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Ação da Tecnisa é como um samba de uma nota só, diz banco

sexta-feira, dezembro 14th, 2012

Analistas criticam a grande exposição ao “Projeto Telefônica” e os atrasos que tem enfrentado

Beatriz Souza, de Exame.com

São Paulo – As ações da Tecnisa (TCSA3) são como um “samba de uma nota só”, avalia o banco Credit Suisse em um relatório crítico sobre as operações da empresa. A referência à música de Tom Jobim se dá por conta da grande participação que o “Projeto Telefônica” tem dentro da companhia. Assim como a obra-prima de Jobim diz: “Eis aqui este sambinha feito numa nota só. Outras notas vão entrar, mas a base é uma só”, a base da Tecnisa é esse projeto (e ele não tem ido pra frente).

Na última segunda-feira, a incorporadora revisou sua projeção de lançamentos para 2012 pela terceira vez neste ano, e desta vez informou que pretende lançar 1 bilhão de reais em valor geral de vendas (VGV) no período. É uma diferença gigante para os 2,8 bilhões de reais anunciados no ano passado.

A companhia afirma que o valor não considera qualquer lançamento que possa vir a ser realizado no “Jardim das Perdizes”, o nome comercial do tão falado Projeto Telefônica. O empreendimento será construído num terreno de 244 mil m², que foi comprado da Telefônica em 2006 por 134 milhões de reais, ou 549 reais por m². Um valor considerado “muito baixo” pelo banco. A ideia é criar na região um bairro planejado e integrado ao seu entorno com apartamentos, escritórios, hotel e áreas de lazer abertas ao público.

Desde a compra, a Tecnisa sofreu para conseguir as aprovações necessárias pela Prefeitura de São Paulo – o que só aconteceu em julho do ano passado. Na previsão inicial, o projeto seria então lançado no começo de 2012. Na época, o Credit Suisse chegou a estimar um retorno de 4 bilhões de reais, dos quais 3 bilhões iriam para a Tecnisa, e um valor líquido de 600 milhões de reais. Isso considerando um preço por m² conservador de 2.200 reais.

“Nós estamos esperando uma melhora na margem bruta em 2014 e na margem de lucro líquido em 2015, já que o Projeto Telefônica deve representar uma parcela maior dos lançamentos nos próximos de anos”, diz Vanessa na análise.

Reputação

Após outra revisão de lançamento de projetos, o Credit Suisse atualizou suas projeções para a Tecnisa. A analista Vanessa Quiroga, que assina o relatório, reduziu o preço-alvo das ações para 9,50 reais – o que representa um potencial de valorização de 17% - e manteve a recomendação neutra.

Segundo a analista, a Tecnisa perdeu um pouco de sua reputação positiva com os investidores depois de relatar o excesso de custos inesperados em canteiros de obra. “Em nossa opinião, quanto mais cedo a empresa anunciar os ajustes de custos, melhor “, diz. Ela lembra que o sucesso das ações da empresa depende exclusivamente de um resultado positivo do Projeto Telefônica.

Tecnisa não anuncia projeções para 2013.

quinta-feira, dezembro 13th, 2012

AE | Estadão Conteúdo

Após anunciar na terça-feira uma diminuição em seu guidance (projeção) de lançamentos para este ano, a Tecnisa decidiu que não irá anunciar suas previsões para o próximo ano. “O guidance dá uma obrigatoriedade para a empresa (de lançar). Não queremos ter nenhuma camisa de força”, explicou o diretor financeiro e de Relações com Investidores, Vasco Barcellos Neto.

Conforme comunicou na terça ao mercado, a Tecnisa reduziu sua meta de lançamentos em 2012 de R$ 1,4 bilhão para R$ 1 bilhão. Segundo a companhia, a revisão foi motivada pelo maior prazo para obtenção de licenças para novos empreendimentos, além de uma revisão da estratégia comercial da própria incorporadora. No acumulado dos três primeiros trimestres de 2012, a Tecnisa lançou um total de R$ 499,6 milhões.

A nova projeção não considera lançamentos que possam vir a ser realizados no megaprojeto Jardim das Perdizes, na zona oeste de São Paulo, onde serão erguidos cerca de 30 torres.

Em relação à posição de caixa e endividamento, o executivo estimou que a Tecnisa deve ter geração operacional de caixa em 2013, dado o grande volume de recebíveis previstos para o ano que vem, estimados em R$ 1,4 bilhão, dentre um total de recebíveis de R$ 3,9 bilhões.

Barcellos também mencionou que, eventualmente, a companhia pode buscar mais financiamento corporativo com o objetivo de rolar dívidas mais onerosas. “Dependendo da oportunidade de tomar dinheiro barato, podemos fazer para eliminar dívidas mais caras”, afirmou, sem especificar quando isso poderá ocorrer.

O vice-presidente da Tecnisa, Joseph Nigri, afirmou que o alvará de aprovação para o lançamento do primeiro empreendimento dentro do megaprojeto Jardim das Perdizes, pode ocorrer ainda em 2012, mas as vendas ficarão para 2013. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Tecnisa pode adiar lançamento de seu maior projeto

segunda-feira, novembro 12th, 2012

Por Chiara Quintão | De São Paulo

Valor Econômico - 12/11/2012

O lançamento dos primeiros empreendimentos do Jardim das Perdizes, maior projeto do portfólio da Tecnisa, pode não ocorrer neste ano. A intenção da companhia é lançar, neste trimestre, quatro empreendimentos residenciais do Jardim das Perdizes, voltados para a média e média-alta renda, com Valor Geral de Vendas (VGV) total de R$ 750 milhões a R$ 1,1 bilhão, mas a câmara técnica da Prefeitura de São Paulo solicitou estudos e relatórios de impacto de vizinhança referentes a dois deles.

Conforme o diretor-executivo técnico da Tecnisa, Fabio Villas Bôas, a companhia já havia apresentado essas informações em relação aos outros dois empreendimentos, que possuem mais de 80 mil m2 de área construída, cada um. Nos outros dois, isso não seria necessário, em decorrência da área menor. “Mas a recomendação do grupo técnico da prefeitura foi que fizéssemos o estudo dos quatro”, contou o executivo.

A solicitação teria ocorrido em função de os quatro terrenos ficarem próximos e terem o mesmo empreendedor. O Jardim das Perdizes pertence à Windsor Investimentos Imobiliários, na qual a Tecnisa tem participação de 68,9%, a PDG Realty, 25%, e a BV Empreendimentos e Participações, 6,1%. O projeto é desenvolvido em terreno de 250 mil m2, que pertenceu à Telefônica, na Barra Funda, na Zona Oeste da cidade de São Paulo.

Com as novas solicitações, a Tecnisa suspendeu o treinamento dos corretores que estavam sendo preparados para as vendas. A comercialização das unidades será feita pela imobiliária Lopes e pelas equipes próprias de vendas da Tecnisa e da PDG. A Tecnisa investiu R$ 12 milhões nos três estandes erguidos no Jardim das Perdizes. A orientação da área técnica da Tecnisa é que o treinamento da força de vendas seja retomado.

Segundo o executivo, parte dos levantamentos realizados para os dois empreendimentos de maior porte serão aproveitados para os demais. Os estudos e relatórios serão apresentados na próxima reunião com a câmara técnica da prefeitura, no dia 29. Se houver aprovação no mesmo dia, os empreendimentos poderão ser lançados em 2012, de acordo com Villas Bôas. “Continuamos brigando para aprová-los ainda neste ano.”

Em meados de agosto, a Tecnisa reduziu sua meta de lançamentos próprios para o ano, de R$ 2,2 bilhões para R$ 1,4 bilhão. De janeiro a setembro, a empresa lançou R$ 499,6 milhões, o correspondente a apenas 35,7% da meta para o ano.

Conforme Villas Bôas, os lançamentos de 2012 devem ficar próximos da meta mesmo se os primeiros empreendimentos do Jardim das Perdizes não saírem neste ano. Segundo ele, há projetos aprovados, mas ainda não registrados, e outros em vias de aprovação para serem lançados.

O Valor Geral de Vendas (VGV) total do Jardim das Perdizes é de R$ 4 bilhões, com participação da companhia de 68,9%.

Tecnisa é processada por clientes de obras atrasadas

sexta-feira, novembro 9th, 2012

Construtora é acionada na Justiça por cobrança considerada indevida de juro e multa sobre valor devido que ainda não pode ser quitado por atraso nas obras
Julia Wiltgen, de Exame.com

São Paulo – A construtora Tecnisa está sendo alvo de ações na Justiça porque estaria cobrando indevidamente juros de mora e multa sobre os valores que os compradores de imóveis em São Paulo deveriam pagar apenas após a conclusão das obras, como se eles estivessem inadimplentes. Acontece que a entrega dos imóveis está atrasada, e a falta do “Habite-se” impede os compradores de obter financiamentos ou usar o FGTS para pagar os valores devidos.

Segundo o advogado Marcelo Tapai, especializado em direito imobiliário e que tem defendido alguns desses consumidores, os empreendimentos atrasados localizam-se nas cidades de Barueri, São José dos Campos, Cotia, toda no estado de São Paulo, além de dois na capital paulista: um na Freguesia do Ó e outro na Vila Nova Conceição. Em todos os casos, o atraso teria superado os 180 dias de tolerância previstos em contrato conforme a praxe de mercado, o que configura descumprimento de contrato.

Tapai explica que, ao comprar um imóvel na planta, o consumidor paga 30% à construtora, em parcelas estipuladas em contrato. Algumas delas podem chegar a se estender para depois que o imóvel for entregue. Os demais 70% podem ser pagos à vista, financiados ou pagos com recursos do FGTS, e a previsão para essa quitação é a data de entrega do imóvel. Como no caso dos empreendimentos da Tecnisa essa data já passou, a construtora estaria cobrando multa de 2% e juros de mora de 1% ao mês sobre os valores ainda devidos por seus consumidores.

Para o advogado, contudo, a cobrança é indevida, uma vez que quem está em atraso é a construtora. O comprador pode simplesmente não conseguir pagar, uma vez que, sem o “Habite-se”, não tem como obter financiamentos ou usar o FGTS. Ele já obteve liminares que suspendem as cobranças extras para seus clientes lesados. “O que a construtora está fazendo é obrigar o consumidor a aceitar um aditivo contratual para concordar com um novo prazo de entrega. Ou seja, o juro e a multa serão cancelados apenas se os compradores aceitarem esse aditamento”, acredita Tapai.

“Mas o consumidor não deve ceder”, completa, acrescentando que quem aceita esse tipo de aditivo contratual está abrindo mão de seus direitos, uma vez que concorda com um atraso maior do que o de 180 dias previsto. Segundo um comprador de um apartamento no empreendimento da Freguesia do Ó que não quer se identificar, a Tecnisa chamou seus clientes para assinar um aditivo contratual, mas ele não compareceu. “Não vou assinar, mas acho que algumas pessoas assinaram”, diz ele. Em nota, a Tecnisa afirma que “não convocou clientes para assinar aditivos com finalidade de prorrogar o prazo”.

Esse comprador afirma que já obteve liminar para suspender as cobranças de juros e multa sobre o seu saldo devedor e que vai entrar com uma ação para obter indenização, uma vez que teve de pagar aluguel por mais tempo do que o previsto. Ele conta que seu empreendimento estava previsto para o primeiro semestre de 2011, mas agora já tem um atraso de cerca de um ano e meio. Inicialmente ele ia financiar o saldo devedor, mas agora decidiu quitar uma parte à vista e usar o FGTS para abater o restante. “Mas eu dependo do ‘Habite-se’ de qualquer jeito”, diz ele, que espera o documento para novembro.

Na mesma nota, a Tecnisa nega que haja “cobrança de multa ou juros moratórios sobre a parcela com pagamento alternativo (FGTS, financiamento ou recursos próprios)”. A empresa afirma ainda que comunica oficialmente aos compradores quanto às alterações e os motivos de novas previsões de entrega das obras, frisando que, quanto à obra da Freguesia do Ó, “conforme informações já prestadas aos clientes, possui a previsão para obtenção do ‘Habite-se’ em novembro.” A empresa reitera ainda que tem prestado informações aos clientes por diversos meios e que as informações adicionais estão disponíveis no Departamento de Relacionamento com o Cliente.

Para quem sofrer algum tipo de cobrança indevida quando a entrega do imóvel atrasar, Marcelo Tapai orienta a não aceitar nenhuma promessa verbal nem aditamento de contrato. “E nunca deixe de pagar a cobrança por conta própria. É preciso conseguir na Justiça o direito de não pagar”, orienta Tapai, para que o consumidor não fique de fato inadimplente.

7 construtoras que escorregaram feio no primeiro semestre

sexta-feira, agosto 17th, 2012

Período castigou o setor de construção civil como um todo, e algumas companhias não conseguiram encerrar o semestre no azul

Daniela Barbosa, de Exame.com

No vermelho

São Paulo - Poucos lançamentos, desaceleração das vendas e liquidação de estoques. O primeiro semestre não foi positivo para o setor de construção civil, principalmente para as incorporadoras de empreendimentos residenciais.

Das 17 companhias de capital aberto que representam esse segmento no país, boa parte delas apresentou queda em seus ganhos na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a consultoria Economática. E pelo menos sete delas fecharam o semestre no vermelho.

Para Erick Scott, analista do setor de construção civil da SLW Corretora, o semestre fraco é reflexo, antes de tudo, da própria desaceleração econômica do país. “As vendas foram menores no período, pois as construtoras estavam focadas em desencalhar os estoques”, afirmou.

A PDG e a Brookfield foram as que mais apresentaram prejuízos nos seis primeiros meses do ano. Juntas, elas somaram perdas de quase 800 milhões de reais no semestre. Segundo Scott, os resultados tão negativos estão atrelados a ajustes de custos que as duas construtoras tiveram que fazer.

“A tendência é que o setor comece a se reerguer daqui para frente. Acredito que o momento mais crítico já tenha ficado para trás. Mas a recuperação não será do dia para noite; deve demorar um pouco e dificilmente deve voltar a ser como era dois anos atrás”, disse o analista.

PDG

Nos seis primeiros meses do ano, a PDG acumulou prejuízo de 417,6 milhões de reais, ante um lucro de 470,3 milhões de reais somado no mesmo período do ano passado.

Segundo a companhia, em seu balanço financeiro, a queda está diretamente ligada à revisão dos orçamentos que a companhia precisou fazer no segundo trimestre do ano.

A construtora fez um acréscimo de 478 milhões de reais em custos no período, boa parte proveniente de obras de terceiros e parceiros.

A PDG espera entregar cerca de 35.000 unidades neste ano, mas revisou o número para 30.000, reposicionando o restante para 2013.

Brookfield

A Brookfield também revisou suas metas para este ano, após o resultado desastroso apresentado no primeiro semestre do ano. A companhia, que tinha metas de lançamentos e vendas de 4,5 bilhões de reais e 4,2 bilhões de reais, reduziu para 3 bilhões de reais e 3,5 bilhões de reais, respectivamente.

No primeiro semestre, a construtora reportou prejuízo de 379,5 milhões de reais. O resultado negativo perda foi atribuído à realização de um ajuste de orçamento, que fez com que a empresa reconhecesse custos adicionais e revertesse receita.

No primeiro semestre de 2011, a Brookfield havia somado lucro de 144 milhões de reais.

Viver

Nos seis primeiros meses do ano, a Viver Incorporadora acumulou prejuízo de 64,7 milhões de reais, ante lucro de 18,5 milhões de reais registrado no mesmo período do ano passado.

Segundo a companhia, o resultado ruim está atrelado à alta de custos no período, ao aumento do número de contratos desfeitos, à desaceleração do ritmo de repasse, que impactou na amortização das dívidas da companhia e, consequentemente, a mais despesas financeiras.

João Fortes

A João Fortes acumulou perdas de 33,2 milhões de reais nos seis primeiros meses do ano. Em 2011, no mesmo período, a construtora havia reportado lucro de quase 7 milhões de reais.

No período, as vendas da companhia caíram quase 40% em relação ao primeiro semestre de 2011, totalizando pouco mais de 67 milhões de reais.

Já as despesas financeiras da companhia cresceram 100%, totalizando 34 milhões de reais.

Gafisa

No segundo trimestre do ano, a Gafisa conseguiu reverter o prejuízo acumulado no mesmo período do ano passado e reportou lucro líquido de 1 milhão de reais; mas, no consolidado do semestre, a construtora apresentou prejuízo de 30,4 milhões de reais.

A Tenda, braço voltado para a baixa renda da companhia, foi mais uma vez a principal vilã para o resultado ruim apresentado pela companhia. Somente ela foi responsável por um prejuízo de mais de 43 milhões de reais no primeiro semestre.

CR2

A CR2 registrou prejuízo de 14,2 milhões de reais no primeiro semestre do ano, apesar da perda, o montante 42% menor que o prejuízo apresentado pela construtora nos seis primeiros meses do ano passado.

No mesmo período, a receita da companhia cresceu mais de 40%, totalizando cerca de 110 milhões de reais.

Tecnisa

A Tecnisa registrou prejuízo de 8,7 milhões de reais no primeiro semestre do ano, ante lucro de 126 milhões de reais acumulado no mesmo período do ano passado.

O resultado negativo foi reflexo do prejuízo apresentado pela construtora no primeiro trimestre do ano de mais de 11 milhões de reais, uma vez que no segundo trimestre, a Tecnisa registrou lucro de 2,6 milhões de reais.

Nos três primeiro meses do ano, a ausência de lançamentos da construtora impactou as vendas que, por sua vez, refletiu negativamente nos ganhos da Tecnisa.

Tecnisa faz desafio para arquitetos e decoradores

quarta-feira, junho 27th, 2012

Profissionais terão a oportunidade desenvolver projeto de espaço modelo para empreendimento da construtora. Ação tem parceria do site de design ClickARQ

Leticia Muniz, do Mundo do Marketing

Rio de Janeiro - A Tecnisa lança hoje, dia 27, um desafio para arquitetos e decoradores criarem o apartamento modelo de 67 metros quadrados para um de seus empreendimentos.

A ação tem a parceria do site de design de interiores ClickARQ e conta com o patrocínio da Fast Shop, que premiará cada um dos três finalistas com um tablet Samsung.

Para participar do desafio, o interessado deve acessar o site do ClickARQ, visualizar a planta do apartamento e fazer a sua decoração. O projeto eleito poderá ser montado pelo vencedor no empreendimento.

Além disso, os finalistas terão a oportunidade de apresentar seus trabalhos aos executivos da Tecnisa no próximo Fast Dating, encontros de 20 minutos promovidos pela companhia com o objetivo de gerar novas oportunidades de negócios.

Imóveis da Tecnisa terão renda garantida

terça-feira, maio 29th, 2012

Portal Fator Brasil

Após a instalação do condomínio, proprietários que quitarem a sala até a entrega receberão 0,8% do valor da unidade mensalmente durante um ano e meio.

Comprar um imóvel e ter a garantia de receber uma renda mensal por um ano e meio após a entrega do imóvel é um benefício a mais que a Tecnisa disponibiliza para seus clientes. Com o objetivo de inovar na rentabilidade de quem investe em imóveis, a companhia pagará, mensalmente, um “aluguel” – 0,8% do valor das unidades – aos clientes que optarem pela “Tabela Curta – Renda Garantida”, ou seja, pagamento total do imóvel até o “habite-se”. Dois meses após a data de instalação da assembleia de condomínio, os clientes TTecnisa começam a receber a renda garantida, independente de o imóvel estar ocupado pelo proprietário ou por locatários.

Os empreendimentos que já terão o renda garantida são New Worker Tower e HUB – Home Urban Business, imóvel de salas comerciais na região de Alphaville, em Barueri (SP), e residenciais e comerciais em Curitiba (PR), respectivamente. A partir de agora, todos os lançamentos comerciais de 2012 passarão a contar com o novo benefício. Os imóveis residenciais voltados para investidores também poderão ser incluídos na promoção. Com a iniciativa, a TECNISA pretende elevar a velocidade de vendas dos empreendimentos e atrair mais clientes que optam pela tabela curta. Atualmente, de 30% a 40% dos imóveis comerciais são vendidos pela tabela curta. A Tecnisa quer elevar essa participação para 70% entre os empreendimentos que contarão com a renda garantida.

Segundo Douglas Duarte, diretor comercial da TTecnisa , a companhia criou uma forma diferente de o cliente enxergar a rentabilidade e a iniciativa deverá ser copiada pelo mercado. “Para muitos compradores de imóveis, aluguel é uma fonte de renda para a vida inteira, principalmente entre os clientes de empreendimentos comerciais. Esses proprietários começam a alugar suas salas logo após a instalação do condomínio e enfrentam uma concorrência local grande no mesmo prédio ou em empreendimentos vizinhos. Por isso, no início, o processo de locação pode ser mais lento. Com a renda garantida, ele pode deixar de alugar o imóvel por 18 meses sem prejuízo de renda. Outra opção é locar o imóvel e conceder um desconto para o locatário nos 12 primeiros meses e ainda conseguir rentabilidade superior a 1% - o que é muito acima do mercado”, afirma o diretor.

Tecnisa lança aplicativo para organização de festas

quinta-feira, março 8th, 2012

Letícia Alasse, do Mundo do Marketing

Ferramenta também premia melhores eventos a cada mês
Rio de Janeiro - A Tecnisa criou o aplicativo “Fábrica de Festas” no Facebook para ampliar a sua presença nas redes sociais e estreitar o relacionamento com o público na internet. Por meio da ferramenta, a construtora pretende melhorar o serviço de convites para eventos na rede social.

Com a novidade, os internautas terão mais facilidade em escolher o tipo de comemoração e o local, entre as opções estão Open House, Esquenta, Aniversário, Churrasco e Jantar.

Também é possível fazer uma lista de pratos e bebidas, quantidade de pessoas e se os amigos contribuirão com as despesas. O aplicativo define ainda se os convidados podem levar alguém e o número de acompanhantes.

Entre março e dezembro de 2012, a Tecnisa premiará com R$ 1.000,00 a festa mais criativa agendada na ferramenta. Para concorrer é preciso cadastrar o evento com nome, foto ou vídeo e ter pelo menos 10 participantes. A empresa divulgará diariamente no Twitter dicas para os internautas terem mais chances de ganhar.

Tecnisa lança canal de dicas no Pinterest

sexta-feira, fevereiro 17th, 2012

AdNews

A Tecnisa agora está no Pinterest, serviço que permite organizar e compartilhar imagens e vídeos com poucos cliques, formando uma vitrine virtual. Lançada há dois anos, a nova rede social já possui mais de 10 milhões de usuários no mundo e é uma das grandes apostas para 2012 nos ambientes digitais.

A construtora criou em seu perfil um canal de dicas de decoração e inovação. Com a novidade, a Tecnisa passa a estar presente em 16 redes sociais.

Quatro boards iniciais já foram criados no canal com apartamentos decorados, lançamentos e inovações da companhia. No principal, “Dicas para o seu lar”, os seguidores encontrarão ideias para receber os amigos, organizar a bagunça ou criar gadgets para a cozinha.

Tecnisa define projeto para área da Telefônica

segunda-feira, fevereiro 13th, 2012

Chiara Quintão | De São Paulo
Valor Econômico - 13/02/2012

A Tecnisa bateu o martelo em relação ao que pretende lançar, em 2012, no “Jardim das Perdizes”, empreendimento que será desenvolvido em terreno de 250 mil m2, que pertenceu à Telefônica, em São Paulo. O Valor Global de Vendas (VGV) total dos lançamentos do projeto, neste ano, será de pouco mais de R$ 1 bilhão, segundo o diretor-executivo técnico da Tecnisa, Fábio Villas Bôas. Já havia a expectativa de lançar esse VGV, mas a decisão final dependia da aprovação e do registro do loteamento, o que ocorreu recentemente. A Tecnisa tem 68,9% do projeto, a PDG Realty, 25%, e a BV Empreendimentos e Participações, os demais 6,1%.

A meta bianual da Tecnisa para lançamentos em 2011 e 2012 era de R$ 5 bilhões (parte da companhia). Considerando os lançamentos de R$ 2,12 bilhões do ano passado, faltam R$ 2,88 bilhões. A parte da Tecnisa de cerca de R$ 700 milhões no VGV do projeto do “Jardim das Perdizes” em 2012 corresponde, portanto, a um quarto do que a empresa fará no ano.

O VGV estimado para quando todo o projeto for desenvolvido é de R$ 4 bilhões, com lançamento em fases, durante três anos. Em 2012, serão lançados três empreendimentos residenciais para classes média e média-alta e parte de um comercial. O comercial terá três torres - uma de lajes corporativas, uma de saletas e um hotel, mas só a de salas de menor porte e um pequeno centro comercial na base comum serão lançados em 2012.