Posts Tagged ‘Rossi’

Rossi conclui negociações de aumento de capital de R$600 mi

terça-feira, outubro 23rd, 2012

O preço por ação foi fixado em 4 reais, 11 por cento abaixo do previsto inicialmente –4,50 reais
REUTERS

São Paulo - A Rossi Residencial informou nesta segunda-feira que concluiu as negociações para garantir aumento de capital no valor de 600 milhões de reais, cujo valor por ação ficou abaixo do previsto pela construtora e incorporadora.

O preço por ação foi fixado em 4 reais, 11 por cento abaixo do previsto inicialmente –4,50 reais– e quase 18 por cento inferior ao valor de fechamento na sexta-feira na Bovespa, de 4,86 reais.

A Rossi anunciou no início de setembro que estava negociando aumento de capital junto aos acionistas controladores e potenciais investidores para adequar sua estrutura de capital.

Em comunicado nesta segunda-feira, a empresa afirmou que o aumento de capital ainda depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o que deve fazer com que a operação seja concluída até o final de janeiro de 2013.

Acionistas da Rossi aprovam aumento de capital de R$ 500 mi

terça-feira, outubro 9th, 2012

A aprovação se deu na segunda convocação de assembleia geral extraordinária, após a primeira não ter sido instalada por falta de quórum

Vivian Pereira, da Reuters

A Rossi anunciou no início de setembro que estava negociando uma operação de aumento de capital junto aos acionistas controladores

São Paulo - Os acionistas da Rossi Residencial aprovaram em assembleia na segunda-feira um aumento de capital de até 500 milhões de reais para adequar a estrutura de capital da construtora e incorporadora.

A aprovação se deu na segunda convocação de assembleia geral extraordinária, após a primeira não ter sido instalada por falta de quórum.

A Rossi anunciou no início de setembro que estava negociando uma operação de aumento de capital junto aos acionistas controladores e potenciais investidores .

A empresa divulgou na semana passada novo balanço de segundo trimestre em que mostra lucro de 51 milhões de reais ante prejuízo de 9,1 milhões divulgado em agosto para o período.

Rossi Residencial muda balanço e adota “padrão mais conservador”

sexta-feira, outubro 5th, 2012

Ana Fernandes
Valor Econômico - 05/10/2012

Com 49 dias de prazo na apresentação do balanço do segundo trimestre, a Rossi Residencial divulgou, no fim da noite de quarta-feira, uma revisão dos dados do resultado prévio do período, entregue em 15 de agosto. O novo balanço teve alterações em praticamente todas as linhas contábeis e ainda não passou pela auditoria independente, assim como a prévia apresentada há um mês e meio.

Em comunicado enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a empresa afirmou que modificou suas práticas contábeis para um padrão mais “conservador”. A adoção de tais práticas levou a empresa a revisar os resultados não apenas do segundo trimestre, mas todos desde 2009, já que o ciclo da construção é, em média, de três a cinco anos.

As informações trouxeram alguma luz, mas levantaram ainda mais dúvidas entre analistas e investidores sobre a real situação das finanças da Rossi. A incorporadora informou ter realizado ajustes totais de R$ 715,3 milhões em 30 de junho. O grosso dessa revisão, 85%, veio de uma mudança cobrada pela Deloitte, sua nova auditoria. Até o período anterior, a Rossi era auditada pela Ernst & Young Terco.

O prejuízo líquido do segundo trimestre, de R$ 9,06 milhões, virou lucro de R$ 51,3 milhões

A apropriação dos resultados e custos da parte do terreno e da incorporação de um mesmo empreendimento eram feitas de forma separada. Os números das duas etapas entravam em momentos distintos no balanço e elas tinham até margens operacionais diferentes, por serem registradas por SPE”s (Sociedades com Propósitos Específicos) diferentes. Agora, as receitas e custos presumidos de um mesmo empreendimento passam a entrar juntos. A nova regra é retroativa aos últimos três anos.

Com isso, a empresa melhorou os resultados da primeira metade deste ano, mas piorou os dados referentes a 2011, 2010 e 2009. “Na prática, eles tiraram receita do passado e jogaram mais receita no presente”, afirma Flávio Conde, analista da CGD Securities.

Essa movimentação do registro da receita se refletiu nas demais linhas do resultado. O prejuízo líquido do segundo trimestre, de R$ 9,06 milhões, virou um lucro de R$ 51,3 milhões, com alta de 85,2% em relação ao mesmo período de 2011 - com dados também revisados. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi revisado de R$ 90 milhões para R$ 207 milhões, agora representando um crescimento de 99% na mesma comparação com o ano passado.

O impacto negativo dos reajustes foi sentido diretamente no patrimônio líquido. Os lucros contabilizados em anos anteriores, partindo de receitas presumidas, foram estornados. Em 30 de junho, o patrimônio líquido, de R$ 2,79 bilhões na prévia de agosto, caiu para R$ 2,075 bilhões, queda de 25%. “A conclusão é que a empresa vale R$ 700 milhões a menos”, afirma Conde.

Esse é o ponto mais grave também na visão de Eduardo Silveira, analista da BES Securities. “Essa baixa no PL foi maior do que a gente esperava”. O analista comparou com empresas que passaram por problemas financeiros semelhantes recentemente e que estão fazendo operações de aumento de capital em valores equivalentes aos impactos dos estouros de orçamentos. A Brookfield faz uma capitalização de R$ 400 milhões, enquanto a PDG realiza uma operação de R$ 800 milhões. Como a Rossi anunciou que prepara um aumento de capital de R$ 500 milhões, o mercado esperava, no máximo, reajustes dessa ordem.

Outro índice que chamou a atenção do analista foi a alavancagem (endividamento líquido sobre patrimônio líquido). Como as dívidas foram ajustadas para cima e o patrimônio líquido para baixo, esse índice subiu. No segundo trimestre, foi revisado de 108% para 148,5%.

A capitalização da Rossi poderia representar um alívio nesse sentido, mas ainda há dúvidas se a operação vai sair e quem vai garantir o valor de R$ 500 milhões.

Em teleconferência com analistas, realizada ontem, o diretor financeiro e de relações com investidores da Rossi, Cássio Elias Audi, garantiu que a família Rossi irá participar e liderar a capitalização. No entanto, Silveira lembra dos casos da PDG e da Brookfield, em que foi dada uma garantia firme, documentada, de que os controladores garantiriam o aporte. “Uma coisa é garantia firme, agora quando se fala em procurar um grupo de investidores, em esforços do controlador para liderar, a gente não tem como ter certeza se ele [o controlador] vai entrar ou não”.

O mercado permanece com muitas dúvidas com relação ao futuro da Rossi, mas, de maneira geral, o impacto das medidas anunciadas foi negativo.

Logo no início do pregão de ontem, as ações ordinárias da companhia chegaram a registrar alta de 1,7%, mas encerraram com queda 2,71%, a R$ 4,67. A queda foi maior que do índice Ibovespa, que recuou 0,29%, para 58.458 pontos.

Analistas apontam que pode ter havido uma euforia, logo após a divulgação dos resultados, com o prejuízo do segundo trimestre virando lucro. “Acho que houve uma leitura errada dos investidores num primeiro momento talvez. Esse estorno de receita ninguém estava esperando”, afirma Silveira.

O analista não acredita, no entanto, no risco de um problema semelhante, de apropriações de resultados separados de terrenos e incorporações, em outras empresas do setor. Para eles, as demais companhias “arrumaram a casa” e não devem apresentar mais estouros inesperados. Outras fontes ligadas ao mercado disseram que existem empresas menores que se utilizam desse mecanismo, mas que não é uma prática comum entre as grandes incorporadoras.

Em teleconferência, a Rossi afirmou que os impactos no patrimônio líquido decorrentes da mudança serão revertidos em até 18 meses. A empresa anunciou estratégias para melhorar as margens operacionais. (Colaborou Fernando Torres)

Rossi negocia condições de debêntures com credores

segunda-feira, setembro 17th, 2012

Construtora também afirmou que renegociou preventivamente os covenants financeiros de instrumentos de dívida com Bradesco, Caixa Econômica Federal e BTG Pactual

Vivian Pereira, da REUTERS

Segundo a construtora e incorporadora, a “renegociação preventiva dos convents financeiros destina-se a acomodar potenciais melhorias nas práticas contábeis”
São Paulo - A Rossi Residencial informou nesta sexta-feira que está negociando com a Brazilian Securities Companhia de Securitização dispensa do cumprimento de covenants (índices financeiros) até o fim do exercício de 2012.

A Brazilian Securities é a única debenturista da quarta emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da companhia.

Segundo a construtora e incorporadora, a “renegociação preventiva dos convents financeiros destina-se a acomodar potenciais melhorias nas práticas contábeis, atualmente em fase de análise e mensuração, as quais não terão efeito sobre o caixa da companhia”. A empresa acrescentou em comunicado ao mercado que espera que a aprovação “ocorra sem dificuldade”.

A Rossi também afirmou que renegociou preventivamente os covenants financeiros de instrumentos de dívida com Bradesco (primeira emissão de debêntures), Caixa Econômica Federal (terceira emissão de debêntures) e BTG Pactual.

Além da Rossi, outras empresas do país anunciaram renegociações de termos de dívida neste ano, incluindo Usiminas, Fibria, Braskem, em meio ao fraco crescimento da economia.

Minoritário da Rossi deve ficar ligado a detalhes de oferta

quinta-feira, setembro 6th, 2012

Acionistas podem perder 30% de poder com oferta; participação dos controladores está em xeque
Gustavo Kahil, de Exame.com

As ações da Rossi têm queda de 34% em 2012

São Paulo – Os acionistas da Rossi Residencial (RSID3) podem ter a sua participação na empresa diluída em 30% caso escolham não aderir à oferta de ações anunciada pela empresa na quarta-feira e que pretende arrecadar até 500 milhões de reais. A operação será feita com a emissão de papéis ao preço de 4,50 reais, que corresponde à média ponderada por volume dos últimos 60 pregões e mais um desconto de 11,3%.

As ações da construtora despencaram 16% em dois com as notícias sobre a emissão e terminaram a quarta-feira negociadas a 5,07 reais. “Segundo nossos cálculos, assumindo que os recursos serão usados apenas para reforçar o caixa da companhia e, portanto, não empregados de forma rentável, a diluição potencial para o acionista que não aderir é de 30%”, explica a Fator Corretora em um relatório. Além da perda de participação na companhia, outros pontos da oferta chamam a atenção do mercado.

Controladores

O comunicado enviado pela Rossi destaca que a empresa está em “tratativas com os acionistas controladores e potenciais investidores, objetivando garantir a subscrição do aumento de capital”. Ou seja, isso indica que os controladores não possuem recursos para garantir a compra de eventuais sobras da subscrição aos acionistas existentes ou que não têm interesse em aumentar a participação. Daí viria a participação dos tais “potenciais investidores”.

Uma notícia publicada pela agência de notícias DebtWire na terça-feira, a primeira a ventilar a oferta, ressalta que a “família está em conversas com um investidor internacional”. João Rossi Cuppoloni e a família detêm aproximadamente 36% das ações da empresa diretamente ou por meio de fundos e empresas.

Rossi adota linhas de produtos para nichos

terça-feira, agosto 21st, 2012

Construtora adotou foco que engloba produtos voltados para consumidores com necessidades específicas como localização, design, acabamento ou forma de uso do imóvel

Leticia Muniz, Mundo do Marketing

Rio de Janeiro - A Construtora Rossi ampliou a sua matriz de produtos incluindo linhas voltadas para nichos. O novo foco engloba imóveis projetados para consumidores com necessidades específicas como localização, design, acabamento ou forma de uso do imóvel. A estratégia visa a melhor utilização de recursos para fortalecer a marca.
Os empreendimentos foram divididos em três categorias: a Praticidade compreende imóveis desenvolvidos para um público que procura facilidade, conforto e exclusividade e que está disposto a pagar por serviços diferenciados.

Os empreendimentos foram divididos em três categorias: a Praticidade compreende imóveis desenvolvidos para um público que procura facilidade, conforto e exclusividade e que está disposto a pagar por serviços diferenciados.
Já a Segunda Moradia representa projetos em cidades turísticas e os voltados a loteamentos. São indicados para quem quer fugir da rotina das grandes cidades.

O nicho Exclusivo é voltado para construções com poucas unidades, possibilidade de personalização de planta e sistema de segurança predial

Rossi amplia sua matriz de produtos incluindo linhas voltadas a nichos

segunda-feira, agosto 20th, 2012

Portal Fator Brasil

A reorganização do portfólio de produtos visa otimizar processos e investimentos .

A Rossi, uma das principais incorporadoras e construtoras do País, atenta aos mais modernos processos de gestão de marca e tendências do mercado imobiliário, inclui um novo foco de atuação dentro de sua Matriz de Produtos. O Foco Nicho engloba imóveis projetados para pessoas com desejos específicos, seja quanto à localização, design, acabamento ou forma de uso do imóvel. Em 2012, serão lançados quatro empreendimentos da nova Matriz com VGV (Valor Geral de Vendas) de R$ 353 milhões.

“Trabalhamos intensamente no Projeto de Branding para otimizar e gerar unidade nos processos de lançamento de produtos e fortalecer ainda mais a marca Rossi junto aos nossos públicos. Neste contexto, desenvolvemos ferramentas para facilitar a tomada decisões estratégicas e o gerenciamento de nossa operação, levando em conta a missão, visão e valores da empresa”, explica o diretor de Marketing da Rossi, Marcelo Dadian.

O Foco Nicho originou o terceiro volume de um conjunto de Guias que vem organizando o portfólio de produtos da empresa desde 2010. O objetivo deste trabalho é orientar as estratégias de incorporação, projetos, comunicação e gestão da Rossi, visando a melhor utilização de recursos para fortalecer a marca.

“O desenvolvimento destes materiais tornam a Matriz de Produtos algo palpável e de grande importância no desenvolvimento dos nossos projetos imobiliários em todas as cidades em que estamos presentes. Atualmente, trabalhamos com padronização e completa organização em nosso leque de empreendimentos”, completa o diretor de desenvolvimento e projetos, Valdemar Gargantini.

Desenvolvida em conjunto pelas diretorias de Projetos e de Marketing, a Matriz de Produtos Rossi envolve todos os empreendimentos da empresa e é dividida em quatro guias. Os primeiros, dois já adotados, são o Guia Família (de imóveis residenciais focados para famílias em diferentes estágios de vida) e o Guia Comercial (empreendimentos direcionados a investidores, empresas e profissionais liberais). Após o lançamento do Guia Nicho, será desenvolvido o último volume: o Guia Urbanidade, que avalia a vocação dos terrenos e orienta como deve ser um empreendimento urbanístico para a Rossi.

“A Matriz de produtos é mais um dos resultados da implantação do branding na Rossi e reforça o compromisso de projetar todas as expressões da marca em todos os nossos produtos e pontos de contato com os stakeholders. Isto expressa nossa cultura corporativa, nos diferencia dos concorrentes e fortalece nossa competitividade”, afirma a gerente de Marketing Institucional, Vivian Cukier.

A nova matriz Nicho engloba três categorias de empreendimentos: a categoria Praticidade compreende empreendimentos desenvolvidos para um público que procura facilidade, conforto e exclusividade e que está disposto a pagar por serviços diferenciados. Os imóveis têm plantas compactas, de 30 a 90 metros quadrados com ofertas de serviços terceirizados. Esta categoria apresenta duas linhas de produto: Rossi Estilo e Rossi Prisma.

Já a categoria Segunda Moradia representa projetos em cidades turísticas e também os voltados a loteamentos. São indicados para quem quer fugir da rotina das grandes cidades e pretende resgatar os momentos de convívio familiar junto à natureza. As linhas de produto desta categoria são o Rossi Viva e Rossi Encanto.

A categoria Exclusivo é voltada para construções com poucas unidades, itens de acabamento nobres e diferenciados, como automação residencial, possibilidade de personalização de planta, sistema de segurança predial de última geração , utilizando o que existe de melhor para um público alvo extremamente exigente e sofisticado. entre outras vantagens. Contempla uma única linha de produtos, o Rossi Reserva.

Matriz nicho.: Categoria Praticidade -Rossi Estilo: Os projetos dessa linha visam o público investidor, single ou casal sem filhos, que buscam conforto, praticidade, estilo e boa localização em grandes centros urbanos. Oferece ao futuro morador todas as conveniências de serviços que ele pode contratar: lavanderia, manutenção, limpeza, concièrge , entre outros.

Rossi Prisma: pensada para mercados dinâmicos, como grandes centros urbanos, junta num único produto espaços para moradia, trabalho, lazer e serviços. Idealizada para profissionais liberais, empresas, investidores, pessoas solteiras e casais jovens, essa linha oferece apartamentos adaptados a um modo de vida moderno, sem abrir mão do conforto e da praticidade que um empreendimento de múltiplo uso oferece.

Categoria Segunda Moradia-Rossi Viva: Projeto idealizado para dar às famílias a oportunidade de construir a casa dos sonhos em um local com toda a estrutura necessária, mas fora dos centros urbanos. São casas de campo ou de praia para quem procura fugir da rotina e descansar nos finais de semana e nas férias.

Rossi Encanto: Imóveis localizados em cidades turísticas de praia ou serra para famílias e investidores que buscam uma moradia alternativa, fora do caos urbano. As plantas são cuidadosamente pensadas para garantir o conforto, a convivência, a contemplação e a utilização da natureza ao redor.

Categoria Exclusivo -Rossi Reserva: Linha de produtos com poucas unidades, projetos diferenciados e acabamentos sofisticados.. Desenvolvida para uma família formada de classe social elevada Entre os privilégios estão a utilização de tecnologia de ponta, itens de acabamento exclusivos, cuidados intensos com a segurança e a privacidade do morador.

Perfil - A Rossi é uma das principais incorporadoras e construtoras do País. Com mais de 30 anos de existência, a empresa atua nacionalmente e ao longo de sua história já entregou mais de 49 mil unidades.

A Rossi está presente em diversos segmentos do mercado imobiliário, tem 277 empreendimentos em construção e possui em seu portfólio inúmeros sucessos de vendas de imóveis residenciais e comerciais, nos mais variados perfis de renda.

Com base em valores como inovação, valorização das pessoas e sustentabilidade, a empresa acredita na construção de relacionamentos de longo prazo com colaboradores, clientes, fornecedores, parceiros e acionistas.

A Rossi entende que sua missão vai além da construção de residências e locais de trabalho. Seu compromisso é com projetos de vida. [www.rossiresidencial.com.br] [www.rossiresidencial.com.br/mobile].

Rossi inicia processo de reestruturação

terça-feira, julho 3rd, 2012

Chiara Quintão
Valor Econômico - 03/07/2012

A Rossi Residencial demitiu cerca de 100 pessoas, como resultado de sua decisão de reduzir as operações regionais em que atua, segundo fonte do mercado. A companhia demitiu funcionários com o objetivo de cortar custos fixos, de acordo com a mesma fonte, neste processo em que o número de praças de atuação passa de mais de 90 para 30.

Procurada pelo Valor, a Rossi informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que “não comenta especulações ou boatos de mercado”. “Toda e qualquer divulgação relevante da empresa é divulgada por meio de resultados trimestrais ou fatos relevantes/comunicados formais ao mercado”, disse a Rossi, em nota.

Conforme o demonstrativo de resultados da companhia do primeiro trimestre, a incorporadora está presente em 14 estados e no Distrito Federal.

Com a diminuição das praças em que atua, é provável que, na divulgação dos resultados do segundo trimestre, a Rossi comunique, ao mercado, novamente, que realizou venda de terrenos.

No primeiro trimestre, a Rossi comercializou áreas no valor de R$ 149 milhões, com lucro de R$ 32 milhões. Essa venda foi responsável pela maior parcela do lucro da companhia no período.

Durante a teleconferência para comentar os resultados do período com analistas e investidores, o diretor financeiro e de relações com investidores da companhia, Cassio Audi, afirmou que a venda de terrenos, no trimestre, fez parte do “rebalanceamento” do portfólio, em que a empresa sai de projetos que têm margens menores e busca mercados com rentabilidades superiores.

Na semana passada, o HSBC reduziu o preço-alvo das ações da Rossi de R$ 17 para R$ 6. Em relatório, o banco cita que os resultados recentes da companhia foram beneficiados pelos impactos positivos de vendas de terrenos. Sem isso, a margem líquida da Rossi seria “consideravelmente inferior”, conforme o banco.

Ontem, as ações ordinárias da Rossi fecharam cotadas a R$ 4,75, com queda de 3,65%. No ano, os papéis da companhia acumulam queda de 38,32%.

Vendas da Rossi caem 17% no 1º tri, lançamentos recuam

quarta-feira, abril 18th, 2012

A empresa informou nesta quarta-feira que fechou o primeiro trimestre com vendas contratadas de 639 milhões de reais

REUTERS

A velocidade de vendas ficou em 18% nos três primeiros meses do ano

São Paulo - A Rossi Residencial informou nesta quarta-feira que fechou o primeiro trimestre com vendas contratadas de 639 milhões de reais, queda de 17 por cento na comparação com o mesmo período em 2011.

De janeiro a março, os lançamentos da construtora e incorporadora também caíram, em 29 por cento, somando 514 milhões de reais.

Os números não consideram a participação de parceiros nos projetos.

A velocidade de vendas -medida pela relação de venda sobre oferta- ficou em 18 por cento nos três primeiros meses do ano.

Na véspera, a MRV Engenharia também apresentou vendas e lançamentos menores para o primeiro trimestre, quando priorizou a venda de estoques.

Lucro da Rossi cresce ligeiramente e supera previsões

quarta-feira, março 28th, 2012

Empresa lucrou R$ 91,5 milhões no quarto tri, resultado ligeiramente superior ao de um ano antes
Vivian Pereira, da Reuters

Em bases ajustadas, considerando itens não-recorrentes, o lucro líquido da construtora e incorporadora foi de R$ 87 milhões nos três meses até dezembro

São Paulo - A Rossi Residencial fechou o quarto trimestre com lucro líquido de 91,5 milhões de reais, ligeiramente superior ao resultado visto um ano antes, de 90,6 milhões, e acima do previsto pelo mercado.
A média de previsões obtidas pela Reuters junto a seis analistas apontava ganho de 88,2 milhões de reais para a empresa no período.

Em bases ajustadas, considerando itens não-recorrentes, o lucro líquido da construtora e incorporadora foi de 87 milhões de reais nos três meses até dezembro, queda anual de 4 por cento.

Já no fechado do ano o lucro caiu 2,9 por cento, a 339,8 milhões de reais, enquanto o número ajustado ficou praticamente em linha com o resultado de 2010, em 355 milhões de reais.

De outubro a dezembro, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia somou 175 milhões de reais, alta de 23 por cento sobre o ano anterior, com a margem passando de 20 para 19 por cento. A estimativa média de analistas era de Ebitda de 141,2 milhões de reais.

No ano, o Ebitda aumentou 13 por cento, para 585 milhões de reais.

A Rossi apurou receita operacional líquida de 915,5 milhões de reais no quarto trimestre, 28,7 por cento maior ano a ano. Em 2011, a receita cresceu 23,1 por cento, a 3,1 bilhões de reais.

A empresa já havia divulgado em janeiro lançamentos de 1,2 bilhão de reais para o quarto trimestre, 12 por cento superior ao apurado um ano antes. No ano, os lançamentos somaram 4,3 bilhões de reais, crescimento de 27 por cento sobre 2010.

As vendas contratadas ficaram em 914 milhões de reais no trimestre, 1 por cento acima do verificado no ano anterior. No acumulado do ano passado, as vendas somaram 3,5 bilhões de reais, alta de 13 por cento.

Os dados de vendas e lançamentos consideram apenas a fatia da Rossi, sem a participação de parceiros.