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Western e Batterymarch diminuem participação na Even

quinta-feira, novembro 1st, 2012

Western e Batterymarch diminuem participação na Even
Administradoras detêm atualmente 4,79% do capital social da construtora
Alice Agnelli, de Exame.com

Empreendimento Altto - Alto de Pinheiros da Even: articipações não têm por objetivo a aquisição de controle ou de alteração da administração da companhia

São Paulo – Os fundos e carteiras administrados pela Western Asset Management Company e pela Batterymarch Financial Management, gestoras controladas pela Legg Mason, diminuíram a quantidade de capital social que detém da Even (EVEN3).

Segundo comunicado à Comissão de Valores Mobiliários, a participação acionária foi reduzida de 5,03% para 4,79%. Desse total, 4,56% está sendo administrado pela Western Asset, o que equivale a cerca de 10,6 milhões de ações e 0,23%, ou seja, 514 mil papéis, pela Batterymarch Financial.

“Esclarecemos que as referidas participações não têm por objetivo a aquisição de controle ou de alteração da administração da companhia”, diz a nota.

Odebrecht entra para lista das 50 maiores empresas do país

quinta-feira, setembro 13th, 2012

Exame
Segundo levantamento da revista Exame, empresa foi a que mais cresceu no ranking das 50 Melhores e Maiores

A Construtora Odebrecht foi a empresa que mais cresceu (36,9%) no ranking das 50 maiores de Melhores e Maiores da revista Exame. Sua receita líquida de 4,5 bilhões de dólares a coloca pela primeira vez entre as 50 maiores do país. No segmento específico da indústria da Construção, a que mais cresceu foi a Votorantim (133%), que figura em 74º lugar no ranking de Melhores e Maiores, com receita líquida de 2,8 bilhões de dólares.

A cerimônia de premiação do especial Melhores e Maiores da revista EXAME acontecerá na noite de 4 de julho, em São Paulo. No evento, serão premiadas as empresas que se destacaram por seu desempenho em 2011 nos 18 principais setores da indústria, comércio e serviços, além do agronegócio. O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, tem presença confirmada e irá discursar para a plateia, formada pelos empresários mais importantes do país.

Justiça manda indenizar comprador de imóvel em terreno contaminado

terça-feira, agosto 21st, 2012

Justiça manda indenizar comprador de imóvel em terreno contaminado

EDUARDO GERAQUE FOLHA DE SÃO PAULO

A Justiça de São Paulo condenou uma construtora a pagar R$ 120 mil de indenização ao comprador de um de seus apartamentos por não tê-lo informado de que o prédio foi feito em área contaminada.

Para o juiz Tom Alexandre Brandão, da 12ª Vara Cível da capital, houve “dolosa [intencional] omissão” por parte da Helbor ao vender o Condominium Parque Clube, em Guarulhos (Grande São Paulo).

A Helbor diz que não houve má-fé, que informou que estava fazendo a descontaminação e que vai recorrer da decisão.

Advogados ouvidos pela Folha dizem que, provavelmente, esse é o primeiro caso em que a Justiça atrela de forma direta uma ação por danos morais ao problema de contaminação de um terreno.

Com a expansão imobiliária dos últimos anos e a falta de terrenos disponíveis, se tornou comum o aproveitamento de áreas com algum passivo de contaminação.

Só na cidade de São Paulo, há 40 terrenos desse tipo nas mãos de construtoras, sendo que 15 já têm prédios prontos ou lançados -a maioria em antigas áreas industriais, como Mooca e Vila Leopoldina.

Segundo a advogada Cristiane Varela, do escritório Salgado Associados, seu cliente, Gilberto Romera, comprou o apartamento em 2009, mas ficou sabendo do problema da contaminação só em abril de 2011, dias antes da formação oficial do condomínio.

O problema da contaminação, entendeu o juiz, foi decisivo para o atraso na entrega das chaves, prevista para fevereiro de 2011, mas que só ocorreu cinco meses depois.

“Havia a determinação da Cetesb [agência ambiental paulista] de que os donos do terreno não poderiam construir, nem comercializar, nem habitar a área, antes de a descontaminação ser feita”, diz Cristiane, que além de ser moradora do condomínio, representa outros 14 clientes.

“Se dúvida existia, jamais deveriam levar o processo adiante (…). Mas a ganância levou a lançar o empreendimento, omitindo todo o problema dos compradores”, diz o juiz, que aponta “flagrante violação ao dever de informação que permeia o Código de Defesa do Consumidor”.

O Parque Clube está sobre uma antiga área industrial. Entre 2006 e 2007, a Helbor sabia da provável contaminação do solo e da água subterrânea, segundo a Justiça. Na lista mais recente da Cetesb, de dezembro de 2011, o empreendimento ainda aparecia como construído sobre uma área contaminada.

Investigações detectaram, no solo e na água subterrânea, solventes halogenados- compostos químicos tóxicos que podem, a longo prazo, afetar a saúde.

OUTRO LADO

A construtora Helbor, por meio de nota, afirma que vai recorrer para demonstrar que não houve má-fé na relação com os clientes na venda do Condominium Parque Clube.

Ela diz ter informado compradores de que providenciava a remediação do solo contaminado e que ofereceu a opção de devolução dos valores pagos, corrigidos por índice previsto em contrato.

Tanto a informação sobre a contaminação quanto a proposta de devolução foram dadas em abril de 2011, segundo moradores, já com os imóveis prontos e vendidos.

Segundo a Cetesb, o fato de os prédios terem Habite-se (documento da prefeitura que autoriza a ocupação do imóvel) significa que a questão da descontaminação do solo está praticamente equacionada e não há risco nenhum à saúde das pessoas.

O que está em curso em parte do terreno atualmente é o chamado “monitoramento para encerramento”, a última etapa do processo. Ou seja, se as análises periódicas mostrarem que realmente as técnicas empregadas para descontaminação cumpriram o seu papel, o empreendimento vai sair da lista de áreas contaminadas.

Even tem queda de 26,3% no lucro líquido do 2º trimestre

terça-feira, agosto 7th, 2012

Balanço da empresa teve ganho de R$ 39,7 milhões no período
Sérgio Spagnuolo, da REUTERS

Rio de Janeiro - A construtora e incorporadora Even teve lucro líquido de 39,7 milhões de reais no segundo trimestre, queda de 26,3 por cento ante o resultado positivo de um ano antes, informou a companhia nesta terça-feira.

A geração de caixa medida pelo lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) somou 85,98 milhões de reais, 13 por cento a mais que no segundo trimestre do ano passado.

A companhia entregou 13 projetos no primeiro semestre, em um total de 1,1 bilhão de reais em valor geral de vendas (VGV), considerando o preço de venda na época do lançamento, na parte Even. Esse resultado responde a 62 por cento da expectativa para o ano.

No segundo trimestre, a parcela Even teve lançamentos de 184,3 milhões de reais, vendas de 321,6 milhões de reais e compras de terreno no valor de 213 milhões de reais em VGV.

Caixa pune a MRV

sexta-feira, agosto 3rd, 2012

Correio Braziliense - 03/08/2012

A Caixa Econômica Federal suspendeu a concessão de financiamentos à MRV Engenharia, depois de filiais da construtora serem incluídas no cadastro de trabalho escravo do Ministério do Trabalho. A empresa é a mais atuante do programa %u201CMinha Casa, Minha Vida%u201D. Segundo fiscais do governo, entre março e abril deste ano, 68 pessoas que trabalhavam em obras da companhia foram resgatados em condições análogas a escravidão, o que levou a MRV a pagar multa rescisória de aproximadamente R$ 230 mil.

“Enquanto o problema que deu origem à inclusão no cadastro do Ministério do Trabalho não for resolvido, o infrator fica impedido de ter acesso a novos crédito”, informou a Caixa por meio de comunicado. O banco é signatário do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil. As operações já contratadas não serão suspensas.

A MRV informou, em nota, que %u201Ca situação será resolvida a curto prazo e que repudia veementemente qualquer prática que não respeite os direitos trabalhistas de colaboradores do seu quadro de empregados e dos quadros de seus fornecedores e parceiros%u201D. As ações da empresa caíram ontem 5,78% nas bolsas de valores.

Por que a MRV criou uma empresa de loteamentos (por eles mesmos)

quarta-feira, julho 11th, 2012

Leonardo Corrêa, diretor executivo financeiro da MRV, e Flávio Araújo, diretor executivo da Urbamais, contam os planos para a nova companhia
Tatiana Vaz, de Exame.com

MRV: criação da empresa de loteamento trará sinergia para o grupo

São Paulo – A construtora MRV Engenharia decidiu apostar em um novo ramo de negócios: o de loteamento, por meio da empresa Urbamais Properties e Participações. A loteadora recebeu um aporte inicial de 50 milhões de reais e já nasce com a expectativa de ter um banco de terrenos com projetos aprovados até 2014 de até 60 milhões de metros quadrados – o equivalente a um VGV de 5,4 bilhões de reais.

Para explicar melhor o que a construtora pretende com tal braço de negócio, Leonardo Corrêa, diretor executivo financeiro da MRV, e Flávio Araújo, diretor executivo da Urbamais, contam os planos para a nova companhia a seguir com exclusividade à EXAME.com:

EXAME.com – Por que resolveram entrar no segmento de loteamentos?

Leonardo Corrêa - No Brasil existe um bônus demográfico grande com demanda por espaços urbanos, construídos de maneira planejada. Nosso intuito, com a Urbamais, é atender esse mercado. O foco principal será residencial, mas conforme as necessidades das áreas de localização dos lotes, também faremos projetos para áreas comercial e industrial.

EXAME.com – Como a ideia de conceber a Urbamais foi desenvolvida dentro da empresa?

Flávio Araújo – De janeiro de 2011 a janeiro deste ano, a Urbamais passou por uma fase de incubadora dentro da MRV, período em que foi avaliada a viabilidade comercial e financeira do projeto, que acabou se tornando uma empresa por conta da sua relevância. Todos os diretores da construtora estiveram de alguma forma envolvidos no projeto e a ideia é que a Urbamais ganhe independência total da empresa mãe em breve.

Corrêa – Em janeiro trouxemos o Flávio de uma empresa de pavimentação e outros serviços para atuar como diretor executivo da nova companhia. Com ele, montamos uma equipe de pessoas de dentro e fora da MRV para se dedicar apenas à nova companhia. Hoje, a Urbamais começa a funcionar em salas distintas às da MRV, mesmo com a proximidade da sede de ambas, na capital mineira.

EXAME.com – E o conselho, como será composto?

Araújo – Além de Ruben Menin, presidente da MRV, e eu, o conselho contará também com outros três executivos da MRV: Rafael Souza, diretor executivo regional, Maria Fernanda Maia, diretora executiva jurídica e Marcos Cabaleiro, vice-presidente. Mais para frente nossa pretensão é sim contar ainda com a presença de conselheiros independentes.

EXAME.com – A Urbamais vai atuar onde a MRV já está?

Araújo – Basicamente sim, 120 cidades em todas as regiões do país, com exceção do Norte. Nosso foco será atuar em cidades com população acima de 200.000 habitantes, com projetos voltados à classe média e com mais de 300.000 metros quadrados.

Corrêa - A expectativa é que o banco de terrenos com projetos aprovados até 2014 chegue a 60 milhões de metros quadrados, o correspondente a um VGV de 5,4 bilhões de reais.

EXAME.com – Mas a ideia não é apenas vender para a própria MRV e Log, empresa de ativos para renda do grupo, né?

Corrêa – Não, vamos ofertar os serviços da Urbamais para todos os interessados. Claro que a MRV e Log terão sim prioridade de atendimento com o intuito de fazermos projetos mistos. Mas como as empresas serão de investidores e acionistas diferentes todas as negociações serão feitas entre as partes com base em preços praticados no mercado.

EXAME.com - Quanto a Urbamais pode atrapalhar ou ajudar nos resultados da MRV?

Corrêa – A Urbamais não atrapalhará em nada a MRV, pelo contrário. A sinergia entre as companhias é muito grande e novos negócios devem ser gerados para ambas a partir do trabalho em conjunto. Além disso, o valor investido na criação da companhia (50 milhões de reais, tendo 30 milhões de reais sido desembolsados pela MRV e 20 milhões de reais pelos controladores) é pequeno comparado ao valor de mercado do grupo hoje.

EXAME.com – A nova incorporadora competirá de igual com a Alphaville, da Gafisa?

Corrêa – Entendemos que nosso negócio é diferente porque iremos trabalhar com loteamento de terrenos como um todo, para todos os tipos de classes de consumo, enquanto que hoje Alphaville atende mais classe alta. Há uma demanda alta no país por esse tipo de serviço pela necessidade de expansão dos espaços urbanos, qualidade das cidades que temos hoje e construir com a melhor qualidade possível. Não queremos ficar de fora.

Construtora investe na criação de vagas de garagem para veículos elétricos

segunda-feira, junho 11th, 2012

Administradores

As vagas especiais contam com sistema de recarga coletiva e as despesas serão rateadas entre todos do condomínio. Caso seja necessário, poderão também ser implantados medidores individuais em cada tomada

Visando acompanhar as inovações na área da sustentabilidade, a Construtora e Incorporadora BKO começou a construir nas garagens de seus edifícios residenciais vagas adaptadas para veículos elétricos, como carros e bicicletas.

Os carros elétricos ganharam força nos últimos anos graças aos inúmeros estudos das montadoras de veículos na busca pela melhor comercialização destes modelos. Com o poder de reduzir a emissão de gás carbônico, um dos grandes responsáveis pelo aquecimento global, estes veículos também são mais econômicos e silenciosos quando comparados a outros movidos a álcool ou gasolina.

Segundo Eduardo Batista, diretor comercial da BKO, os carros híbridos são tendência futura no país. “Mesmo que os carros elétricos ainda não sejam uma realidade comum, o Brasil deve estar preparado para o futuro e para as novas alternativas sustentáveis para o planeta”, afirma.

As vagas especiais contam com sistema de recarga coletiva e as despesas serão rateadas entre todos do condomínio. Caso seja necessário, poderão também ser implantados medidores individuais em cada tomada.

Além disso, os empreendimentos disponibilizam bicicletas elétricas aos condôminos como mais um incentivo à sustentabilidade e, quem tiver sua própria bicicleta, também poderá recarregá-la.

Por que a Cyrela sobe e a MRV despenca após os números do início de 2012

quarta-feira, maio 16th, 2012

As empresas de construção civil são mais uma vez destaque de queda no pregão

Lilian Sobral, de Exame.com

São Paulo – Em outro dia de pregão tenso, a ponta de queda do Ibovespa volta a ter empresas imobiliárias e de construção civil como destaque. O índice IMOB, que acompanha as principais companhias do setor, cai 1,13% e tem a maior queda do dia. As ações têm sofrido com uma temporada com balanços que têm decepcionado os investidores e analistas.

A Rossi Residencial (RSID3), que divulgou queda de 43,8% no lucro hoje, perde quase 4%. PDG, Brookfield, Tecnisa e Gafisa também caem. Mas o destaque principal fica para a MRV. Os papéis despencam e ocupam o incômodo lugar de pior desempenho da bolsa. Na mínima do dia, a desvalorização chegou a ficar acima de 14,6%.

MRV

Em relatório, o analista Flávio Ramalho Conde, do Banif, destacou que o resultado da MRV (MRVE) foi afetado por pontos como custos adicionais referentes a mais contrapartidas dadas para prefeituras e gastos com empreendimentos em fase mais avançada de construção. O lucro líquido recuou 23,9%, para 116 milhões de reais.

“O primeiro trimestre de 2012 foi um período de muitos desafios e resultados financeiros inferiores ao padrão e expectativas de nossa companhia”, admitiu a própria empresa nos comentários sobre o balanço. Os números também sofreram com a estratégia de manter seu cronograma e revisão nas premissas para o orçamento.

Além disso, as provisões para manutenção de imóveis subiram 12% em relação ao trimestre encerrado em dezembro, para 163 milhões de reais. “Acreditamos que os resultados operacionais (lançamentos e vendas contratadas) já irão crescer bem no segundo trimestre, em virtude do Feirão da Caixa, sendo que o econômico-financeiro deve melhorar somente a partir do terceiro trimestre”, afirmou o analista.

Apesar da perspectiva de melhora, como os resultados atuais vieram muito abaixo do previsto, ele reforçou a recomendação neutra para os papéis, mas com chances de forte alta. O preço-alvo é de 18,10 reais, o que sugere um potencial de valorização de 63% sobre o fechamento de segunda-feira.

Cyrela respira

Entre tantas quedas, uma das empresas ‘sobreviventes’ do setor no pregão de hoje é a Cyrela (CYRE3), que já chegou a subir 4,53% na máxima do dia.

Embora não tenha surpreendido analistas, os números do primeiro trimestre da companhia agradaram o mercado. A empresa informou na noite de segunda-feira um lucro líquido de 118 milhões de reais, quase 60% maior que o mesmo valor do ano anterior.

Atrás apenas da Marfrig, a empresa se destacava entre as principais altas do Ibovespa nesta terça-feira.

Um dos destaques positivos do balanço, segundo analistas do HSBC, foi o consumo de caixa da companhia, que diminuiu 96% no trimestre e ficou abaixo das expectativas, contrário do que aconteceu com outras empresas do setor.

Em relatório enviado para clientes, os analistas Felipe Rodrigues e Leonardo Martins mantém a classificação neutra para os papéis, com preço-alvo estimado em 20 reais.

Futuro de área verde na rua Augusta será discutido hoje

quinta-feira, março 22nd, 2012

FSP - PATRÍCIA BRITTO

Uma apresentação pública será realizada nesta quinta-feira (22) para discutir uma proposta de utilização da área verde entre as ruas Caio Prado, Augusta e Marquês de Paranaguá, local que o prefeito Gilberto Kassab (PSD) promete transformar no parque Augusta.

O evento, solicitado pela construtora Setin à Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, ocorrerá a partir das 18h no auditório Rino Levi do hotel Excelsior (av. Ipiranga, 770, região central de São Paulo).

A empresa, contratada pelo proprietário do terreno, o empreendedor Armando Conde (ex-dono do banco BCN), apresentará uma proposta de utilização da área. Procurada pela sãopaulo, a assessoria de imprensa da construtora se negou a adiantar detalhes do projeto.

Integrantes do Comitê Aliados do Parque Augusta são céticos com relação à proposta e prometem uma manifestação durante o evento. A transformação da área em um parque público é uma reivindicação antiga dos moradores do bairro Cerqueira César.

Para o produtor cultural Sérgio Carrera, 53, um dos fundadores do comitê, a área deveria ser transformada em um parque com o mínimo possível de intervenção. “Tem que ser muito pouco mexida, quase nada”, disse.

Carrera conta que os integrantes do movimento criaram um projeto conceitual de como eles gostariam que o parque fosse utilizado. “Haveria mais árvores, uma área de sol, trilha para as pessoas caminharem, aparelhos de ginástica e um centro de informações sobre o meio ambiente.”

De acordo com o produtor cultural, o comitê apresentou o projeto à prefeitura, à Câmara dos Vereadores e à Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, mas não obteve resposta.

A assessoria de imprensa da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente informou que não pode avaliar o projeto, uma vez que o terreno ainda é de propriedade privada.

PROMESSA DE CAMPANHA

Prometido durante a campanha de reeleição de Kassab, a criação do parque Augusta, uma área de quase 25 mil metros quadrados e que já foi avaliada em R$ 33 milhões, depende da desapropriação do terreno.

Em 2008, antes de se reeleger, o prefeito declarou o local como de utilidade pública, para fins de desapropriação judicial ou aquisição mediante acordo. O decreto, entretanto, tem validade de cinco anos e expira em agosto de 2013.

No passado, o terreno dava lugar ao Palacete Uchoa e, após reforma e ampliação, passou a abrigar, a partir de 1907, o Colégio des Oiseaux, uma tradicional escola feminina.

Leonardo Diniz assume o cargo de CEO da Rossi

terça-feira, fevereiro 14th, 2012

Executivo deve focar em rentabilidade e geração de caixa

A Rossi, uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil, inicia 2012 com novidades. Leonardo Nogueira Diniz assume a presidência executiva da empresa, finalizando o processo de transição anunciado em setembro de 2011.

“Estou entusiasmo com o desafio e feliz de iniciar um novo ciclo profissional na Rossi”, diz Leonardo Diniz, profissional que possui mais de 20 anos de experiência no mercado imobiliário. Graduado em Engenharia Civil pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e com pós-graduação em Administração de Empresas pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), ocupou ao longo de sua carreira cargos nas áreas financeira, operacional e comercial. Ingressou na Rossi em agosto de 2001 e, desde então, liderou importantes iniciativas, com destaque para padronização da linha de produtos, reestruturação operacional e implantação da diversificação geográfica por meio de células regionais.

No fim de 2011, a Rossi atingiu a meta de crescimento proposta em 2009, quando se comprometeu a dobrar de tamanho em dois anos. Neste período, a companhia ampliou sua presença geográfica, aumentou o número de produtos padronizados e teve um número expressivo de lançamentos em todas as regiões do Brasil. Além disso, atingiu todas as metas estabelecidas e consolidou-se como uma das mais importantes incorporadoras do Brasil.

Para 2012, a empresa planeja focar em rentabilidade e geração de caixa. “Estamos confiantes, temos um banco de terrenos diversificado e devemos fortalecer nossa operação em cidades estratégicas de todo o território nacional”, afirma o novo CEO.

Governança Corporartiva-Heitor Cantergiani, que ocupou a posição de CEO nos últimos dez anos, estará integrando o Conselho de Administração da Rossi como membro externo. O profissional deve desempenhar funções não executivas, apoiando o trabalho de Comitês Especiais nas áreas de negócios, finanças, gestão de pessoas, estratégia, auditoria, parcerias e fusões e aquisições.

“Com esse anúncio, a Rossi dá um importante passo por implementar as melhores práticas de Governança Corporativa”, diz Heitor Cantergiani. Com a mudança, a Rossi passa a ter 7 membros em seu Conselho Administração. [www.rossiresidencial.com.br].

Portal Fator Brasil