5,75 bilhões de reais. Já as vendas podem figurar entre 4 bilhões e 4,4 bilhões de reais.

Nos nove meses até setembro, a incorporadora contabilizou vendas de 2,6 bilhões de reais, equivalentes a 88 por cento da meta de vendas prevista para o fechado deste ano, de 3 bilhões a 3,5 bilhões de reais.

Os lançamentos da companhia somaram 1,9 bilhão de reais no acumulado de 2010, 62,3 por cento do total previsto para o ano.

O GLOBO: Construção civil avança e desponta na Bolsa

terça-feira, novembro 9th, 2010

RIO - O setor de construção civil voltou a chamar a atenção dos investidores este ano com um dos melhores desempenhos da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Os papéis do setor valorizaram-se mais de 20% de janeiro ao fim de outubro, três vezes mais que o Ibovespa no período, índice que serve de termômetro do mercado, revela reportagem de Bruno Villas Boas, publicada pelo GLOBO nesta segunda-feira. Os analistas, por sua vez, garantem que o setor tem fôlego para novos ganhos nos próximos meses, embora alertem para riscos de gargalos de mão de obra e a forte volatilidade dos papéis.

De 15 carteiras de ações recomendadas por corretoras para novembro, os papéis do setor aparecem em 14 delas. O destaque fica para a PDG Realty, preferida em seis carteiras. Na sequência surgem Brookfield (quatro recomendações), Gafisa e Eztec (três em ambas).

Segundo analistas, as empresas de construção seguem com bom potencial de crescimento na Bolsa graças ao aumento do emprego formal (o que dá aos trabalhadores acesso a crédito), elevação da massa salarial e demanda ainda aquecida. Eles lembram que o crédito habitacional responde por apenas 4% do PIB brasileiro. Essa relação seria acima de 10% em países como México e Chile, por exemplo.

- O crédito imobiliário vai aumentar e ainda existe muito espaço para crescimento desse mercado a médio e longo prazos. Os papéis já cresceram e vão crescer mais - afirma Álvaro Bandeira, diretor da Ágora Corretora.

Os papéis da construção representam 9% da carteira teórica do Ibovespa, com seis ações listadas. E, por isso, tornaram-se uma presença quase obrigatória nas carteiras das corretoras, embora tenham uma volatilidade acima da média na Bovespa.

Segundo Bandeira, essa volatilidade estaria ligada às dificuldades de investidores de acompanhar o mercado. Por isso, ele recomenda que o investidor evite ter uma participação grande do setor na carteira de investimentos:

- É um setor relativamente novo na Bolsa e de análise complexa. Quando incorporadoras compram terrenos e lançam imóveis, o caixa vai para o negativo. Quando entregam as chaves, volta ao positivo. É preciso saber separar o que é momento e o que é problema.