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Apartamento de luxo em Nova York estará à venda na Bahia

sexta-feira, setembro 28th, 2012

Salão de Negócios Imobiliários oferece empreendimento de Donald Trump
TIAGO DÉCIMO / SALVADOR - O Estado de S.Paulo

Apartamentos do luxuoso Trump SoHo Hotel Condominium, empreendimento do megaempresário americano Donald Trump em Nova York, vão figurar entre os imóveis disponíveis para compra no Salão de Negócios Imobiliários da Bahia, evento promovido pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi-BA), que começa hoje e vai até o fim de semana, no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador.

Segundo informações da Brasil Brokers Brito & Amoedo, parceira local da americana Chris Brooks Realty na venda dos imóveis, estão disponíveis para comercialização 60 das 391 unidades do empreendimento, de 46 andares. Os preços variam de US$ 860 mil, no caso de apartamentos de um quarto e estúdios, a US$ 6,6 milhões, valor cobrado pelas coberturas.

Os apartamentos são mobiliados pela grife italiana Fendi e têm banheiros revestidos de mármore, com acessórios em bronze. Entre os equipamentos de lazer e serviços do hotel estão spa, restaurante asiático, bar, lounge e piscina.

As unidades estão disponíveis aos proprietários por 120 dias ao ano - no restante do período, são colocadas para locação de hóspedes do hotel, remunerando os proprietários.

Todos os apartamentos do hotel-condomínio haviam sido vendidos na planta, em 2007. Por causa da crise financeira internacional, porém, muitos dos compradores não obtiveram crédito para concluir as transações, o que levou os administradores do empreendimento a buscar interessados em países emergentes, como o Brasil.

Considerado o maior evento do gênero no País, o Salão Imobiliário da Bahia chega à sétima edição com a expectativa de atrair 30 mil pessoas durante os cinco dias de realização. A Ademi-BA espera que sejam comercializadas 500 unidades no período, movimentando R$ 150 milhões em vendas - ante R$ 123,2 milhões no ano passado.

Startup ajuda pessoas a acharem imóvel ideal

quarta-feira, junho 27th, 2012

MoreCerto, de Santa Catarina, reúne ofertas de diferentes imobiliárias em um só lugar

Alexandre Souza, Agência Sebrae de Notícias

Encontre seu imóvel mais facilmente: startup ajuda na hora da procura
Florianópois - Quem está procurando um local para morar e está cansado de cruzar informações das imobiliárias com o Google Maps para saber, por exemplo, se o imóvel fica perto de farmácias, escolas e outros serviços, tem uma nova ferramenta para facilitar a missão.

A empresa MoreCerto, vencedora da última edição do Desafio de Startups no Sebrae Startup Day, em Blumenau, e do Prêmio Sinapse da Inovação III, desenvolveu uma plataforma on-line que avalia os endereços de acordo com as especificações do usuário. Isso é feito por meio de um índice e leva em conta a proximidade de restaurantes, mercados, lojas, hospitais, entre outros estabelecimentos.

No MoreCerto, o próprio usuário define o que é mais importante para ele, utilizando os vários parâmetros disponíveis (preço, endereço, proximidade de bares, restaurantes, lojas. É possível ir filtrando, de forma inovadora, os anúncios de acordo com suas preferências. A plataforma permite ainda se cadastrar no sistema para salvar os imóveis favoritos e consultar quando desejar.

Apoiado pela Fapesc e pelo Sebrae, o sistema já está em funcionamento no site do MoreCerto, com inserções em mais de 120 cidades brasileiras. As ações da startup no momento estão focadas na expansão da base de usuários por meio de parcerias, como a estabelecida o Classificados da Universidade Federal de Santa Catarina. Outras universidades estão na mira, por contar com um público que demanda serviços como este com mais frequência e interesse. A empresa já reúne mais de 20 mil imóveis de todo o país

O dono está de olho

segunda-feira, maio 21st, 2012

Na incorporadora Helbor, de Mogi das Cruzes, fundador ainda rubrica contrato
Estadão.com.br

Aos 76 anos, Henrique Borenstein não costuma dispensar uma boa conversa. Orgulha-se de contar as histórias de como seu pai, um imigrante russo, chegou sozinho ao Brasil em 1917 para se instalar na casa de conhecidos em Jacareí (SP) e, por um cochilo no trem, acabou na cidade de Mogi das Cruzes. Ali se casou, teve filhos, fez fortuna, virou nome de bairro e de rua. Mas na última quarta-feira à noite o que menos Borenstein queria era contar causos. Gentilmente, mandou a reportagem do Estado embora porque precisava trabalhar.

No canto da sala de 17 metros quadrados, com uma mesa de madeira, três cadeiras de couro vermelhas, e sem computador, estavam três pilhas de contratos de clientes para serem assinados - eram 700 no total. Caneta Bic numa mão e uma dedeira de borracha na outra, para virar as páginas sem escorregar, o presidente da Helbor, incorporadora que no ano passado faturou R$ 1,2 bilhão, varou a madrugada rubricando contratos.

Não, ele não precisava fazer isso. Mas não aguenta ver aquela papelada parada no escritório. Com esse jeitão mão na massa, Borenstein fez da empresa sediada na cidade da região metropolitana de São Paulo uma das mais admiradas do mercado imobiliário - e financeiro. Ela não tem o porte de uma PDG, a maior do setor, com receita líquida de R$ 6,8 bilhões em 2011. Nem uma marca forte como a da Cyrela, do empresário Elie Horn. Tampouco está presente em 111 cidades do País como a mineira MRV. Mas também não está sofrendo como essas empresas estão.

No ano passado, o mercado imobiliário brasileiro viveu um dos piores anos de sua história. Depois de um período de crescimento acelerado, impulsionado pelas aberturas de capital que encheram o caixa das empresas de dinheiro, o setor começou a enfrentar uma epidemia de obras atrasadas; as margens de lucro despencaram e os investidores, claro, não pouparam os papéis do setor, que tiveram uma desvalorização de quase 40%. “É tudo reflexo de uma expansão descontrolada que afetou gravemente a gestão dessas empresas”, diz o professor João da Rocha Lima, pesquisador do núcleo de Real Estate da Universidade de São Paulo (USP).

Os primeiros meses de 2012 não foram menos complicados. A Gafisa reconheceu um prejuízo de quase R$ 1 bilhão no ano passado - resultado de vendas canceladas, obras que custaram mais que o orçamento e de uma integração mal feita com a construtora Tenda, comprada em 2008. A temporada de balanços do primeiro trimestre, que terminou na semana passada, foi a prova de que a ressaca continua (ler acima). Exceto para algumas poucas empresas como a Helbor que, ao lado das paulistanas Eztec e JHSF, têm mantido as melhores margens do setor.

Com uma rentabilidade recorde (há mais de um ano na faixa dos 25%) e a menor despesa administrativa do mercado imobiliário, a Helbor foi a empresa do setor que mais deu retorno aos acionistas desde a onda de ofertas iniciais de ações (IPO, em inglês) que levou 12 incorporadoras e construtoras para a bolsa em 2007. Foi a última a abrir capital e fez o pior IPO daquele ano, com uma captação de R$ 251 milhões. Hoje, no entanto, com um valor de mercado de R$ 1,6 bilhão, vale mais que a Gafisa, embora tenha metade do tamanho da concorrente.

Como ela consegue? No mercado, dizem que é coisa de banqueiro. Henrique Borenstein foi sócio do Banco de Crédito Nacional, o BCN, por 31 anos, até a instituição ser comprada pelo Bradesco em 1997. Formado em Economia, na Universidade Mackenzie, ele começou administrando os imóveis e a concessionária de veículos do pai, em Mogi das Cruzes - na época, uma das maiores da GM no País. Quando Hélio Borenstein morreu em 1964, Henrique passou a negociar diretamente com os bancos. De tanto levar clientes para financiar a compra de caminhões e tratores ao BCN, ganhou uma sala no banco de Pedro Conde e acabou se tornando sócio dele.

Cabeça de banqueiro

O mercado imobiliário sempre foi um investimento secundário. A própria Helbor foi criada em 1977 para desenvolver imóveis que pudessem ser alugados, como fonte de renda para a família, e não comercializados. Ela só se tornou o principal negócio para os Borenstein quando o BCN foi vendido. Em vez de embolsar uma bolada, o banqueiro preferiu trocar sua participação de 15% no banco da família Conde por ações do Bradesco e continuar trabalhando. Hoje, Borenstein é um dos maiores acionistas individuais do banco fundado por Amador Aguiar.

A experiência como banqueiro ditou as regras quando assumiu a Helbor para torná-la uma incorporadora de verdade. “Não entendo nada de construção”, diz. “Entendo de ganhar dinheiro.”

Isso explica por que a Helbor é a única “incorporadora pura” entre as empresas de capital aberto. Ao contrário das concorrentes, que além de incorporar, constroem seus empreendimentos, a empresa de Borenstein terceiriza todas as suas obras.

As grandes, como Cyrela e PDG, tentaram trabalhar com construtoras parceiras para poder alcançar outras cidades do País, mas a experiência se mostrou desastrosa. Sem fôlego para tocar as obras, os empreiteiros regionais atrasaram a entrega das chaves e tiveram de gastar mais do que haviam previsto. A Helbor tem 18 parceiros, em 31 cidades, e registrou recentemente apenas um caso mal sucedido, que lhe custou um prejuízo de R$ 10 milhões no ano passado. “Nesse mercado, tudo tem conserto, menos uma parceria mal feita”, diz Borenstein.

Por isso, na Helbor, o negócio com as construtoras é muito bem costurado. Todos os contratos são feitos por preço fechado. Assim, quem assume o risco de um eventual aumento de custo é o próprio empreiteiro. Ele também se torna sócio do empreendimento, com a previsão de ganhar um bônus de 10% a 20% sobre o lucro. E o detalhe que faz a diferença: 12 das 18 construtoras que trabalham exclusivamente para a Helbor são de empresários que foram clientes de Borenstein no BCN.

Como os parceiros são escolhidos a dedo, a expansão da Helbor não tinha como ser agressiva. E não foi. Basta olhar para a sede da empresa em Mogi. É a mesma desde a década de 70: o prédio que ocupa um quarteirão no centro da cidade foi a casa onde Borenstein viveu com a mulher por mais de dez anos. O que hoje é a sala de reuniões já foi o quarto do casal.

Em casa

O clima familiar vai além das instalações. O diretor financeiro e de relações com investidores, Roberval Toffoli, é casado com uma das filhas de Henrique Borenstein. O filho mais novo, Henry, de 36 anos, responde pela vice presidência executiva. Apesar da idade e do cargo que ocupa, é conhecido em toda a empresa por “boy”, apelido de infância. É ele quem negocia terrenos, cuida do dia a dia da operação e atende os investidores. “O ‘boy’ já faz tudo mas a chave do cofre continua comigo”, diz o patriarca.

Ele não está usando uma figura da linguagem. Borenstein de fato assina todos os cheques e controla rigorosamente os custos. Até o número de grampos usados para fechar um envelope é supervisionado pelo dono. “É um grampo no meio e quem usar mais que isso é repreendido”, lembra um ex-executivo. Não é à toa que a empresa mantém uma das despesas administrativas mais baixas do setor - no ano passado foi de 3,9% da receita líquida, enquanto a média das outras empresas foi de 8,1%.

Até pouco tempo, todo esse controle familiar era abominado pelo mercado financeiro. Mas depois que as grandes construtoras (especialmente as que não têm dono, como Gafisa e PDG) começaram a dar problemas, analistas e investidores mudaram de ideia. “Aprendemos duas coisas com o setor nos últimos anos: ele não é escalável e a presença dos donos pode, sim, ser positiva”, diz Guilherme Rocha, analista de mercado imobiliário do Credit Suisse.

A situação complica quando a operação atinge um tamanho que os olhos da família já não conseguem alcançar. Esse não parece ser o caso da Helbor - ao menos por enquanto. Com 63 canteiros de obra em andamento, 250 funcionários e 19,3 mil clientes, o pai e o ‘boy’ ainda conseguem tempo para assinar contratos e cheques, sem perder de vista o grampeador.

Feirão negocia R$ 4,6 bi

terça-feira, maio 8th, 2012

VÂNIA CRISTINO
Correio Braziliense - 08/05/2012

Os números não foram os que a Caixa Econômica Federal esperava, mas a instituição ainda tem tempo para reagir. Nos primeiros três dias do Feirão da Casa Própria, realizado simultaneamente em Brasília, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Rio de Janeiro, foram negociados 30.925 contratos, no valor de R$ 4,6 bilhões. O volume ainda está longe dos R$ 18 bilhões previstos pelo presidente da Caixa, Jorge Hereda. Mas ainda faltam os feirões em Curitiba, Fortaleza e São Paulo, marcados para o período de 18 a 20 de maio, além de Uberlândia, Campinas, Porto Alegre, Belém e Florianópolis.

Nessa oitava edição, estão sendo oferecidos ao público mais de 430 mil imóveis. Embora grande parte das negociações normalmente só seja fechada após o evento, a iniciativa da Caixa permite aos candidatos à compra de um imóvel uma oportunidade única de encontrar, num mesmo espaço, as construtoras e incorporadoras, a entidade financeira que dará o crédito e os técnicos dos cartórios. Em tese, portanto, o negócio pode ser fechado no próprio local e o comprador pode sair com a chave de sua casa ou apartamento na mão, ficando parte da papelada para ser providenciada nos dias posteriores.

Neste ano, o atrativo extra ficou por conta da redução das taxas de juros dos financiamentos habitacionais, anunciada pela Caixa poucos dias antes. A queda, para o público em geral, foi em torno de 1% ao ano, podendo chegar a 2% para os clientes que possuem conta-corrente e recebem salário na instituição. A redução parece pequena, mas, levando em conta que o crédito habitacional é de longo prazo, pode significar uma economia e tanto ao longo de um contrato de 20 anos, por exemplo.

Segundo cálculos da Caixa, quem toma R$ 200 mil para comprar a casa própria pode ter uma economia R$ 18 mil nesse período. Em um financiamento de R$ 600 mil o cliente economiza R$ 5,6 mil apenas no primeiro ano. Em 20 anos, o abatimento equivale ao preço de um carro médio, em torno de R$ 54 mil.

E-bit projeta alta de 25% nas vendas online em 2012

terça-feira, março 13th, 2012

A expectativa é de que o faturamento do comércio eletrônico some R$ 23,4 bilhões este ano
Rodrigo Petry, da Agência Estado

Em 2011, segundo o e-bit, as vendas online cresceram 26%, para um total de R$ 18,7 bilhões

São Paulo - As vendas por meio da internet no país devem crescer, em termos nominais, 25% este ano em relação a 2011, segundo projeção divulgada hoje pela e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico.

A expectativa da e-bit é de que o faturamento do comércio eletrônico some R$ 23,4 bilhões este ano. Apenas para o primeiro semestre, o setor deve faturar R$ 10,4 bilhões.

Em 2011, segundo o e-bit, as vendas online cresceram 26%, para um total de R$ 18,7 bilhões. O tíquete médio das compras foi de R$ 350,00.

O e-bit calcula ainda que 30 milhões de pessoas compraram ao menos uma vez pela internet no ano passado, dos quais aproximadamente 9 milhões foram novos consumidores

Gafisa recusa proposta de venda

quarta-feira, fevereiro 29th, 2012

Incorporadora afirmou que seus ativos e negócios foram subavaliados pela GP Investimentos e Equity Internacional
Daniela Barbosa, de Exame.com

Gafisa recusa proposta feita pela GP Investimentos e Equity Internacional

São Paulo - A Gafisa confirmou, nesta quarta-feira, que recebeu da GP Investimentos e da Equity Internacional proposta para vender alguns ativos da companhia, conforme antecipou o blog Faria Lima, de EXAME no fim de janeiro.

A Gafisa criou um comitê especial e contratou assessores financeiros para avaliarem a proposta. No entanto, chegou a conclusão que a proposta feita subavalia os ativos e negócios envolvidos da companhia.

“Isso implicaria em substanciais custos de transação e em altos riscos de execução”, disse a Gafisa, em nota.

De acordo com o comunicado, a incorporadora não forneceu acesso a nenhuma informação confidencial ou entrou em negociações com os investidores ou terceiros.

“Continuamente avaliamos novas oportunidades de desenvolver nossos negócios e ativos e vamos continuar avaliando qualquer futura oferta apresentada”, afirmou.

Construção segue transporte público

quinta-feira, fevereiro 23rd, 2012

Qui, 23 de Fevereiro de 2012 00:00 Mercado Imobiliário
DCI, Paula Cristina

Cidades como Osasco, Mauá e região do Vale do Paraíba, antes pouco explorada pelas grandes construtoras de empreendimentos comerciais e residenciais, agora começam a ganhar força como boa oportunidade de negócio. O motivo, segundo analistas de mercado, está na ampliação da infraestrutura nesses locais, com a perspectiva de ampliação da mobilidade urbana.

Foi de olho nesse crescimento exponencial que a Akamines Negócios Imobiliários, empresa cujo objeto é facilitar todo o trâmite burocrático na área imobiliária, apostou em dessas regiões como possibilidade de ampliar os negócios. “O Vale do Paraíba é uma região em expansão. Está geograficamente bem localizado e toma boa parte do eixo Rio-SP, com boa infraestrutura viária. E tem se tornando um polo industrial”, afirma Daniele Akamine, diretora da empresa e advogada especializada no ramo imobiliário.

Outro destaque vai para a área que envolve a região de São José dos Campos, perímetro que tem apontado cada vez mais como uma das grandes opções de empreendimentos no Vale do Paraíba. É, inclusive, um dos exemplos apresentados pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon). “Muitas famílias acabam se mudando para a região em busca de uma melhor qualidade de vida”, complementa Daniele.

Ao acreditar no potencial e na demanda, a Akamine Negócios Imobiliários possui escritório em São Paulo, mas que também oferece o apoio do trâmite imobiliário para a cidade do interior paulista. “Enxergamos uma região em franca expansão e carente de profissionais com expertise no mercado imobiliário. Nosso objetivo é tornar o processo mais célebre, reduzindo o desgaste do cliente e gerando retorno mais rápido para a construtora”, como conclui a diretora.

Outra empresa que viu nos arredores de São Paulo uma possibilidade importante de crescimento foi a construtora Bella Par. A empresa, que nasceu em Minas Gerais, informa ter chegado agora em São Paulo, justamente através de empreendimentos nas cidades de Mauá e São Caetano do Sul. “Encontrar espaço para crescer em São Paulo é um desafio e tanto. Encontramos no ABC uma forma de crescer de maneira eficaz e perto, sem encontrar os mesmos problemas da cidade de São Paulo”, declarou Frederico Lucio Goés, presidente da Bella Par.

Na região de Mauá a empresa investiu em três torres residenciais, no centro da cidade, com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 50 milhões. “Este foi apenas o primeiro empreendimento do grupo na região. A previsão é fechar mais dois complexos residenciais dessa forma, até 2013″, disse. Em São Caetano, a atração da empresa ficou por conta da proximidade com o metrô. “Vimos uma movimentação muito grande de pessoas que trabalham em São Paulo e procuraram residência no ABC, a melhor opção, pela proximidade com o Metrô, é São Caetano”, comentou o executivo.

Em Osasco, a chega do primeiro prédio comercial da Clavi Incorporações também obteve aceitação ampla do público. Com VGV de R$ 50 milhões e 216 unidades, o Clavi Campesina foi 100% vendido em um único final de semana. Vitório Paniccuci, sócio-diretor da Clavi Incorporações aponta que o sucesso da obra vem da junção do projeto adequado à realidade da cidade. “Considero a cidade de Osasco a região que tem demanda para este tipo de empreendimento e está se valorizando.”

De acordo com o executivo, esse novo conceito de prédio, mais enfocado em sustentabilidade, é uma das tendências, principalmente, para prédios comerciais. “o sucesso das vendas está baseado em um projeto bem elaborado, que prioriza o bem-estar e o meio ambiente, oferecendo aos usuários algo além de um local de trabalho”, comentou. O empreendimento comercial é certificado pelo selo Aqua (Alta Qualidade Ambiental). Esta é a política adotada pela incorporadora em seus projetos, já que tem como principal diferencial a preocupação com o meio ambiente.

Ações sustentáveis

Entre as ações sustentáveis estão seis elevadores inteligentes com antecipação de chamadas; bicicletário com vestiário, incentivando os usuários a irem trabalhar de bicicleta; fachada com vidros azuis e alumínio na cor natural, terraços em todas as unidades, infraestrutura completa para ar condicionado, cyber café no térreo, além de ter em cada pavimento um banheiro para portadores de necessidades especiais e ambiente específico para a classificação de resíduos.

Para o presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Claudio Bernardes, o crescimento nessas regiões seguirá em ritmo acelerado este ano. “Falamos deregiões que cresceram a cima da média da cidade de São Paulo, muito pela falta de terrenos na capital, mas também pelas boas opções de negócios e clientes interessados que a região metropolitana apresenta”, comentou.

Quem partilha dessa opinião é Milton Bigucci, da construtora MBigucci, que vê um cenário positivo este ano para o ABC. “Estamos otimistas com o crescimento da construção civil na região este ano. As cidades de Diadema, São Caetano e São Bernardo, tem apresentado crescimento a cima da média, e mostra-se, muitas vezes, um melhor negócio do que um realizado na capital”.

Mobilidade urbana tem R$ 10 bi em oportunidades

quinta-feira, fevereiro 23rd, 2012

Por Fábio Pupo | De São Paulo

Valor Econômico - 23/02/2012

Fornecedores de equipamentos e tecnologia para mobilidade urbana, como a canadense Bombardier e a francesa Alstom, têm oportunidades que somam quase R$ 10 bilhões em contratos no Brasil nos próximos anos. Calculada pela iniciativa privada, a soma é impulsionada pelo financiamento do governo federal aos projetos no segmento devido às necessidades oriundas da Copa do Mundo de 2014. Projetos de monotrilhos e veículos leves sobre trilhos (VLTs), em geral mais baratos que trens subterrâneos como os do metrô paulistano, já aumentam os investimentos das companhias em território nacional.

O contrato firmado com o governo do Estado de São Paulo, após licitação feita em 2010 para fornecimentos de carros de monotrilho, foi um marco para a Bombardier no Brasil. Até então, a empresa tinha uma unidade em Hortolândia, mas não de fabricação de trens - apenas reforma. O maior negócio da canadense até o contrato dos monotrilhos era a modernização de 156 vagões para a Companhia do Metropolitano de São Paulo (o Metrô), por R$ 238 milhões, fechada em 2009.

Com o novo contrato, a empresa fornecerá 54 trens - ou 378 vagões - para o primeiro projeto de monotrilho de São Paulo, o Expresso Tiradentes. Vagões, sinalização e sistemas elétricos custarão R$ 1,4 bilhão. Devido ao contrato, a empresa está investindo € 15 milhões (cerca de R$ 35 milhões) para inaugurar, até abril, sua fábrica de monotrilhos em Hortolândia, no interior de São Paulo. Segundo André Guyvarch, presidente da Bombardier Transportation no Brasil, essa será a primeira unidade da empresa fora do Canadá para fabricação desse veículo.

Para se ter uma ideia da atratividade dos negócios desse segmento em território nacional, o projeto que o governo de São Paulo está colocando em prática para o monotrilho é o de maior extensão no mundo para esse tipo de modal - geralmente usado apenas em curtas distâncias, como ligações a aeroportos. De implantação mais barata que os trens subterrâneos, o monotrilho circula usando pneus de borracha sobre o concreto - em vez dos tradicionais materiais rodantes de ferrovia - e é visto pelo governo do Estado, portanto, como uma solução para o gargalo de transporte urbano na capital paulista.

Além dos já em implantação pelo governo de São Paulo, há pelo menos quatro grandes projetos em desenvolvimento no Brasil para uso de monotrilho. Um deles é o de Manaus (AM), que ligará a região Norte ao Centro da cidade, passando pela rodoviária, área hoteleira e a Arena Amazônia. Em andamento, o projeto corre o risco de não entrar em operação até a Copa. Mesmo assim, o governo amazonense já indicou que pretende fazer o projeto mesmo se ficar para depois do prazo. Segundo autoridades do Estado, as festas do boi que são realizadas em outubro, no sambódromo que fica ao lado da futura arena, chegam a receber 180 mil pessoas em um único dia. Isso, somado às necessidades da população local, mantém o interesse no projeto.

Além do monotrilho, estão em implantação diversos projetos de VLTs, que circulam movidos a eletricidade e lembram os antigos bondes. Segundo os fabricantes, a tecnologia tem menor capacidade e velocidade que os trens de metrô, porém produz menos poluição e barulho. O mais caro em desenvolvimento é o de Cuiabá (MT). O projeto está estimado em aproximadamente R$ 1,26 bilhão (incluindo a construção) e tem março deste ano como previsão de início das obras com conclusão em dezembro de 2013.

Também de olho nesses projetos, a francesa Alstom tem planos de investir R$ 10 milhões nos próximos anos para a produção de VLTs no Brasil. Em entrevista ao Valor há três meses, o então diretor-geral de transportes da Alstom no país, Ramon Fondevilla, disse que o objetivo da empresa era que a fabricação em território nacional atenda a demanda oriunda de contratos de fornecimento para o poder público. Atualmente, são estudados pelo menos cinco projetos do modal em grandes cidades no Brasil pela Alstom.

Um dos principais alvos da empresa é o idealizado pelo governo do Estado do Rio de Janeiro. O projeto do chamado Porto Maravilha, no Rio, está sendo elaborado pela CCR (vencedora da concorrência pública de estudos em novembro de 2010) e tem previsão para operar até a Olimpíada de 2016.

Veja a cara do Tumblr no Brasil

sexta-feira, fevereiro 10th, 2012

Gina Gotthilf é a mais nova executiva da rede social Tumblr no Brasil. A jovem de 25 anos terá como função fazer aliados no mercado nacional e gerenciar o escritório da marca que deve ser montado até 2013.

De acordo com as informações do Estadão, o Brasil já recebeu um investimento de US$ 125 milhões, mas ainda precisa aprender de fato como funciona site, já que de acordo com a Gina, os usuários acessam muito o Tumblr só que permanecem pouco tempo.

“Agora a gente quer mostrar os benefícios de usar o Tumblr como uma comunidade.”, afirmou a Gina. “O Tumblr vai ter o português e é possível ocorra até uma mudança de interface por conta disso’, acrescentou.

Após cursar filosofia e neurociências, a jovem abraçou o seu lado geek e foi trabalhar em agências de mídia gerenciando a parte de mídias sociais. Acabou conhecendo o Mark Coatney, ex-editor da Newsweek e diretor de mídia do Tumblr e foi indicada para o cargo.

Redação Adnews

Tecnisa amplia relacionamento com startups

quinta-feira, dezembro 8th, 2011

Projeto Fast Dating dá oportunidade de negócios para pequenas empresas no ramo imobiliário. Empreendedores terão 20 minutos para apresentar suas propostas aos executivos

Letícia Alasse, do Mundo do Marketing

Cada empreendedor terá 20 minutos para convencer os executivos da construtora sobre a relevância de seu projeto para os negócios da companhia

Rio de Janeiro - A Tecnisa criou o projeto Fast Dating com objetivo de ampliar o relacionamento da empresa com as startups. A iniciativa integra a estratégia de gestão de inovação da companhia e se encaixa em um novo modelo de negociação.

Todos os meses, os executivos da Tecnisa separarão um dia na agenda para encontros rápidos com profissionais de diversas áreas dispostos a mostrar ideias, produtos ou serviços diferenciados.

Cada empreendedor terá 20 minutos para convencer os executivos da construtora sobre a relevância de seu projeto para os negócios da companhia. Para participar, basta acessar o site do programa e enviar a proposta de apresentação. Todos os projetos serão analisados e os que tiverem mais afinidade com os negócios da Tecnisa participarão do encontro.

As empresas que conseguirem conquistar o interesse dos executivos no primeiro encontro serão convidadas para uma reunião extra sem tempo determinado. Com a ação, a Tecnisa pretende gerar novas oportunidades às pequenas empresas e contribuir com soluções de mercado.

A companhia possui ainda o portal Tecnisa Ideias, que é um espaço colaborativo, em que qualquer consumidor pode dar sugestões e contribuir para o crescimento dos negócios imobiliários.