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Preço do imóvel usado desacelera

segunda-feira, maio 6th, 2013

Entre janeiro e abril, os preços dos imóveis prontos e disponíveis para venda subiram, em média, 3,9% nas 16 regiões pesquisadas no Brasil

Márcia De Chiara, do Estadão

“A alta de preços dos imóveis está perdendo força e se espalhando”, afirma Eduardo Zylberstajn, o coordenador do Índice FipeZap

São Paulo - Os preços dos imóveis prontos, a maioria usados, dão sinais de desaceleração no País. E há regiões da cidade de São Paulo que registram inclusive queda de preço, aponta pesquisa da FipeZap feita com base nos imóveis anunciados na internet.

Entre janeiro e abril, os preços dos imóveis prontos e disponíveis para venda subiram, em média, 3,9% nas 16 regiões pesquisadas no Brasil. Em igual período de 2012, a alta tinha sido bem maior, de 5,3%. A inflação projetada pelo mercado no período, medida pelo IPCA, é de 2,4%, segundo o Boletim Focus, do Banco Central.

“A alta de preços dos imóveis está perdendo força e se espalhando”, afirma Eduardo Zylberstajn, o coordenador do Índice FipeZap de imóveis prontos, a maioria usados. Ele observa que os mercados de imóveis em lançamento e de imóveis usados são complementares.

Entre janeiro e abril, em 5 das 16 cidades pesquisadas, por exemplo, os preços dos imóveis usados subiram abaixo da inflação acumulada no período. No Distrito Federal, a alta foi de 0,1%; em Santo André e em São Caetano, de 2,3%; em São Bernardo, 2,2%, e em Recife, 1%.

Na cidade de São Paulo, por exemplo, os preços subiram 3,8%, mas em 33 das 125 regiões monitoradas a alta de preço ficou abaixo da inflação do período. “Em dez bairros houve queda nominal dos preços”, ressalta Zylberstajn. Nesse rol estão os bairros Sumaré, Ibirapuera, Capão Redondo, Vila Monumento, Parque do Carmo, Pari, Parque da Mooca, entre outros.

Hipotecas

A desaceleração dos preços dos imóveis é apontada por outro indicador de preços, o Índice de Valor de Garantia - Imóveis Residenciais (IVG-R) elaborado pelo Banco Central. O indicador é calculado com base no valor de avaliação dos imóveis alienados e dados em garantia de hipotecas imobiliárias aos bancos.

De acordo com estudo feito pela LCA Consultores, com base no índice do BC, em 2010 os preços dos imóveis subiram 20% e, no ano passado, a elevação foi de apenas 3,6%, descontada a inflação. A consultoria diz que os preços dos imóveis estão em “franca desaceleração”: continuam subindo, mas num ritmo cada vez menor.

Na avaliação de Zylberstajn, essa desaceleração e a queda de preços dos imóveis em certas regiões não se trata necessariamente de uma notícia ruim. “Nos últimos dois a três anos, houve uma perda de noção de valor. Agora o ritmo do mercado está mais saudável.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Preço sobe e venda de imóveis usados cai na cidade de SP

terça-feira, março 26th, 2013

FSP|DE SÃO PAULO

As vendas de imóveis usados caíram 4,61% em janeiro relação a dezembro na cidade de São Paulo, segundo pesquisa do Creci-SP ( Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo ) com 433 imobiliárias.

Os financiamentos concedidos pelos bancos responderam por 33% do total de casas e apartamentos usados vendidos, ante 40% em dezembro. O restante das vendas foi feito à vista.

Para o presidente da entidade, José Augusto Viana Neto, a queda nas vendas pode ser explicada pela sazonalidade e pela alta no preço dos imóveis, o que dificulta a obtenção de financiamento pelas famílias.

“Janeiro é mês de férias, quando baixa a demanda. Essa é uma equação difícil de equilibrar porque o preço dos imóveis sobe enquanto o número de famílias com renda mensal adequada às exigências do banco diminui, diminuindo, consequentemente, as vendas”, diz.

PREÇO EM ALTA

O valor médio do metro quadrado do imóvel usado na Capital aumentou 4,38% em relação a dezembro.

Os imóveis mais vendidos em janeiro foram os de preço final superior a R$ 200 mil, com 86% do total dos contratos.

Das unidades vendidas, 66,67% eram apartamentos e 33,33% eram casas.

Setor imobiliário cresce no interior do Rio

segunda-feira, março 25th, 2013

O DIA

Rio - Cidades do interior do Estado do Rio estão se tornando cada vez mais a ‘bola da vez’ na atração de investimentos. A motivação vem do crescimento do setor de petróleo, de obras como o Complexo Petroquímico de Itaboraí e do Porto de Itaguaí. Empreendimentos residenciais, comerciais e hoteleiros mudam o desenho e a economia destas cidades e entram na planilha de recursos destinados pelas empresas do setor. Aliado a isso, o fato de as aplicações financeiras não oferecerem o mesmo atrativo de antes em rendimentos. Motivo pelo qual, segundo Ricardo Ranauro,diretor-presidente da Construtora Calper, os investidores de fundos continuam migrando para os imóveis.

“A perspectiva do mercado imobiliário é bem positiva, pois hoje o dinheiro não está rendendo como antes em aplicações financeiras e renda fixa. O investidor tem que buscar alternativas mais rentáveis, e o investimento imobiliário, principalmente suítes hoteleiras, flats e comerciais, tem se mostrado bem mais rentável. As cidades do interior com maior demanda neste momento são Macaé, Campos, Itaboraí e Itaguaí. Claramente por causa dos projetos do Porto e do Comperj, além da descoberta do pré-sal.”

Segundo ele, a Calper estudou o mercado de Macaé antes de conceber o complexo hoteleiro Nexus. O empreendimento tem Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 385 milhões e terá 1.828 unidades entre quartos de hotel e apart-hotel, além de 27 lojas.

Com PIB per capita de R$ 36 mil ao ano, Macaé passou de uma pequena cidade do interior a um dos maiores polos internacionais de negócios do país. Multinacionais como Shell, Texaco, BP e Repsol têm operações na cidade. O município cresceu 600% nos últimos dez anos.

“A falta de investimentos desse padrão nos levou a desenvolver o projeto em Macaé. O aumento populacional e da renda cria natural demanda de consumo de alto e médio padrão”, emenda Ricardo.

Ponte aérea

A BSB Musical, que inaugurou sua primeira franquia no Rio (a marca já tem 16 franquias no Brasil), lança amanhã campanha ‘Guitarre-se’, estampada pela modelo Francesca Leta – em parceria com a Condor, fabricante de guitarras. Ao fazer a matrícula na escola de música, o aluno que se inscrever em 2 cursos ou em 2 módulos do mesmo curso ganha a guitarra na hora. A campanha será veiculada na mídia impressa e na internet. Esperam o aumento de 30% nas adesões.

A BSB Musical é fruto do sonho de um jovem casal de Brasília que, em 1986, decidiu abrir uma escola de música. Desde sua fundação, a escola tem como filosofia o desenvolvimento e formação de músicos, bons ouvintes e apreciadores da música. Hoje, passados 25 anos, a escola chega a 16 unidades espalhadas pelo Brasil, além de ser a única escola de música particular do Distrito Federal a ter seus cursos reconhecidos e autorizados pela Secretaria de Educação de Brasília.

Reportagem de Érica Ribeiro

Venda e preço de imóveis usados caem em 2012 em SP, diz Creci-SP

quinta-feira, fevereiro 28th, 2013

28/02/2013 - 11h15
FOLHA DE SÃO PAULO

As vendas de imóveis de imóveis usados caíram 15,6% em dezembro relação a novembro no Estado de São Paulo, segundo pesquisa do Creci-SP (associação estadual de corretores) com 1.386 imobiliárias de 37 cidades.

Com o resultado, no acumulado de 2012, o volume de imóveis usados vendidos no Estado recuou 19%.

Os preços médios dos imóveis vendidos também caíram no mês –queda de 2,18% em relação a novembro– e acumularam no ano redução de 14,9%.

“O ano foi de baixo crescimento, com o PIB devendo fechar pouco acima de 1%, as famílias ficaram mais endividadas, a inadimplência aumentou e a inflação subiu, e essa situação se refletiu no mercado de imóveis usados”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP.

DEZEMBRO
No último mês do ano, a queda nas vendas foi generalizada nas quatro regiões do Estado que compõem a pesquisa: 16,8% na capital, 10,1% no interior, 3,4% no litoral e 48% nas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco.

Os imóveis mais vendidos no Estado foram os de valor superior a R$ 200 mil, com 50,1% dos contratos formalizados nas imobiliárias pesquisadas, ficando os de valor médio até R$ 200 mil com os restantes 49,9%.

Na média geral do Estado, as imobiliárias registraram descontos médios sobre os preços inicialmente pedidos pelos proprietários de 6,57% nos bairros de regiões periféricas, de 7,2% nos bairros centrais e de 8,48% nos bairros de áreas nobres.

Em São Paulo, comprador busca imóvel de R$ 200 a 500 mil

terça-feira, fevereiro 26th, 2013

Pesquisa da Lopes mostra que comprador visita entre 2 e 5 lançamentos e espera fechar negócio em 6 meses
Priscila Yazbek, de Exame.com

Compradores da Região Metropolitana de São Paulo têm em média 32 anos e a maioria pretende comprar o primeiro imóvel

São Paulo - A maior parte dos compradores de imóveis da Região Metropolitana de São Paulo busca apartamentos entre 200 e 500 mil reais. A informação é de um estudo realizado pela empresa de intermediação e consultoria imobiliária Lopes, que consultou 1.666 residentes na região que pretendem comprar um apartamento novo.

Segundo a pesquisa, os entrevistados têm idade média de 32 anos e 60% estão realizando a compra do primeiro imóvel.

A maioria (72%) pretende fechar negócio em até 6 meses e 75% dos entrevistados visitam estandes de lançamentos, passando em média entre 2 e 5 estandes de vendas.

A pesquisa também mostrou que os compradores se interessam por imóveis que já foram comercializados pelo menos uma vez, que são os chamados imóveis do mercado secundário: 18% dos entrevistados visitaram imóveis usados ou imóveis prontos, que nunca foram habitados, mas que já foram comercializados antes.

Vendas de imóveis usados em SP crescem 10,31% em outubro

sexta-feira, dezembro 21st, 2012

Terra

As vendas de imóveis usados aumentaram 10,31% na cidade de São Paulo em outubro ante setembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Crecisp). De janeiro a outubro, o volume de vendas é positivo em 11,11% ante o ano passado.

Do total de imóveis vendidos, 31,84% FORAM CASAS E 68,16% FORAM APARTAMENTOS. Os imóveis mais vendidos foram os de valor superior a R$ 200 mil, com 74,16% dos negócios.

A locação de imóveis residenciais também cresceu no período na capital paulista, subindo 11,61% em outubro ante o mês imediatamente anterior. No acumulado do ano a alta registrada é de 26,95%.

Portal de classificados de imóveis recebe aporte de R$ 30 milhões

quinta-feira, dezembro 20th, 2012

Atualmente, o site conta com mais de 550 mil imóveis cadastrados, além de registrar mais de 2,5 milhões de visitas por mês
Infomoney
Por Karla Santana Mamona

SÃO PAULO - O VivaReal, portal de classificados para venda, compra e aluguel de imóveis, anunciou nesta quarta-feira (19) que recebeu um aporte de R$ 30 milhões. A nova rodada de investimentos foi liderada pela Valiant Capital Partners, além dos fundos Monashees Capital e Kaszek Ventures.

O valor será destinado principalmente ao marketing, à contratação de novos executivos, desenvolvimento da plataforma de TI e à abertura de novos escritórios no Brasil e aquisições. A expectativa é de abertura de mais de seis filiais, instaladas nas principais cidades brasileiras.
A expectativa é de abertura de mais de seis filiais, instaladas nas principais cidades brasileiras (Getty Images)
Atualmente, o site conta com mais de 550 mil imóveis cadastrados, além de registrar mais de 2,5 milhões de visitas por mês.

“Esse novo aporte vai permitir acelerar os negócios, aumentar a oferta de imóveis em regiões além dos grandes centros urbanos”, disse o CEO do VivaReal, Brian Requarth.

Conselho quer tombar casas de bairro nobre de São Paulo

quarta-feira, dezembro 19th, 2012

ANDRÉ MONTEIRO
EVANDRO SPINELLI
DE SÃO PAULO

O Conpresp (órgão da prefeitura de defesa do patrimônio) abriu um processo que pode levar ao tombamento de imóveis das ruas Normandia e Gaivota, em Moema, na zona sul de São Paulo.

Análise: Conjunto é uma ilha utópica cercada pela realidade

As ruas são conhecidas pelas lojas instaladas em casarões de estilo europeu e se tornam ponto de visitação no fim do ano por causa da decoração de Natal. Já houve até neve artificial, mas a festa está menor nos últimos anos.

Com a abertura do processo, os 54 imóveis –todos da Normandia e metade dos da Gaivota– ficam “congelados”. Segundo a prefeitura, qualquer reforma deve ser aprovada pelo Conpresp e as obras em andamento devem ser paralisadas, como uma no número 65 da Normandia.

Os donos devem pedir autorização até para pinturas.

A situação irá vigorar até que seja decidido o tombamento e se ele vai atingir apenas a fachada ou também o interior dos imóveis. Não há prazo para a decisão.

KI-SUCO E PLOC
O processo foi um pedido do Departamento do Patrimônio Histórico da prefeitura.

Entre os motivos, foi apontado o valor arquitetônico das edificações, “exemplares da arquitetura eclética da década de 50, únicos em Moema e arredores”. Também foi considerado que as ruas são os “últimos resquícios da ocupação prévia do bairro”.

De acordo com a prefeitura, há indícios de que as ruas formavam uma vila operária, já que nos seus arredores funcionavam as fábricas dos sucos Ki-Suco e dos chicletes Ploc.

‘BOLA DA VEZ’

“É uma rua simbólica, que tem uma unidade arquitetônica que gera um clima positivo em uma cidade cada vez mais verticalizada”, afirma a urbanista Lucila Lacreta, do movimento Defenda São Paulo.

“E a região é a bola da vez da especulação imobiliária. Para a rua sumir, é superfácil”, diz ela.

Segundo lojistas, todas as casas pertencem à família Chaves Veneri. A imobiliária da família informou que não foi notificada sobre o processo, mas que ele não altera em nada a situação dos imóveis.

“A rua é famosa por conta desse estilo. Quem aluga aqui gosta e já sabe que não pode mudar”, diz Letícia Ribeiro, proprietária de uma loja de móveis na Normandia.

Preços dos imóveis residenciais aumentaram 140%

quarta-feira, dezembro 19th, 2012

19/12/2012 - Portal Fator Brasil

Segundo RealtON, valorização deve continuar ascendendo para a estabilização dos pais.

De acordo com a Capital Economics, em São Paulo e no Rio de Janeiro, nos últimos quatro anos, os preços dos imóveis residenciais aumentaram 140%. O Brasil alcançou o primeiro lugar no ranking das maiores altas, o que tornou o mercado imobiliário brasileiro o mais valorizado da América Latina.

Em longo prazo, com a diminuição da taxa de juros e previsão de que o crédito imobiliário chegue a representar 14% do PIB, teremos novas altas nos preços dos imóveis.

Contudo, Rogerio Santos, CEO da RealtON – primeiro outlet de imóveis do mundo – relata que os imóveis no Brasil não estão caros.

“A falha é que comparamos apenas com o valor do mercado interno, que ficou estagnado por quase 40 anos. O Brasil se encaminha para ser a quinta maior economia do planeta, a cidade de São Paulo já é a quarta maior cidade, com uma arrecadação superior a maioria dos países da Europa. E o preço médio do nosso metro quadrado é o 65º em valores reais, ou seja, temos um gap de 60 pontos a recuperar ainda em termos de preço”, diz Santos.

O preço médio do M² das grandes capitais do planeta está em torno de U$ 20.000,00 e o de São Paulo em torno de U$ 3.500,00, por conta disso, a valorização precisa continuar subindo para a estabilização dos pais.

“O brasileiro mal começou a investir em imóveis. Para termos noção, em alguns países, o valor gerado em financiamentos para aquisição de imóveis é de 70%/80% do PIB, o nosso é inferior a 4%”, diz o CEO da RealtON.

O mercado imobiliário está crescendo em ritmo acelerado, visto que os juros caíram (8% ao ano) e o prazo de parcelamento aumentou. Hoje, a RealtON apresenta diversas oportunidades, prova disso é que boa parte de seus clientes são investidores e/ou economistas.

“Dinheiro parado na conta não vale nada. Atualmente, o mercado imobiliário é a ação mais rentável, pois o comprador não lucra apenas por conta da perspectiva de valorização, mas também com a locação. Em Pompéia, por exemplo, há 8 meses, o metro quadrado de um determinado empreendimento custava sete mil reais, hoje, chega a valer 11 mil”, relata Rogerio.

Quanto à saturação do mercado interno, Rogério afirma que ela está longe de chegar, pois a cada ano chega ao mercado em São Paulo, em condições de investir, cerca de 73 mil novos compradores e são produzidas apenas 37.000 novas unidades no mesmo período.

“Ou seja, temos sempre mais compradores novos do que imóveis sendo construídos. Além disso, há um déficit habitacional de 8.000.000 de moradias que carregamos há muito tempo. Temos que construir quatro vezes mais por longos anos somente para suprir o mercado existente hoje”, argumenta Santos.

RealtON Brasil-Inovar e trazer ao cliente um atendimento personalizado com profissionais gabaritados e qualificados faz da empresa um sucesso. A marca RealtON vem de Realty On-line (imóvel on-line). Dentre os objetivos, um deles é reunir as melhores ofertas de imóveis novos em um mesmo lugar para favorecer quem pretende adquirir a casa própria para morar ou investir; dar liquidez às maiores e melhores incorporadoras do mercado e melhorar a prestação de serviço na comercialização de novos empreendimentos. Sua equipe de especialistas negocia as unidades diretamente com incorporadoras renomadas com capital aberto listado na Bolsa de Valores e com balanços públicos.

A RealtON oferece imóveis concluídos, semiprontos e na planta. O risco de atraso é mínimo, já que a entrega está muito mais próxima graças ao produtos se encontrarem em estoque durante algum tempo.As pessoas interessadas em adquirir imóveis com a RealtON são atendidas por hosts profissionais que as auxiliam em todas as etapas, desde a apresentação do imóvel, passando pela simulação de financiamento, assessoria e acompanhamento jurídico até a aquisição final do imóvel em estoque. [www.realton.com.br].

Crédito para veículos cai e para habitação sobe

quarta-feira, dezembro 19th, 2012

Estoque de operações de crédito para compra de veículos por pessoa física caiu 0,5% de outubro para novembro, segundo BC
Eduardo Rodrigues e Eduardo Cucolo, do Estadão

Segundo BC, estoque de operações de crédito para compra de veículos por pessoa física caiu 0,5% de outubro para novembro

Brasília - O estoque de operações de crédito para compra de veículos por pessoa física caiu 0,5% de outubro para novembro. O total de recursos para a aquisição de automóveis está em R$ 201,288 bilhões. No acumulado do ano até o mês passado, a expansão verificada para esse segmento é de apenas 0,2%. Nos últimos 12 meses até novembro, a alta de 0,9%, informou o Banco Central, nesta quarta-feira.

As operações de leasing voltaram a registrar queda em novembro, com redução de 7,3% ante outubro. Em 2012 até novembro, a redução é de 46,1%, chegando a 48,7% nos últimos 12 meses. Já os financiamentos feitos por meio do crédito direto ao consumidor voltaram a ficar estáveis pelo quarto mês consecutivo em novembro, totalizando R$ 186,389 bilhões. No ano até novembro a modalidade apresenta alta de 7,5%, enquanto nos últimos 12 meses o aumento chega a 9,3%.

Habitação

As operações de crédito para habitação no segmento pessoa física cresceram 2,4% em novembro ante outubro, totalizando R$ 269,583 bilhões. Nos 12 meses encerrados em novembro, o crescimento foi de 38,1%.

No crédito direcionado para habitação, a expansão foi de 2,3% em novembro ante outubro e de 37,1% em 12 meses encerrados em novembro, para R$ 249,761 bilhões.

Já no crédito livre para aquisição de imóveis, o crescimento foi de 3,5% na comparação mensal e de 51,8% em 12 meses encerrados em novembro, para R$ 19,822 bilhões.