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Empresa espera mais vendas de imóveis residenciais

quarta-feira, outubro 31st, 2012

Agência Estado

O quarto trimestre deve apresentar uma velocidade de vendas maior no setor imobiliário residencial, de acordo com estimativas de José Roberto Federighi, diretor da imobiliária Brasil Brokers em São Paulo. Apesar de o período ser tradicionalmente mais forte, deve haver um incentivo extra em razão do grande volume de lançamentos de projetos que foram postergados de meses anteriores para o fim do ano. “Quanto mais lançamentos, mais vendas”, disse nesta terça-feira, em entrevista para a Agência Estado durante o Congresso Cityscape Latin America, que reúne empresários, investidores e especialistas do setor.

Federighi lembrou que muitas incorporadoras passaram por processos de reorganização interna ao longo do ano, reduzindo ou simplificando o tamanho de suas operações. Além disso, houve mais dificuldade das empresas na obtenção de licenças para novos projetos junto ao poder público. Esses fatores fizeram com que alguns empreendimentos fossem adiados.

Apesar de ainda haver uma demanda forte por parte dos consumidores, Federighi pondera que há cidades e bairros com excesso de oferta. Dessa forma, a velocidade de vendas dependerá da adequação dos projetos ao público consumidor e às características da região. “Passou a fase da euforia”, em que se vendia todas as unidades de um empreendimento em pouquíssimo tempo, disse o executivo. “Os projetos voltados para o usuário final (morador) estão na velocidade histórica”, completou, referindo-se a vendas de 30% a 35% das unidades no momento dos lançamentos.

O executivo também observou que, com o ciclo de redução das taxas de juros, muitos investidores voltaram a procurar o mercado imobiliário, já que a remuneração de outros investimentos ficou menos atrativa. “Temos visto no segundo semestre uma retomada do investidor e do poupador do mercado imobiliário. Muitos projetos foram vendidos rapidamente, em velocidade acima do normal”, disse.

Para 2013, o diretor da Brasil Brokers acredita que há espaço para uma recuperação no volume de lançamentos em relação a 2012, principalmente na região metropolitana de São Paulo, onde há mais terrenos disponíveis e menor dificuldade para aprovação de novos projetos. “Acredito em recuperação, mas é difícil saber em qual patamar”, disse.

Imobiliária brasileira comercializará imóveis em Miami

terça-feira, julho 31st, 2012

InfoMoney

A diretora comercial da Lello, Roseli Hernandes acrescenta ainda que o otimismo pode ser explicado também pela procura de brasileiros por imóveis nesta região

Por Karla Santana Mamona

SÃO PAULO - A Lello Imóveis fechou uma parceria com a a Faccin Investments para atuar no mercado imobiliário norte-americano. Com isso, a empresa paulista passa a comercializar imóveis comerciais e residenciais para brasileiros que desejam morar ou investir em Miami.

A imobiliária está otimista com a iniciativa e espera atingir um grande número de fechamento de contratos, pois somente em sua base de clientes já identificou interessados na aquisição de imóveis em Miami.

A diretora comercial da Lello, Roseli Hernandes (foto), acrescenta ainda que o otimismo pode ser explicado também pela procura de brasileiros por imóveis desta região. Segundo ela, 10% dos imóveis comercializados em Miami são comprados por brasileiros.

“Nos últimos três anos houve uma queda expressiva nos valores das ofertas imobiliárias do mercado americano. É uma oportunidade para quem deseja investir ou mesmo ter uma casa nos EUA para ir com a família nas férias e feriados prolongados”.

Site
Para ajudar os interessados, a empresa lançou um site com informações dos empreendimentos (www.lellomiami.com.br). Além disso, a imobiliária envia aos interessados materiais ilustrativos que possam facilitar a escolha do tipo de imóvel e região.

Há ainda a possibilidade de acompanhar os interessados em visitas aos imóveis nos EUA, e a orientação durante todo o processo de compra, inclusive no que se refere a assessoria fiscal e contábil.

A Lello oferecerá também assessoria para esclarecer os interessados sobre os tipos de empréstimos disponíveis em instituições bancárias americanas, listando vantagens e desvantagens de cada uma, além de suporte para obtenção de empréstimos e aconselhamento na negociação de valores com os proprietários dos imóveis de Miami.

Lopes compra controle de imobiliária no PR por R$ 37 mi

sexta-feira, julho 6th, 2012

Do valor total da aquisição de 51% da Raul Fulgêncio Consultoria de Imóveis, de Londrina, R$ 14 milhões serão à vista e o restante será saldado em três parcelas anuais

Diogo Ferreira Gomes, da REUTERS

Rio de Janeiro - A Lopes Brasil fez um acordo para comprar o controle da Raul Fulgêncio Consultoria de Imóveis, de Londrina (PR), por valor estimado em 36,7 milhões de reais, informou a companhia no final da quinta-feira.

Do valor total da aquisição de 51 por cento da Raul Fulgêncio, 14 milhões de reais serão à vista e o restante será saldado em três parcelas anuais variáveis atreladas ao resultado.

O diretor financeiro e de relações com investidores da Lopes Brasil, Marcello Leone, disse em comunicado que esta é a mais importante aquisição que a companhia realiza nos últimos dois anos.

A Lopes Brasil vai convocar uma assembleia geral extraordinária (AGE) para os acionistas deliberarem sobre a compra, e os investidores com posição acionária até 5 de julho na empresa poderão se retirar da companhia se forem contrários à operação.

Imobiliária Paulo Roberto Leardi entra no mercado de franquias

quinta-feira, junho 14th, 2012

Aos cem anos, empresa busca atuação em mais mercados através do franchising

Priscila Zuini, de Exame.com
Imobiliária Paulo Roberto Leardi: franquias depois de 100 anos no mercado

São Paulo - Com quase um século de mercado, a imobiliária Paulo Roberto Leardi anunciou que vai começar a abrir franquias do seu negócio neste ano. Hoje, a marca tem quatro escritórios comerciais, todos na capital paulista. “Nós decidimos abrir franquias para conseguir mais capilaridade e dividir nosso know-how”, explica Germano Leardi, gerente geral e porta-voz da franquia.

Leardi conta que a empresa já havia cogitado a entrada no mercado de franquias há doze anos, mas a ideia não foi desenvolvida. “A tecnologia da época não ajudava a ter controle do negócio”, explica.

Atualmente, a Paulo Roberto Leardi trabalha com 350 corretores, oferecendo mais de 20 mil imóveis, tanto para locação como para venda.

A previsão da empresa é abrir 18 unidades até o final do ano e chegar a 200 até 2017. A princípio, as franquias serão abertas com um time de dez corretores e o objetivo é ir aumentando a equipe até chegar a 30. “Os modelos são flexíveis”, diz.

O investimento para começar um negócio da marca é de 150 mil reais, com retorno do capital em até 36 meses. A estreia da empresa foi anunciada durante a 21ª edição da ABF Franchising Expo, que vai até o dia 16 de junho, no Expo Center Norte, na capital paulista.

Imobiliária americana busca 72 novos franqueados no Brasil

quinta-feira, março 8th, 2012

Imobiliária americana busca 72 novos franqueados no Brasil
Terra

A operação brasileira da Century 21 planeja ter 500 lojas em operação até 2016

A franqueadora de imobiliárias Century 21, que lançou há cerca de quatro anos a operação no Brasil, já possui 76 unidades no País. Outras 74 já estão em processo de treinamento e se preparando para o lançamento no mercado pela empresa americana. Até o final de 2012, a marca pretende somar mais 72 novos empreendedores à sua carteira de franqueados, que hoje contabiliza 151 parceiros. A estimava é crescer 48%. O objetivo para os próximos quatro anos é ainda mais ambicioso: a marca quer chegar a 500 unidades.

A Century 21 está no mercado há 41 anos, atuando em 73 países. No terceiro trimestre de 2011, as unidades brasileiras venderam mais de 660 imóveis usados. O dado representa um aumento de 107% em relação ao mesmo período de 2010. Segundo Ernani Assis, presidente e CEO da Century Brasil Real Estate, a companhia cresceu 300% só no ano passado.

O plano de expandir a marca em quase 50% por meio de novas franquias não significa crescimento a qualquer preço. Ao contrário, a empresa se diz extremamente exigente para selecionar seus franqueados. “Em média, 27 candidatos disputam cada contrato de franquia”, afirma Assis. A Century 21 também exige, ainda, que todos os franqueados sejam licenciados pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI).

Alex Pinheiro, franqueado da marca em Salvador (BA), é parceiro da companhia desde 2008. “Eu trabalhava como corretor em uma unidade da Century na Flórida, nos Estados Unidos. Quando voltei ao Brasil, em 2005, abri uma imobiliária própria e a converti em Century 21 assim que eles começaram a operar aqui”, conta.

Para Pinheiro, um plano de expansão feito com planejamento e responsabilidade será bom para os franqueados e vai fortalecer a marca no Brasil. O empreendedor planeja abrir mais duas franquias da imobiliária em outros bairros de Salvador este ano. Atualmente, os 18 corretores que trabalham para o empresário comercializam imóveis residenciais de alto padrão. Em média, são fechados oito negócios por mês.

Desempenho do setor
Segundo dados do desempenho do franchising brasileiro em 2011, apurados pela Associação Brasileira de Franchising (ABF), os números da Century 21 traduzem a boa situação do mercado no País. De acordo com o balanço, o setor de móveis, decoração e presentes foi o segundo que mais cresceu em 2011, totalizando um aumento de 35% no faturamento em relação a 2010. A ABF enquadra o nicho imobiliário dentro do setor.

De acordo com Daniel Pitelli de Britto, professor especializado em mercado imobiliário da Fundação Instituto de Administração (FIA), de São Paulo, depois da efervescência vivida pelo segmento nos últimos anos a tendência é de estabilidade pelos próximos três anos. “Quem vivenciou os últimos quatro anos, que foram de forte aquecimento para o setor, vai sentir a diferença”, avisa.

Outro fator que segundo o professor deve ser levado em conta por quem planeja investir no setor é a experiência com o mercado. Para Pitelli, um dono de imobiliária precisar ter conhecimento sobre o nicho para realizar bons negócio.

Century 21 em números
Setor: Móveis, decoração e presentes
Resumo do negócio: Imobiliária
Número de unidades: 151 unidades
Unidades próprias: Nenhuma
Unidades franqueadas: 151 unidades
Faturamento mensal médio: R$ 50 mil
Taxa de franquia: De R$ 25 mil a R$ 30 mil
Taxa de royalties: De 1 mil a 2 mil
Taxa de propaganda: R$ 500
Capital para instalação: A partir de R$ 65 mil
Capital de giro: R$ 12 mil por mês
Prazo de retorno estimado: 14 meses
Principais concorrentes no segmento:RE/MAX

Imobiliária canadense investirá US$ 300 mi no Brasil

segunda-feira, março 5th, 2012

A Ivanhoé Cambridge, uma das dez maiores imobiliárias do mundo, disse que já comprou terrenos em Fortaleza, através de sua subsidiária Ancar Ivanhoé
EFE

Em janeiro, a Ivanhoé Cambridge já adquiriu o Botafogo Praia Shopping no Rio de Janeiro por US$ 80 milhões

Toronto - Uma das principais companhias imobiliárias do Canadá, a Ivanhoé Cambridge, anunciou nesta quinta-feira que investirá US$ 300 milhões no Brasil para a compra, construção e ampliação de shoppings no país.

A Ivanhoé Cambridge, uma das dez maiores imobiliárias do mundo, disse que já comprou terrenos em Fortaleza, através de sua subsidiária Ancar Ivanhoé para a construção de um grande centro comercial.

Além disso, a empresa, que é o braço imobiliário do fundo de investimentos Caisse de dépôt et placement du Québec, ampliará o centro comercial que já possui na cidade de Natal.

‘Estes novos projetos confirmam nosso interesse em seguir nossa incursão em países emergentes e avançar nossos planos de investimentos imobiliários no Brasil’, disse Daniel Fournier, presidente da Ivanhoé Cambridge através de um comunicado.

Em janeiro, a Ivanhoé Cambridge já adquiriu o Botafogo Praia Shopping no Rio de Janeiro por US$ 80 milhões.

A imobiliária entrou no mercado brasileiro em 2006 após formar a empresa conjunta Ancar Ivanhoé com a companhia carioca Ancar.

A empresa canadense conta com US$ 30 milhões em ativos em mais de 20 países.

Lopes compra controle da Itaplan por R$ 30 milhões

segunda-feira, setembro 26th, 2011

Aquisição de 51% vai permitir crescimento acelerado da Itaplan nos próximos anos

Daniela Barbosa, de  Exame.com
São Paulo - A consultoria de imóveis LPS Brasil (Lopes) anunciou, nesta segunda-feira, que firmou contrato para comprar 51% da consultoria imobiliária Itaplan.

O valor estimado da operação é de 29,17 milhões de reais. O montante será parcelado e inicialmente a Lopes pagará 7,63 milhões de reais e daqui a seis meses 3 milhões de reais. O restante será quitado em três parcelas anuais variáveis.

Segundo Fábio Rossi Filho, diretor presidente da Itaplan, a aquisição vai permitir que a consultoria consiga crescer substancialmente nos próximos anos.

A Itaplan é uma das maiores imobiliárias de São Paulo e, segundo a Empresa brasileira de estudo de patrimônio (Embraesp), ocupa a sexta posição em valor geral de vendas, na região.
 

Como vender um imóvel rápido

quarta-feira, setembro 21st, 2011

Imobiliária já testa sistema de leilões que promete permitir a venda de um imóvel em 15 dias sem que seja necessário oferecer um grande desconto para atrair o comprador

João Sandrini, de  Exame.com

Leilão de imóveis: imobiliária Century 21 vai lançar novo sistema que promete ajudar vendedor a encontrar comprador rapidamente

São Paulo – O braço brasileiro da Century 21, a maior imobiliária do mundo, já testa um novo serviço que promete descomplicar a vida de alguém que precisa vender um imóvel rápido, mas não está disposto a oferecer um grande desconto para encontrar um comprador. A imobiliária vai importar uma fórmula muito bem-sucedida na Austrália e planeja realizar leilões em que os interessados poderão disputar a compra de um imóvel pela internet.

O sistema é bem diferente do utilizado atualmente no Brasil, onde somente imóveis retomados pelo banco ou penhorados pela Justiça costumam ir a leilão. Hoje, os riscos para o comprador são elevadíssimos, uma vez que a maioria dos imóveis continuam ocupados pelo devedor do banco ou da Justiça, não podem ser visitados antes de ser arrematados e quase nunca estão em perfeito estado de conservação. Muitos problemas do imóvel, portanto, só serão conhecidos pelo comprador meses depois, quando os ocupantes forem despejados.

O modelo da Century 21, entretanto, prevê que somente sejam leiloados “imóveis descomplicados”. No dia da venda, o imóvel estará desocupado. A transferência dos documentos e a entrega das chaves ao comprador poderão ser realizadas no mesmo dia em que o pagamento for efetuado. Para facilitar a identificação de um “imóvel descomplicado”, esses leilões não serão feitos paralelamente aos de imóveis penhorados ou retomados pelo bancos. “Será um ambiente exclusivo”, diz o presidente da Century 21 no Brasil, Ernani Assis.

Para o vendedor, o leilão promete ser uma forma de vender o imóvel rápido sem conceder um desconto enorme para atrair um comprador. O mercado imobiliário não oferece a mesma liquidez que outros investimentos, como ações ou títulos públicos. Segundo a Century 21, conseguir um comprador para um imóvel costuma levar 43 dias na cidade de São Paulo e 64 dias na média nacional. Com os leilões, será possível se desfazer da propriedade em apenas 15 dias.

Já o comprador tem a vantagem de saber que o vendedor está realmente disposto a vender a propriedade, não perderá tempo com negociações desgastantes, não terá de se preocupar com a possibilidade de comprar um imóvel penhorado porque toda a documentação já terá sido checada e, se tudo der certo, conseguirá comprá-lo com algum desconto.

Os leilões quinzenais devem começar a acontecer a partir de 1º de novembro. Até lá, a Century 21 deve realizar diversos testes. Na única experiência já realizada, os resultados foram considerados bem positivos. Uma empresa especializada foi contratada para avaliar o preço justo de um apartamento no Itaim Bibi e chegou a valor de 650.000 reais. O valor inicial para o arremate em leilão, entretanto, foi reduzido para 610.000 reais como forma de atrair um número maior de interessados e aumentar a disputa pelo imóvel.

A estratégia deu certo, e o imóvel acabou leiloado por 750.000 reais – um ágio de 23% sobre o lance mínimo. Os valores ainda não incluem os custos da transação. O vendedor terá de pagar uma comissão à Century 21 que corresponde a 6% do valor final (750.000 reais) – o mesmo percentual estabelecido como padrão em qualquer transação imobiliária. No entanto, quem se desfaz do imóvel também terá de arcar com o custo para sua avaliação por uma empresa especializada – algo em torno de 400 reais. Já o comprador terá de pagar a comissão do leiloeiro, que corresponde a 5% do preço pago pelo imóvel – um custo que não existe no modelo tradicional.

Riscos
O vendedor deve estar bastante confortável com o valor inicial do leilão e não deve colocá-lo à venda dessa forma se estiver descontente. Ernani Assis, da Century 21, acredita que seja possível obter um ágio médio de 25% sobre o valor mínimo a cada leilão. Não há nenhuma garantia, entretanto, de que isso vá acontecer, e, depois de batido o martelo, não será mais possível voltar atrás. Já o comprador não pode se empolgar e oferecer mais dinheiro do que o definido previamente pelo imóvel. Como em qualquer leilão, é preciso ter sangue frio e agir como um profissional.

O risco de se decepcionar com o imóvel como em um leilão bancário ou judicial, entretanto, não existe. Em qualquer leilão de imóveis realizado pela Century 21, o vendedor terá de abrir as portas do imóvel aos interessados ao menos durante um dia inteiro. Será possível passar várias horas lá dentro e checar o estado e as características de cada cômodo em detalhes. Os interessados estarão acompanhados por um corretor e eventualmente de seguranças. Se constatar que o imóvel está danificado, o comprador poderá colocar isso no preço máximo a ser oferecido.

O catálogo com os imóveis ofertados poderá ser acessado no site da Zukerman, a empresa contratada para realizar os leilões. Também será possível dar lances pela internet – um meio que permite a participação simultânea de muita gente e evita viagens e deslocamentos. Quem se sentir mais confortável, também poderá ir à sede da Zukerman em São Paulo para participar. Se alguém der um lance vencedor pela internet ou presencialmente e depois desistir, terá de arcar com uma pesada multa.

O pagamento pode ser financiado da mesma forma que qualquer outra transação imobiliária. O cheque com a parcela à vista deve ser entregue até 24 horas após o leilão. Já a carta de crédito que garante o pagamento da fatia restante precisa ser obtida previamente. No dia do leilão, o comprador já terá tido sua capacidade de crédito analisada e aprovada pelo banco, que também já terá conhecimento do imóvel que está sendo leiloado. Como em qualquer transação imobiliária, o banco só depositará o dinheiro na conta do vendedor após a transferência da escritura.

A Century 21 aposta no sucesso do modelo. O contrato de exclusividade fechado com a Zukerman prevê que serão vendidos 1.804 imóveis por meio de leilões nos primeiros dois anos de parceria. Para garantir que não faltem vendedores interessados em utilizar o sistema de leilão, a Century 21 planeja dar incentivos aos corretores. A comissão paga aos funcionários na venda de imóveis em leilão será maior que a normal – refletindo uma venda mais rápida e menos custosa.

Se tudo correr como esperado pela Century 21, as únicas pessoas que saem perdendo com o novo sistema de leilões são os investidores que ganham dinheiro com a compra de imóveis de vendedores enforcados em dívidas como forma de obter um grande deságio na transação.

Preço dos imóveis vai parar de subir, diz maior imobiliária do mundo

segunda-feira, setembro 12th, 2011
Presidente do braço brasileiro da Century 21 acredita que valorização imobiliária está muito perto do fim - mas também não há perspectiva de queda de preços
João Sandrini, de  Exame.com

Ernani Assis, da Century 21: a alta dos imóveis nos últimos 30 anos foi apenas um pouco superior à inflação

São Paulo – A recente valorização dos imóveis no Brasil impressiona pela rapidez. Em meia década, os preços passaram de patamares comuns a países em desenvolvimento a níveis bem próximos ou até superiores de economias ricas como os Estados Unidos – para desespero dos incrédulos que preferiram esperar mais para comprar. Apenas nos últimos 12 meses, a alta média nas sete principais capitais brasileiras foi de 30%, segundo o índice FipeZap.

Para a maior imobiliária do mundo, a Century 21, no entanto, é provável que os valores de venda comecem a se estabilizar daqui em diante. A empresa trabalha com o sistema de franquias, possui 8.800 pontos de venda em cerca de 70 países, emprega mais de 145.000 corretores e está no Brasil desde 2008. Leia a seguir os principais trechos da entrevista de Ernani Assis, presidente da Century 21 no Brasil:

EXAME.com – Para onde vão os preços dos imóveis?

Assis – Acredito que agora vão se estabilizar. Houve uma correção muito rápida dos valores, que, em minha opinião, está ligada ao período de estagnação verificado nos anos anteriores. Isoladamente, a alta assusta. Mas quem olha para o que aconteceu no mercado nos últimos 30 anos vai perceber que o preço dos imóveis subiu 1,2 vez a inflação do período. Não acho que tenha sido uma alta exagerada nem que haja uma bolha.

EXAME.com – Mas em algumas metrópoles, os preços já estão mais altos que em importantes cidades americanas…

Assis - Quem compara os preços no Brasil e nos EUA pode chegar à conclusão simplista que aqui está caro, quando sabemos que há uma forte influência do câmbio nesses números. Além disso, o mercado imobiliário americano está em um momento especialmente ruim. Eu trabalhei 10 anos nos EUA e vejo um mercado que continua muito deprimido. É até uma boa oportunidade para os brasileiros que desejam ter um imóvel lá.

EXAME.com – Se os preços no Brasil não estão exagerados, por que as vendas de imóveis novos têm despencado em cidades como São Paulo?

Assis – O que está ocorrendo é uma queda nos lançamentos. Estimamos que o total de imóveis novos que serão oferecidos ao mercado tenha uma queda de 12% menor neste ano. Mas não acho que haja alguma ligação com um possível exagero nos preços. O problema é que quase não há bons terrenos nas maiores cidades do país. A incorporadora que comprar um terreno no Rio ou em São Paulo hoje vai pagar caríssimo. Mesmo que com um alta moderada de cerca de 17% no custo geral da construção nos últimos dois anos, o que a incorporadora tem que repassar ao comprador é um aumento bem maior devido aos terrenos. É esse o motivo que tem levado várias incorporadoras a botar o pé no freio e lançar menos. A oferta menor dá maior segurança às empresas de que conseguirão vender o que está sendo lançado.

EXAME.com – Esse problema é apenas do Rio e de São Paulo ou também pode ser observado em outros lugares?

Assis – As incorporadoras estão lentamente direcionando os negócios para outras cidades e regiões onde os preços praticados ainda cabem no bolso dos consumidores. No Nordeste, por exemplo, há um boom de lançamentos. Nossas lojas em Salvador, Recife e João Pessoa passam por um momento excelente. Todas as grandes incorporadoras, como Cyrela, PDG e Brookfield, estão lançando mais no Nordeste. Empresas e fundos europeus também têm aumentado a presença na região. Os europeus já dominavam a hotelaria no Nordeste, e agora têm avançado sobre a incorporação residencial. A maior incorporadora de João Pessoa é uma empresa suíça.

EXAME.com – Mas se os preços dos imóveis já não cabem no bolso dos consumidores em São Paulo e Rio, isso não reforça a percepção de bolha?

Assis – Não, o problema são mesmo os terrenos. Veja, por exemplo, os dados dos imóveis usados. A demanda continua firme, as vendas continuarão em alta neste ano. Não há bolha porque há demanda, principalmente entre a classe média. O Brasil tem um enorme déficit habitacional. O imóvel ainda é um sonho a ser realizado. A única demanda que já não é tão intensa é dos investidores. Nesse grupo, vejo um movimento de quem investia diretamente em ativos e agora prefere comprar quotas de fundos imobiliários. Acho que esse é um mercado que ainda vai se desenvolver muito no Brasil. Mas há dinheiro para os dois segmentos.

EXAME.com – Sem os investidores que vivem da renda de imóveis, os preços não podem começar a cair?

Assis - Da mesma forma que não vejo fortes aumentos de preço, também não acredito em desvalorização dos imóveis. O mercado imobiliário é muito estável. Para haver queda de preço, seria necessário que houvesse muita gente incapaz de pagar as prestações ou que simplesmente decidisse devolver o imóvel ao banco, como ocorreu recentemente nos EUA e na Europa.

EXAME.com – No Brasil, isso não poderia ocorrer?

Assis – Aqui não tem bolha do crédito porque os bancos são prudentes. Se alguém quiser tomar um empréstimo de 500.000 reais para comprar uma casa, por exemplo, terá de comprovar uma renda mensal bruta de 23.000 reais. Há uma seleção rigorosa de quem terá acesso aos recursos. Não é à toa que a inadimplência do crédito imobiliário gira em torno de 2% entre os bancos privados. Isso não é nada. A Caixa Econômica Federal até tem uma inadimplência maior devido a contratos que foram assinados há muitos anos, sob regras e circunstâncias diferentes. Mas a legislação atual dá grande segurança aos bancos.

EXAME.com – Especialistas acreditam que os recursos da caderneta de poupança que hoje são obrigatoriamente destinados a financiar a compra de imóveis vão se esgotar em 2012 ou 2013. Quando isso acontecer, não é possível que os preços caiam?

Assis – A fonte de financiamento para a concessão do crédito imobiliário é uma preocupação do mercado. Mas acho que cada banco vai buscar uma fonte de recursos própria em substituição à poupança. Alguns bancos estrangeiros trarão dinheiro barato do exterior para oferecer crédito no Brasil. Outras instituições farão operações de securitização, principalmente para garantir recursos para o financiamento da construção de imóveis. Se os juros realmente caírem como se espera, deve haver uma migração de recursos para a caderneta de poupança, o que será positivo para o financiamento imobiliário. Provavelmente, a maior parte dos recursos da poupança passará a financiar imóveis de até 500.000 reais que estão dentro do Sistema Financeiro da Habitação. E talvez o governo crie algum tipo de incentivo fiscal para a captação de recursos mais baratos para o setor. Independente da fonte dos recursos, eu acredito que não vai faltar dinheiro para o crédito imobiliário

Nasce o Grupo Patrimóvel

quinta-feira, junho 9th, 2011

Rubem Vasconcelos, Presidente da Patrimóvel, mais uma vez sai na frente e cria três novos braços de negócios para a sua imobiliária. Assim, nasce o Grupo Patrimóvel, que irá obter crédito direto dos bancos para seus clientes. Também farão parte do grupo divisão “Econômicos” dedicada ao segmento econômico, criada exclusivamente para atender ao programa “Minha casa, Minha vida”, que prevê diminuir o déficit habitacional com cerca de 8 milhões moradias; a divisão “Prontos e Revendas”, focada na venda de imóveis usados com quatro novas lojas; e, por fim, a RTW, braço de inteligência imobiliária na web. Há muito tempo, o empresário buscava meios de desburocratizar o crédito para alavancar o setor e, agora, conta com recursos próprios para fazer isso, já que obterá financiamentos em pouco mais de 15 dias para seus clientes.
Desde que recomprou a empresa — o empresário havia vendido a Patrimóvel, mas a imobiliária Lopes não conseguiu honrar com os compromissos por conta da crise mundial — Rubem Vasconcelos tornou seu negócio ainda mais eficiente tanto para pessoas físicas quanto para as construtoras e incorporadoras. Na recém criada empresa de crédito imobiliário, o empresário terá como sócio o executivo Platão Côrtes, que durante 20 anos fez parte do departamento de crédito da então Gomes de Almeida Fernandes, atual Gafisa. A nova empresa irá se instalar no centro da cidade e será correspondente oficial do Sistema Financeiro de Habitação, dando todo o suporte ao fim da burocracia.
Segundo Rubem Vasconcelos, isso significa muito para o mercado, já que a Patrimovel cuidará de todo o processo de obtenção da carta de crédito em, no máximo, 15 dias, para os candidatos a financiamento imobiliário.
— Antes, muitos negócios deixavam de acontecer porque os clientes escolhiam o imóvel dos seus sonhos, mas não conseguiam aprovar o crédito por “n” motivos, ou por burocracia ou porque não conseguiam provar renda e até mesmo porque não tinham tempo para cuidar do processo. Desta forma, ganha a Patrimóvel, que profissionaliza os trâmites legais que envolvem a compra de um imóvel sem a interferência de terceiros (como despachantes) e ganha o cliente, que terá tranqüilidade e segurança— afirma Vasconcelos.
A Patrimóvel já assinou contrato com a maior distribuidor de crédito imobiliário do Brasil, a CAIXA; e tem acordos avançados com outros bancos. A taxa de juro com um único dígito de 9,5% também é um grande alavancador de vários setores da economia e, certamente, um dos que aponta um cenário muito positivo é o mercado imobiliário. Segundo Rubem Vasconcelos, essa é a hora de se mexer.
— Os investidores já mostram sinais de retorno ao mercado com o novo patamar de juros, que pode até chegar a 8,5% nos próximos meses. As mudanças no mercado e o apontamento para pouco retorno financeiro em rendas fixas e demais aplicações faz com que a diversificação das carteiras volte a ser estratégico para empresas e fundos de pensão. O mercado financeiro continua muito instável e de risco. O aluguel dá retorno historicamente de 0,5% a 0,7% que, ao ano, pode chegar a 7,5% sendo uma aplicação fácil e segura. Já os CDIs devem ficar abaixo disso esse ano — explica o empresário, que continua:
— O imóvel torna-se um grande negócio em todo o mundo. Em todos os momentos de crise, o mercado vira-se para o setor imobiliário, que é um bem de raiz, com valor de moeda estável. O sonho do brasileiro, da compra da casa própria, continua vivo e muito mais perto de ser alcançado — comemora Rubem Vasconcelos.
A Patrimóvel teve sua primeira experiência, também inovadora, com obtenção de crédito para seus clientes durante o II Salão de Imóvel, evento criado pelo empresário que teve como parceiro um banco privado e já faz parte do calendário oficial de eventos do Rio de janeiro. O III Salão de Imóvel será realizado no segundo semestre desse ano e, como nas outras edições, promete disponibilizar ao público mais de 20 mil imóveis da carteira da imobiliária.
Grupo Patrimóvel também dará foco estratégico a imóveis prontos e ao segmento econômico
A bola da vez está na baixa renda. De olho no gigantesco mercado, de mais de 8 milhões de moradias, que surge com os incentivos propostos pelo governo federal no programa “Minha Casa, Minha Vida”, a Patrimóvel criou uma empresa para cuidar apenas do segmento econômico. Dirigida por Jacqueline Dutton, a equipe já nasce com um exercito de 150 corretores e 15 gerentes, sendo 08 de região (bairros específicos), 01 gerente de on-line e 07 gerentes que ficarão nos estandes de vendas de cada lançamento, para vender imóveis de até R$ 130 mil para a faixa de renda entre quatro e 10 salários mínimos. Até o fim do ano, outros 100 corretores reforçam o time.
A sede terá localização estratégica, na Avenida Suburbana, e já no segundo semestre de 2009, coloca no mercado 20 mil unidades com volume de vendas de cerca R$ 220 milhões. A expectativa é elevar para 30 a 40% a participação do segmento no faturamento da empresa. Só em agosto serão 1400 unidades. Entre as construtoras que vão lançar para este público na baixada, no subúrbio, na zona oeste e até na Barra da Tijuca estão a CHL, a Tenda, a Brascan, a Calçada, a Even e a João Fortes.
— Começamos forte no segmento. Alguns parceiros ficaram tão animados com o novo foco que já me ofertaram seus lançamentos com exclusividade. Alguns clientes também tem batido a nossa porta para pegar consultoria sobre como devem desenvolver seus produtos — explica do empresário.
Imóveis usados ganham fôlego com abertura de novas lojas e investimentos de R$ 5 milhões
Outra novidade é a equipe focada exclusivamente na venda de imóveis usados. Batizada de “Prontos e Revendas”, a nova divisão vem para ocupar uma lacuna que se formou ao longo dos anos dedicados à pressão dos lançamentos e será dirigida por Eduardo Davis. A Patrimóvel Prontos e Usados nasce com a meta de alcançar 20% do faturamento da empresa, hoje, em torno de R$ 1,6 bilhão ao ano. Hoje, o segmento vende entre R$ 8 e 10 milhões e a meta é quadriplicar este montante para vender cerca de R$ 30 a 35 milhões/mês. Cinco novas equipes serão formadas até meados de 2010. A primeira loja se instala ainda esse mês na Av. das Américas e, a segunda, ocupará um andar inteiro da sede de Ipanema, que passa por reformas. Flamengo, Jacarepaguá e Recreio também terão filiais.
— Com a crise e a desaceleração na produção observada nos últimos meses, percebemos que tínhamos um volume de vendas imenso em estoque. Fazer uma segmentação não só de gerência, mas também física entre as equipes, otimizará o trabalho — explica Vasconcelos.
Apesar de possuir uma vasta carteira de imóveis, em todos os bairros e regiões do Rio de Janeiro, e uma carteira de clientes com os maiores incorporadores do país, a Patrimóvel começa uma campanha para captar mais imóveis usados, com ênfase em zona sul e Barra, neste primeiro momento.
Portal Patrimóvel cresce e se consolida como portal para o mercado imobiliário.
Para consolidar o novo perfil de grupo, Rubem Vasconcelos associou-se também a Luiz Turano na criação da RTW. A nova empresa tem o objetivo de administrar o portal da Patrimóvel e desenvolver soluções web para os clientes da imobiliária. O novo negócio do Grupo atenderá tanto a clientes finais (adquirentes de imóveis) como ao mercado de construtores e incorporadores, a partir da criação de estratégias de vendas online, planejamento da comunicação digital e até a venda final. Hoje, dos mais de 20 mil acessos ao site por mês, 50 % são novos usuários, ou seja, a visitação se renova com uma velocidade assustadora, informa Luiz Turano, especialista em web.
Segundo Rubem Vasconcelos, a RTW será a primeira empresa de inteligência imobiliária do Brasil na web.
— Com o novo canal, os clientes da imobiliária terão acesso não só aos lançamentos, imóveis usados e prontos, localizados em Niterói e na Região dos Lagos (comercializados pela Rubem Vasconcelos Imóveis), mas também aos para locação. E, para os clientes do setor, vamos apresentar pesquisas de demandas de mercado e novas opções de investimentos. Já estamos estudando uma forma de mapeamento dos bairros, a fim de descobrir novas “Lapas” em cada canto da cidade — ressalta o empresário.
Junto com Eduardo Davis, que irá cuidar da diretoria “Prontos e Revenda”, a meta de Luiz Turano é elevar a participação da web nas vendas para a marca de 20%. Para isso, uma equipe de 30 pessoas, comandadas por dois gerentes está sendo formada para o atendimento online e em breve um bom simulador entra no ar.
Sobre a Patrimóvel - A Patrimóvel está desde 1992 sob o comando de Rubem Vasconcelos. Na época em que o empresário comprou o antigo departamento de vendas da Gafisa, que já se chamava Patrimóvel, eram vendidos cinco imóveis por mês. Hoje são comercializadas cerca de 600 unidades no mesmo período. Nos últimos 17 anos, a Patrimóvel se transformou num case de sucesso, batendo sucessivos recordes de crescimento e velocidade de vendas, o que lhe rendeu uma indicação ao Guiness Book pela comercialização de mais 1.100 imóveis em só dia, da Vila PanAmericana. Antes de assumir a Patrimóvel, Rubem atuava no mercado de Belo Horizonte. Sua grande tacada na cidade foi, sem dúvida, a venda de todo o empreendimento Alphaville em apenas um mês, quando comercializou todo o bairro. No Rio de janeiro também coleciona recordes mas vale destacar em 2002 o lançamento do Le Parc, na Barra da Tijuca, quando vendeu nada menos que 5 prédios em apenas uma noite.
O empresário Rubem Vasconcelos tornou-se o maior empresário do mercado imobiliário com métodos de vendas próprios. Utiliza-se basicamente de duas ferramentas: o telemarketing e os coquetéis de lançamentos, criados por ele e aonde chega a vender prédios inteiros em uma só noite. A técnica utilizada foi aperfeiçoada em Belo Horizonte. Batizada de represamento de demanda, o empresário concentra todos os compradores de cada empreendimento em coquetéis fechados. Líder de uma equipe de xx corretores, Rubem comanda todo o processo, da liberação das unidades, chamadas por ordem de chegada dos compradores à escrituração dos imóveis, feita também no local. Para dar conta de tudo, o empresário está o tempo todo com o microfone na mão.
Apesar de ser o presidente da empresa, ainda vende imóveis, considerada sua paixão. Os coquetéis podem acontecer em diversos locais, de hotéis a casas de shows, dependendo do porte do condomínio. A Vila Pan Americana foi no Claro Hall, com capacidade para 4 mil pessoas; o Macaé Four Points, também vendido em uma noite, foi no Copacabana Palace e, as reuniões de motivação com os corretores que acontecem todas as sextas-feiras são em uma sala de cinema na Barra da Tijuca. Só assim para abrigar os corretores que juntos são conhecidos como o “Exército da Patrimóvel”. A maior sede, da Barra da Tijuca, com 1400 metros quadrados, foi projetada para abrigar simultaneamente os 200 corretores que trabalham como telemarketing. No local, além das diretorias, trabalham os setores, jurídico, de marketing e administrativo da empresa.
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