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Paulistas compram em média 1,8 imóvel durante a vida

sexta-feira, outubro 19th, 2012

Infomoney

Entre os compradores com renda familiar superior a R$ 10 mil, 29% buscam comprar o primeiro imóvel

Por Heraldo Marqueti Soares

SÃO PAULO - Os paulistas compram, em média, 1,8 imóvel durante a vida, relatou estudo da empresa de consultoria de imóveis Lopes. Dentre eles, quase todos (96%) visam moradia própria e 56% estão a procura de comprar o primeiro imóvel.

O índice varia de acordo com a idade do comprador - paulistas de até 29 anos compram 0,2 imóvel, aqueles entre 30 e 39 anos compram 0,6 e dos 40 ao 49 compram 1,4 imóvel. Somente acima dos 50 anos a média alcança 1,8 imóvel. O estudo foi realizado com 1.199 entrevistas, realizadas em junho e julho deste ano.

A diretora de Inteligência de Mercado da Lopes e também resposável pela pesquisa, Cristiane Crisci, conta que o aumento da renda, o baixo desemprego e menores taxas de juros para contratar financiamento, além do próprio crescimento da população economicamente ativa, são os fatores positivos que vão garantir o crescimento do mercado. “As pessoas estão mais confiantes para realizar a compra do primeiro ou segundo imóvel, além disso elas também estão mais informadas, visitam estandes e pesquisam mais os preços”, explica Crisci.

Em relação à renda, foi notado que 75% dos entrevistados com renda familiar mensal de até R$ 9.999 ainda não adquiriram o primeiro imóvel. Enquanto dentre as famílias com renda superior a R$ 10 mil, apenas 29% buscam a primeira aquisição. O porcentual inserido nesta renda que já comprou um imóvel é de 27% e o número de quem já adquiriu dois imóveis é de 24% e 21% das pessoas entrevistadas já compraram três imóveis ou mais.

Investidores
O percentual de compradores que estão adquirindo o primeiro imóvel destinado a investimentos é de 4%. Considerando aqueles que já compraram imóveis anteriormente, a proporção de investidores aumenta para 21% dos entrevistados

Demanda por imóveis continua saudável, diz Lopes

quinta-feira, setembro 13th, 2012

“A queda dos juros e a melhora nas condições de financiamento favorecem a demanda”, defendeu Marcos Lopes, da Lopes Imobiliária

Circe Bonatelli, da Agência Estado

São Paulo - A demanda por imóveis residenciais continua saudável no País, de acordo com avaliação de Marcos Lopes, presidente da imobiliária Lopes. “A queda dos juros e a melhora nas condições de financiamento favorecem a demanda”, afirmou nesta quarta-feira durante cerimônia do Prêmio Master Imobiliário 2012, em São Paulo.

Lopes admitiu que a queda no total de lançamentos de novos projetos no mercado ao longo deste ano afetou as vendas da imobiliária, compostas em 80% pela comercialização de imóveis novos. “Com menos lançamentos, menos vendas”, resumiu.

A queda, segundo ele, foi compensada com aumento da participação no mercado. A Lopes disputa com a Brasil Brokers o posto de maior imobiliária do País.

O executivo disse também que acredita em um nível mais forte de lançamentos de novos projetos no mercado a partir de setembro. “Até fim do ano, teremos um volume maior de lançamentos”, estimou.

Lopes compra controle de imobiliária no PR por R$ 37 mi

sexta-feira, julho 6th, 2012

Do valor total da aquisição de 51% da Raul Fulgêncio Consultoria de Imóveis, de Londrina, R$ 14 milhões serão à vista e o restante será saldado em três parcelas anuais

Diogo Ferreira Gomes, da REUTERS

Rio de Janeiro - A Lopes Brasil fez um acordo para comprar o controle da Raul Fulgêncio Consultoria de Imóveis, de Londrina (PR), por valor estimado em 36,7 milhões de reais, informou a companhia no final da quinta-feira.

Do valor total da aquisição de 51 por cento da Raul Fulgêncio, 14 milhões de reais serão à vista e o restante será saldado em três parcelas anuais variáveis atreladas ao resultado.

O diretor financeiro e de relações com investidores da Lopes Brasil, Marcello Leone, disse em comunicado que esta é a mais importante aquisição que a companhia realiza nos últimos dois anos.

A Lopes Brasil vai convocar uma assembleia geral extraordinária (AGE) para os acionistas deliberarem sobre a compra, e os investidores com posição acionária até 5 de julho na empresa poderão se retirar da companhia se forem contrários à operação.

Vendas maiores elevam lucro da Lopes em mais de 30%

quarta-feira, março 21st, 2012

Empresa lucrou R$ 56,7 milhões, apoiada em um aumento de 20% da receita líquida
Vivian Pereira, da Reuters

De outubro a dezembro, o maior grupo imobiliário do país apurou geração de caixa operacional, medida pelo Ebitda, de R$ 55,3 milhões
São Paulo - A Lopes Brasil fechou o quarto trimestre com lucro líquido 32 por cento maior, a 56,7 milhões de reais, apoiada em um aumento de 20 por cento da receita líquida, conforme dados divulgados nesta quarta-feira.

De outubro a dezembro, o maior grupo imobiliário do país apurou geração de caixa operacional, medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização), de 55,3 milhões de reais, alta de 17 por cento ano a ano, com a margem caindo de 43,8 para 42,5 por cento.

Já no fechado de 2011, o lucro líquido da companhia, atribuível a acionistas da controladora, foi 31 por cento maior, somando 142,6 milhões de reais, enquanto o Ebitda cresceu 10 por cento, a 165,1 milhões, e a margem ficou em 38,2 por cento.

Sem considerar a participação dos acionistas minoritários, o lucro líquido no ano passado foi de 150,6 milhões de reais, alta de 14 por cento ante 2010.

O balanço veio com um aumento de 20 por cento na receita líquida trimestral e de 28 por cento na anual, atingindo 130,3 milhões e 432,4 milhões de reais, respectivamente.

A receita foi impulsionada pelo salto de 16 por cento nas vendas contratadas tanto nos últimos três meses de 2011, quando totalizaram 5,5 bilhões de reais, quanto no ano como um todo, para 18,2 bilhões, sendo que o mercado secundário (de imóveis usados) representou quase 22 por cento das vendas.

Em contrapartida, a Lopes registrou um aumento de 11 por cento nas despesas operacionais entre o terceiro e o quarto trimestres, para 75 milhões de reais, impactadas principalmente por custos de empresas adquiridas. Para 2012, a companhia estabeleceu a meta de 260 milhões de reais em despesas operacionais.

A unidade de crédito imobiliário da empresa, a CrediPronto!, financiou 1,3 bilhão de reais ao longo de 2011, mais que o dobro que o volume apurado no ano anterior.

Lopes mira aquisições para crescer em imóveis usados

quarta-feira, março 21st, 2012

Empresa tem planos de intensificar as compras nesse segmento em 2012
Vivian Pereira, da Reuters

A Lopes teve mais de 20% da receita líquida do ano passado proveniente das vendas de usados
São Paulo - A Lopes Brasil espera avançar no mercado de imóveis secundários, com planos de intensificar as aquisições nesse segmento em 2012, após ter mais de 20 por cento da receita líquida do ano passado proveniente das vendas de usados.

“Planejamos crescer nos usados em 2012″, disse o vice-presidente financeiro da Lopes, Marcello Leone, em teleconferência com jornalistas nesta quarta-feira. “(Os imóveis) usados são o grande mercado para crescimento… ainda temos um enorme caminho a percorrer e uma enorme oportunidade de crescimento”.

Segundo ele, a empresa deve manter o foco em aquisições nas regiões Sul e Sudeste do país, além do Distrito Federal.

“Esperamos pelo menos repetir a performance dos anos anteriores em aquisições”, afirmou o executivo, acrescentando que o plano de crescer no segmento secundário também contempla a abertura de novas lojas no país.

Desde julho de 2010, a Lopes adquiriu 18 empresas, sendo oito no ano passado e três nos primeiros meses deste ano. Os movimentos mais recentes envolveram justamente companhias voltadas ao mercado de usados.

Nesta quarta-feira, o maior grupo imobiliário do país divulgou um aumento de 20 por cento na receita líquida do quarto trimestre e de 28 por cento na de 2011, atingindo 130,3 milhões e 432,4 milhões de reais, respectivamente.

A receita foi impulsionada pelo salto de 16 por cento nas vendas contratadas tanto nos últimos três meses de 2011, quando totalizaram 5,5 bilhões de reais, quanto no ano como um todo, para 18,2 bilhões, sendo que o mercado secundário representou quase 22 por cento das vendas, levando a Lopes a ocupar a liderança do segmento no país.

De acordo com Leone, a concentração de 39 por cento dos lançamentos do ano no quarto trimestre contribuiu para o resultado positivo. “Grande parte do crescimento veio no quarto trimestre, por questões sazonais… muitas vendas ainda ficarão para 2012″, disse.

A Lopes fechou o quarto trimestre com lucro líquido, atribuível a acionistas da controladora, 32 por cento maior, a 56,7 milhões de reais, enquanto no fechado de 2011 o lucro foi 31 por cento maior, somando 142,6 milhões de reais.

De outubro a dezembro, a companhia apurou geração de caixa operacional, medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização), de 55,3 milhões de reais, alta de 17 por cento ano a ano, com a margem caindo de 43,8 para 42,5 por cento.

Sem considerar a participação dos acionistas minoritários, o lucro líquido no ano passado foi de 150,6 milhões de reais, alta de 14 por cento ante 2010.

Em 2011 como um todo o Ebitda cresceu 10 por cento, a 165,1 milhões, e a margem ficou em 38,2 por cento.

Em contrapartida, a Lopes registrou um aumento de 11 por cento nas despesas operacionais entre o terceiro e o quarto trimestres, para 75 milhões de reais, impactadas principalmente por custos de empresas adquiridas. Para 2012, a companhia estabeleceu a meta de 260 milhões de reais em despesas operacionais.

A unidade de crédito imobiliário da empresa, a CrediPronto!, financiou 1,3 bilhão de reais ao longo de 2011, mais que o dobro do volume apurado no ano anterior.

Lopes compra controle da Itaplan por R$ 30 milhões

segunda-feira, setembro 26th, 2011

Aquisição de 51% vai permitir crescimento acelerado da Itaplan nos próximos anos

Daniela Barbosa, de  Exame.com
São Paulo - A consultoria de imóveis LPS Brasil (Lopes) anunciou, nesta segunda-feira, que firmou contrato para comprar 51% da consultoria imobiliária Itaplan.

O valor estimado da operação é de 29,17 milhões de reais. O montante será parcelado e inicialmente a Lopes pagará 7,63 milhões de reais e daqui a seis meses 3 milhões de reais. O restante será quitado em três parcelas anuais variáveis.

Segundo Fábio Rossi Filho, diretor presidente da Itaplan, a aquisição vai permitir que a consultoria consiga crescer substancialmente nos próximos anos.

A Itaplan é uma das maiores imobiliárias de São Paulo e, segundo a Empresa brasileira de estudo de patrimônio (Embraesp), ocupa a sexta posição em valor geral de vendas, na região.
 

Lopes mira aquisições e imóveis usados para crescer

terça-feira, setembro 13th, 2011

Empresa quer continuar comprando imobiliárias menores para expandir suas atividades, repetindo a mesma tática feita nos últimos 12 meses

Vivian Pereira, da REUTERS

São Paulo - Inexplorado e pulverizado, o mercado de imóveis usados foi eleito pela Lopes como gatilho para impulsionar o crescimento do maior grupo imobiliário do país.

O mercado de imóveis secundários, que costumava ter participação “marginal” nos negócios da empresa, segundo o vice-presidente financeiro, Marcello Leone, hoje responde por 22 por cento das operações do grupo, volume que pode chegar a ocupar espaço de igual para igual com os empreendimento novos, no longo prazo.

“É possível crescer muito mais nos próximos anos em (imóveis) usados do que em novos. É uma oportunidade clara para voltar a ter um crescimento mais forte”, disse ele à Reuters.

A estratégia traçada pela Lopes para consolidar esse segmento, formado em grande parte por empresas de pequeno parte, é a mesma que vem sendo adotada nos últimos 12 meses, período em que a companhia adquiriu 12 imobiliárias menores.

“Vamos continuar fazendo aquisições nesse e no próximo ano, é uma estratégia contínua”, afirmou Leone, assinalando que o foco será mantido nas regiões Sul e Sudeste e no Distrito Federal. O executivo descartou, entretanto, movimentos para ingressar em mercados onde a empresa ainda não atua nas regiões Nordeste e Centro-Oeste.

Em 2011 até agora, a Lopes realizou cinco aquisições, sendo duas em São Paulo, uma em Minas Gerais, uma em Brasília e uma no Paraná.

Além de um oportunidade pouco explorada, a entrada no segmento de usados representa uma forma de equilibrar as operações do grupo, ficando menos vulnerável a uma eventual flutuação de lançamento e demanda por unidades novas, de acordo com o executivo.

“Grande parte (das aquisições) vai estar focada no mercado secundário e naturalmente essa fatia vai começar a crescer. Como o mercado é muito pulverizado, existe uma oportunidade muito grande de consolidação”, acrescentou.

Para apoiar tais movimentos, Leone considera a situação financeira da companhia “tranquila”, dispensando a necessidade de capitalização para cumprir o plano traçado.

“Temos fôlego muito grande para aquisição e estamos tranquilos porque geramos muito caixa”, disse ele, que aposta nas aquisições como forma de se manter na liderança “facilmente”.

No segundo trimestre, a Lopes apurou fluxo de caixa de operações de 48,2 milhões de reais, contra 17 milhões no período anterior.

Demanda segue aquecida

Ainda que discussões sobre a valorização de imóveis residenciais sejam cada vez mais frequentes em diversas esferas da economia, Leone garante não ter havido retração na demanda. Nem mesmo em decorrência do cenário de crise nos Estados Unidos e na Europa e das medidas macroprudenciais adotadas pelo governo brasileiro desde o final de 2010.

“Quando há algum choque econômico o setor imobiliário sempre sente. Mas, apesar das turbulências, o crédito continua amplamente disponível e, enquanto estiver assim, continuamos tendo uma ótima performance de vendas”, disse ele.

“Os imóveis passaram muito tempo com valor defasado e os preços ficaram dez anos sem subir. Hoje, a tendência é de acomodação (de preços), o que é favorável considerando a demanda muito forte que ainda existe”.

 

Lopes passa a aceitar cartão de crédito e débito

quarta-feira, junho 8th, 2011

DCI / SP

A Lopes, que atua no mercado de intermediação imobiliária, aposta em uma nova vertente: cartões de débito e crédito. O objetivo do grupo é dar mais agilidade às transações financeiras e integrar-se a novas formas de pagamento. A iniciativa do grupo é a primeira no Brasil com esse caráter.

Dentro das operações de recebimento da Lopes, as transações realizadas por cartão de crédito já respondem por cerca de 3%. A expectativa da empresa é de que a participação desses novos meios de recebimento passe para dois dígitos até o fim do ano.

Desenvolvido em parceria com a Software Express, o programa permite a integração on-line do sistema de gestão interno da Lopes com o sistema de pagamento dos bancos, auxiliando no controle da base de pagamentos dos clientes.

As novas formas de pagamento já estão disponíveis nos plantões de venda dos empreendimentos ofertados pela Lopes no País, além das lojas físicas da empresa nas principais cidades. A novidade também está acessível aos clientes da Pronto imóveis, marca do Grupo LPS Brasil especializada na revenda de imóveis usados ou recém-construídos.

Para os clientes que optarem por fazer suas transações no cartão de crédito utilizando o novo sistema, a Lopes já trabalha com as bandeiras Amex, Diners Club, Hipercard, Mastercard e Visa.

De acordo com a empresa, o pagamento eletrônico permite que o cliente tenha mais controle e segurança sobre seus pagamentos, além de possibilitar o parcelamento das despesas na fatura do cartão de crédito

LPS Brasil atingiu a marca de R$3,5 bilhões em vendas contratadas, no 1T11, 37% acima do 1T10

terça-feira, maio 17th, 2011

Sendo R$2,8 bilhões no mercado primário.

São Paulo, Brasil - A Lopes - LPS Brasil (Bovespa: LPSB3) (Reuters: LPSB3.SA) (Bloomberg: LPSB3.BZ), empresa de soluções integradas de intermediação, consultoria e promoção de financiamentos de imóveis do Brasil, anunciou no dia 16 de maio (segunda-feira), seus resultados do 1T11.

Destaques para o CrediPronto!, que recebeu a primeira parcela do Earn-Out no valor de R$30,9 milhões no dia 11 de maio de 2011.

No 1T11, a LPS Brasil atingiu a marca de R$3,5 bilhões em vendas contratadas, 37% acima do 1T10 sendo R$2,8 bilhões no mercado primário.

A CrediPronto! financiou no primeiro trimestre de 2011 R$209 milhões, o que representou R$340 milhões em VGV. A originação acumulada já ultrapassou R$1 bilhão.

Em abril, o volume financiado ultrapassou a marca de R$100 milhões, nosso recorde até agora. A Companhia gerou R$77,4 milhões de Receita Líquida no 1T11, . 23% superior ao 1T10.

O Ebitda do 1T11 foi de R$28,4 milhões, 32% superior em relação ao 1T10. A Margem EBITDA do 1T11 atingiu 37%.

O Lucro líquido da LPS Brasil alcançou R$18,7 milhões no 1T11, 15% superior ao 1T10. O Lucro Líquido Após a Participação dos Minoritários foi de R$16,5 milhões.

A administração recomendará, em Assembleia Geral Extraordinária a ser convocada, o pagamento de Juros sobre o Capital Próprio, no valor de R$3,8 milhões.

Realização de três aquisições em 2011: Imobiliária Thá (Curitiba) e Erwin Maack (São Paulo) no 1T11 e AçãoDall’Oca (Brasília) no 2T11. [www.lopes.com.br/ri].

Portal Fator

Lopes Brasil obtém lucro recorde de R$ 132 milhões em 2010

sexta-feira, março 25th, 2011

Resultado é mais de 400% maior que o do ano anterior
Márcio Juliboni, de Exame.com

São Paulo - A LPS Brasil bateu seu recorde de lucro líquido no ano passado. O resultado cresceu mais de 400%, para 132 milhões de reais. A LPS Brasil atua no ramo de consultoria imobiliária com a marca Lopes, para lançamento de imóveis, e HabitCasa, para imóveis até 500.000 reais, entre outros.

No ano passado, a LPS Brasil gerou vendas contratadas de 15,6 bilhões de reais. Com isso, sua receita líquida totalizou 338,7 milhões de reais, com alta de 51% sobre 2009. “Foi um ano muito bom, com crescimento em todos os mercados em que atuamos”, afirma Marcello Leone, diretor financeiro da empresa.

O ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de 168,6 milhões de reais. A cifra representa um incremento de 68% sobre o ano retrasado. A margem de ebitda subiu 5 pontos percentuais e alcançou 50%.

Apetite para compras

Segundo Marcello Leone, diretor financeiro da Lopes, três fatores puxaram os resultados em 2010. O primeiro é o próprio crescimento do mercado imobiliário, aquecido pela oferta de crédito e pelo aumento da renda da população.

No segmento de venda de imóveis de terceiros, as vendas geradas passaram de 599 milhões de reais, em 2009, para 1,267 bilhão de reais. Já no mercado de lançamentos, as vendas contratadas passaram de 8,658 bilhões de reais para 14,364 bilhões.

O segundo fator foi o apetite com que a LPS Brasil foi às compras. A empresa realizou sete aquisições em 2010, com destaque para a Patrimóvel, uma das maiores imobiliárias do Rio de Janeiro.

As aquisições contribuíram também para elevar os negócios no mercado de imóveis de terceiros. Segundo Leone, cerca de 1 bilhão de reais das vendas contratadas nesse setor, em 2010, podem ser atribuídos à rede preexistente da LPS Brasil. Outros 250 milhões de reais, aproximadamente, vieram com quatro empresas adquiridas.

Aposta no crédito

O último estímulo para os resultados foi a CrediPronto, uma financeira criada em 2008 em parceria com o banco Itaú. O objetivo da CrediPronto é financiar a compra dos imóveis na rede de imobiliárias da LPS Brasil. No ano passado, a financeira liberou 600 milhões de reais em crédito, ante 158 milhões em 2009.

Foram 2.176 contratos assinados pela CrediPronto no ano passado, com um prazo médio de 272 meses. O valor médio financiado pela empresa foi de 62% do preço do imóvel. “O tíquete médio contratado é de 275.000 reais”, afirma Bruno Gama, diretor da CrediPronto.