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Viver anuncia segunda mudança de presidência em um mês

segunda-feira, outubro 15th, 2012

Cargo estava sendo ocupado interinamente por Eduardo da Silva Machado, depois da renúncia de Álvaro Simões

Tatiana Vaz, de Exame.com

São Paulo – A Viver Incorporadora e Construtora, ex-Inpar, anunciou hoje o nome de seu novo presidente: Bruno Laskowsky assume o cargo que estava sendo ocupado interinamente por Eduardo da Silva Machado, diretor vice-presidente da companhia. Bruno foi eleito pelo Conselho de Administração e Machado, que ficou apenas um mês no cargo, voltou à posição de diretor.

De acordo com o comunicado da incorporadora, Laskowsky foi eleito porque o conselho acredita que sua experiência no comando de outras empresas do setor “será de grande valia para liderar a Viver em sua nova fase”. O executivo foi CEO da WTorre Properties e da Cyrela Commercial Properties antes de assumir o desafio.

Eduardo da Silva Machado, que já exercia o cargo de diretor vice-presidente de Incorporação, havia sido eleito presidente interino pelo Conselho de Administração da construtora, em 10 de setembro, depois da renúncia de Álvaro Luís Afonso Simões, então presidente da companhia da indústria da construção.

A construtora Inpar adotou o nome Viver em março do ano passado, depois de uma reestruturação de cerca de dois anos iniciada com a entrada do fundo de investimento Paladin Realty Partners no controle acionário da empresa. Alvaro assumiu a presidência da empresa na mesma época e, em outubro, assumiu o cargo interino de vice-presidente financeiro e de relações com investidores depois da renúncia do executivo Otávio Araujo ao cargo.

Desde então, a companhia passou por inúmeras, incluindo a troca de quase todos os diretores durante o período. No final de setembro, a Viver anunciou ao mercado que recebeu um aporte de 50 milhões de reais por meio da emissão de novas ações ordinárias.

Presidente da construtora Viver, ex-Inpar, renuncia ao cargo

terça-feira, setembro 11th, 2012

Eduardo da Silva Machado, que já exercia o cargo de diretor vice-presidente de Incorporação, foi eleito presidente interino pelo Conselho

Tatiana Vaz, de Exame.com

São Paulo – A Viver Incorporadora e Construtora, ex-Inpar, anunciou hoje ao mercado a renúncia de Álvaro Luís Afonso Simões aos cargos de diretor presidente da companhia. O executivo também ocupava, interinamente, a função de diretor vice-presidente financeiro e de relações com investidores da empresa, desde outubro do ano passado.

Eduardo da Silva Machado, que já exercia o cargo de diretor vice-presidente de Incorporação, foi eleito presidente interino pelo Conselho de Administração da construtora. Machado foi diretor de incorporações da Cyrela, vice-presidente da Coelho da Fonseca e diretor geral de atendimento da Lopes.

O executivo exerceu também o cargo de diretor de incorporações residenciais da Tishman Speyer do Brasil e de diretor geral da PDG para classes média e média alta em São Paulo. Ele assume o cargo hoje.

“O Conselho acredita que a experiência de 16 anos de Eduardo em posições executivas em companhias de renome do setor será de grande valia para liderar a companhia em sua nova fase”, afirmou a Viver por meio do comunicado. A empresa não revelou o que motivou a saída de Simões, nem detalhou do que se trata exatamente a nova “fase”.

A construtora Inpar adotou o nome Viver em março do ano passado, depois de uma reestruturação de cerca de dois anos iniciada depois da entrada do fundo de investimento Paladin Realty Partners no controle acionário da empresa. Alvaro saiu da diretoria financeira da Brasil Brokers na mesma época para assumir a presidência da empresa e, em outubro, assumiu o cargo interino de vice-presidente financeiro e de relações com investidores depois da renúncia do executivo Otávio Araujo ao cargo.

A PDG não errou’, diz novo presidente

segunda-feira, setembro 3rd, 2012

Piani culpa o mercado e o crescimento acelerado pela crise que levou a incorporadora a prejuízo de R$ 418 milhões
O Estado de S.Paulo
A Vinci sempre acompanhou de muito perto as estratégias da PDG. O que muda com o retorno da gestora como principal acionista da empresa

A PDG foi criada a partir do fundo de private equity do Pactual por alguns executivos que hoje fazem parte da Vinci. Nessa época, a Vinci ainda não havia sido fundada. Além disso, é preciso diferenciar a atuação dos executivos da Vinci no Board da PDG com a participação do private equity da Vinci na empresa. Esta é a primeira vez que ela entra como acionista relevante na empresa. Portanto não houve retorno, será uma nova gestão.

Por que o sr. aceitou comandar a empresa?

Primeiramente, trata-se de um imenso desafio pessoal e profissional, em que terei a oportunidade de aplicar a minha expertise operacional - adquirida principalmente no turnaround que promovi na Cemar -, aliada à minha experiência em finanças e em outros setores. Como a PDG está entrando em um novo ciclo, imagino que poderei contribuir bastante na aceleração da busca por eficiência e rentabilidade.

Da experiência na distribuidora de energia Cemar, o que o sr. pretende replicar na PDG?

A Cemar estava em uma situação pré-falimentar, com restrições financeiras, limitação no investimento e dificuldades operacionais. Além disso, a percepção do consumidor em relação ao serviço prestado não era boa. Fizemos mudanças na estrutura organizacional, revisamos processos e sistemas e, no ano passado, ela foi reconhecida como a segunda empresa de energia mais eficiente do Brasil. Cemar e PDG são negócios distintos que se encontram em fases diferentes. A Cemar me proporcionou uma experiência operacional que com certeza me ajudará na gestão da PDG.

Quais são seus maiores desafios à frente da incorporadora?

Primeiro, com a ajuda de José Grabowsky, pretendo me familiarizar com a operação e aos poucos mapear as estratégias para o futuro da PDG. O desafio é acelerar o processo de integração de nossas unidades de negócio, ser mais eficiente do ponto de vista operacional, focar na entrega de unidades e na geração de caixa.

Como uma empresa que, no ano passado, era uma das mais lucrativas do setor, hoje é uma das menos rentáveis? O mercado, claro, tem sua parcela de culpa. Mas onde a PDG errou?

Não acho que a PDG errou. São momentos diferentes do setor e do mercado como um todo. O setor cresceu de forma muito acelerada, e a PDG também. O que está acontecendo agora é que o setor deu um freio nessa aceleração para avaliar este cenário, de menor crescimento. Mas tenho vários outros exemplos para te dar. Por exemplo, a área de crédito no Brasil cresceu muito rápido e agora também está passando por ajustes.

O que o sr. pretende fazer para reverter essa situação?

Antes de fazer qualquer colocação a respeito das estratégias para o futuro da empresa, preciso me situar e entender melhor a operação. Acredito que dentro de 60 a 90 dias eu possa ter perspectivas mais claras sobre o que pode ser esperado em termos de mudanças na PDG.

A PDG voltará a ser a maior do Brasil ou a ideia, daqui pra frente, é manter uma operação menor - e mais sob controle?

Uma certeza que tenho é que não precisamos ser a maior. O que quero é transformar a PDG numa grande empresa para os seus acionistas, funcionários e clientes. Tem de ser um bom negócio para todos. Tendo isso, saberemos que tamanho a empresa vai ter.

Sobre atrasos de obra: a partir de quando os consumidores vão sentir as mudanças?

Mesmo antes da entrada da Vinci, a entrega das unidades atrasadas já era uma das prioridades da PDG. Nossa expectativa é de manter essa prioridade.

Gafisa reelege Duilio Calciolari como presidente por mais 3 anos

segunda-feira, maio 28th, 2012

REUTERS
Exame.com
Na mesma reunião, Odair Garcia Senra foi eleito para ocupar a presidência do conselho da empresa

São Paulo - A Gafisa informou que seu conselho de administração reelegeu nesta sexta-feira Duilio Calciolari para um mandato de mais três anos como presidente-executivo da construtora e incorporadora.

Na mesma reunião, Odair Garcia Senra foi eleito para ocupar a presidência do conselho da empresa, sendo dispensado do cargo de diretor de Relações Institucionais.

O conselho também elegeu para um novo mandato, até 25 de maio de 2015, o diretor financeiro e de Relações com Investidores, Andre Bergstein, o diretor-executivo, Sandro Rogério da Silva Gamba, entre outros membros da diretoria.

A reeleição de Calciolari ocorre no momento em que a Gafisa se esforça para normalizar suas operações após diversos trimestres de perdas decorrentes principalmente da Tenda, unidade voltada ao segmento econômico. A companhia fechou o primeiro trimestre com prejuízo de 31,5 milhões de reais.

Braço imobiliário da Camargo Corrêa tem novo presidente

quinta-feira, setembro 29th, 2011

Maurício Tavares Barbosa, ex-diretor de incorporação da CCDI, assume o cargo a partir do início do próximo mês

Daniela Barbosa de Exame.com

São Paulo - A Camargo Corrêa Desenvolvimento imobiliário (CCDI) anunciou na última quarta-feira um novo nome para assumir o cargo de diretor superintendente da companhia. Maurício Tavares Barbosa assume o posto a partir do dia 1º de outubro.

O executivo vai substituir Francisco Sciarotta Neto, que renunciou ao cargo para seguir novos rumos profissionais.

Barbosa atua no setor imobiliário há pelo menos 17 anos e na CCDI trabalha desde 2007, como diretor de incorporação. Ele também já ocupou cargo de destaque na Rossi e na Schahin Cury.

A CCDI, braço do setor imobiliário da Camargo Corrêa, no segundo trimestre do ano somou vendas de 412,36 milhões de reais, alta de 31% na comparação com o mesmo período de 2010

Os dez anos de gestão de Heitor Cantergiani na Rossi - e o que vem pela frente

segunda-feira, setembro 19th, 2011
Em entrevista exclusiva a EXAME.com, executivo faz um balanço de seu mandato e afirma: “não existe desaceleração do setor imobiliário”

Daniela Barbosa, de Exame.com

Heitor Cantergiani: acredito que contribui decisivamente para o crescimento da Rossi

São Paulo – Durante dez anos, Heitor Cantergiani esteve à frente do comando da Rossi e contribuiu para importantes decisões dentro da companhia.  A partir dos próximos meses ele deixa o cargo para assumir uma cadeira no conselho de administração da companhia.

Em seu lugar entrará Leonardo Diniz, diretor comercial da Rossi, que tem como missão dar continuidade ao legado de Cantergiani. O executivo falou com exclusividade a EXAME.com e foi categórico ao afirmar que a desaceleração do setor imobiliário não existe. 

Veja, a seguir, trechos da entrevista concedida por Cantergiani:

EXAME.com: Como você avalia a desaceleração do setor imobiliário a partir de agora?
Heitor Cantergiani
: Não acreditamos em desaceleração. O setor, como todos da indústria, tem movimentações, mas continua com forte demanda e o déficit habitacional continua acima da média. Além disso, vale reforçar que hoje vivemos um momento importante, com mais acesso a crédito e com o Programa Minha Casa Minha Vida do Governo. Com isso, o acesso à casa própria é uma realidade em todo o Brasil.

EXAME.com: Você acredita que os lançamentos a partir de agora tentem a diminuir?
Cantergiani:
O volume de lançamentos tem crescido de forma constante. A Rossi, por exemplo, registrou no segundo trimestre deste ano lançamentos de R$ 1,3 bilhão, valor recorde e 73% maior que o mesmo período de 2010. Se comparado ao primeiro semestre do ano anterior, a empresa cresceu 53%, somando R$ 2 bilhões em unidades lançadas.

EXAME.com: Quais são as reais preocupações diante desse novo cenário?
Cantergiani:
Como todos sabem, o setor depende de mão de obra, tecnologia e terrenos. As empresas precisam estar atentas e endereçar essas questões.

EXAME.com: O que a Rossi tem feito para driblar essas questões?
Cantergiani:
Na Rossi, apostamos em expansão geográfica, diversidade de produtos e planejamento de longo prazo. Contamos com um amplo estoque de terrenos, avaliado em 30 bilhões reais. Esse estoque de terrenos, conhecido em nosso setor como Landbank, totaliza 10 milhões de metros quadrados e nos permitem construir mais de 140.000  unidades.

EXAME.com: Com a mudança de presidente, o que a Rossi espera a partir de agora?
Cantergiani:
Por cerca de dez anos, comandei a empresa na função de CEO. Agora, meu desafio será ainda maior, pois estarei indo ocupar uma posição no conselho de administração da empresa. A posição de CEO será ocupada por Leonardo Diniz, que trabalha na Rossi desde 2001 e atua como diretor comercial desde 2006. Vale ressaltar que ao longo dos últimos meses, ele tem sido preparado para ocupar a nova função e ele está apto para o novo desafio.

EXAME.com: Qual o balanço de sua gestão? O que deve ficar de legado para o novo presidente?
Cantergiani:
Acredito que contribui decisivamente para o crescimento da Rossi, colocando-a entre as mais admiradas do setor. Liderei importantes iniciativas como a padronização da linha de produtos, reestruturação operacional e implantação da diversificação geográfica. Além disso, a Rossi diferenciou-se pelas parcerias e acordos de joint ventures com importantes empresas de todo o Brasil. Leonardo trabalhou junto comigo nessas conquistas e sua gestão dará continuidade a esse trabalho.

EXAME.com: Essa mudança dentro da Rossi tem alguma relação com o novo panorama do mercado?
Cantergiani:
Não, muito pelo contrário. Do ponto de vista executivo, a promoção do Leonardo está prevista em nosso Programa de Desenvolvimento de Carreira, que prevê a promoção e o reconhecimento profissional de seus talentos. Do ponto de vista do conselho de administração, a minha chegada vai intensificar a Governança Corporativa da empresa.

EXAME.com: De que forma esse processo vem sendo feito?
Cantergiani:
Esse processo de transição está sendo feito de forma gradual. Ele foi iniciado há alguns meses, votado pelo Conselho de Administração na última reunião, será validado pela Assembleia Geral de Acionistas e será concluído no final do ano. É muito bom fazer parte de uma empresa que se renova e com visão de futuro.

EXAME.com: Há algum setor que a Rossi planeja focar mais os seus esforços, ou todos os segmentos continuam sendo de extrema importância? Por quê?
Cantergiani:
A estratégia da Rossi prevê a oferta de produtos diversificados, incluindo empreendimentos comerciais e residenciais de alto e médio padrão, além e segmento econômico. A escolha dos terremos e a execução local ficam por conta de nossas nove regionais, que atuam nacionalmente em mais de 90 cidades.

Rossi Residencial indica novo presidente-executivo

terça-feira, setembro 13th, 2011

O diretor comercial Leonardo Nogueira Diniz assumirá o posto que foi ocupado por Heitor Cantergiani, que passará a compor o conselho de administração

Patrícia Büll, da  REUTERS

Fabiano Accorsi/EXAME

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“A iniciativa faz parte do processo de melhoria contínua da governança corporativa e também do programa de desenvolvimento de carreira da Rossi”, afirma a empresa

Rio de Janeiro - A Rossi Residencial comunicou na noite de segunda-feira que seu diretor comercial, Leonardo Nogueira Diniz, foi indicado para o cargo de presidente-executivo, no lugar de Heitor Cantergiani, que passará a compor o conselho de administração da companhia.

Diniz ingressou na Rossi em 2001. Segundo a Rossi, “Cantergiani ocupará posição estratégica como membro externo do conselho de administração e desempenhará funções não executivas”.

A companhia informou que o processo de transição já vem ocorrendo há alguns meses e será concluído até o final deste ano. “A iniciativa faz parte do processo de melhoria contínua da governança corporativa e também do programa de desenvolvimento de carreira da Rossi”, afirma a empresa

Panorâmica - O Estado de S.Paulo

quinta-feira, julho 14th, 2011
Primeira pessoa

Alceu Duilio Calciolari, Presidente da Gafisa

“Foi mais difícil do que imaginávamos”

O senhor assume a Gafisa num período delicado não só para a companhia como para todo o setor, que sofre com a falta de mão de obra qualificada e, consequentemente, com atrasos na entrega das obras. Como o sr. enxerga esse momento?

É desafiador. A boa notícia é que as empresas estão mais maduras, mais planejadas, enxergando melhor os riscos da operação. A Gafisa ainda tem um passivo a ser entregue, mas, ao mesmo tempo, ganhou novo status, se preparou para isso.

A Tenda (adquirida em 2008) é responsável por parte desse passivo?

Em termos de volume, sem dúvida. Em 2011, das 25 mil unidades que vamos entregar, 15 mil são da Tenda. Encontramos mais dificuldades do que imaginávamos. Achávamos que a integração levaria dois anos, mas vai demorar mais do que três.

Foi um erro comprar a Tenda?

Não, foi um acerto estratégico.

Pela demora em entregar resultados, a Gafisa ficou conhecida no mercado como a empresa “do ano seguinte”. Como mudar essa imagem?

Ao longo dos últimos três anos, nossa margem Ebitda cresceu, mas ela ainda é menor que a do mercado. A Tenda e a expansão geográfica trouxeram custos que não estavam previstos. A gente tem esse estigma, mas é preciso uma análise mais profunda. Fizemos uma lição de casa grande. É uma questão de tempo para os resultados aparecerem. No setor, o ciclo é de três anos. Talvez não sejamos a empresa do ano seguinte, mas da década seguinte.

A saída do megainvestidor Sam Zell contribuiu para isso?

No momento em que o âncora da companhia sai, o mercado fica receoso. Por outro lado, a Gafisa não tem problema de sucessão.

Diretor presidente da Gafisa renuncia ao cargo

quarta-feira, maio 11th, 2011

Wilson Amaral deixa a construtora depois de cinco anos como diretor presidente da Gafisa
Reuters

São Paulo - O conselho de administração da Gafisa reconheceu na segunda-feira (9/5) a renúncia do diretor presidente da companhia, Wilson Amaral, e nomeou Alceu Duilio Calciolari como seu substituto, sem especificar o motivo.

Amaral, que havia sido reeleito em dezembro de 2009 para o cargo, permanecerá como membro do conselho, informou a ata da reunião. Sua saída estava prevista para o fim do ano depois de cinco anos como diretor presidente da Gafisa.

Segundo o documento, Calciolari também exercerá o cargo de diretor financeiro e de relações com investidores e terá mandato até 31 de dezembro de 2011.