Posts Tagged ‘vendas’

Ações de construtoras disparam com crescimento nas vendas

terça-feira, julho 16th, 2013

Cyrela e MRV agradam investidores com números do segundo trimestre
Beatriz Souza, de Exame.com

São Paulo - As ações das construtoras Cyrela (CYRE3) e MRV (MRVE3) estão em forte alta no pregão desta terça-feira após divulgarem bons resultados de vendas. Na máxima do dia, os papéis da Cyrela subiram 4,67%, negociados a 16,80 reais, e os da MRV 5,38%, cotados a 6,85 reais.
Leia Mais

A Cyrela registrou vendas contratadas de 1,47 bilhão de reais no segundo trimestre, ante 1,06 bilhão de reais um ano antes. Considerando os parceiros, as vendas no trimestre foram de 2,18 bilhão de reais, alta de 66 por cento na comparação anual.

Já os lançamentos no segundo trimestre foram de 1,25 bilhão de reais no período, frente a 911,3 milhões de reais um ano antes.

MRV

Já a MRV teve aumento de quase 50% nas vendas contratadas do segundo trimestre na comparação anual, com foco maior na venda de estoques, enquanto os lançamentos caíram cerca de 40 por cento no período.

“Basicamente a estratégia da companhia este ano é fazer a gestão de estoque. A gente tinha um volume de estoque à venda importante”, disse à Reuters a diretora executiva de Relações com Investidores da MRV, Mônica Simão.

Vendas do comércio eletrônico do Brasil devem crescer 24%

quarta-feira, março 20th, 2013

REUTERS

Segundo e-bit, vendas no setor devem atingir um total de R$ 28 bilhões em 2013

Comércio eletrônico: no ano passado, o setor de eletrodomésticos liderou as vendas online, com 12,4% do total

São Paulo - As vendas no comércio eletrônico brasileiro neste ano devem atingir 28 bilhões de reais, crescimento de cerca de 24 por cento sobre os 22,5 bilhões de reais faturados em 2012, informou nesta quarta-feira a empresa especializada em dados do setor, e-bit.

“A tendência é que o ano apresente resultado melhor que 2012 em virtude da retomada do crescimento econômico e da aceleração das vendas de dispositivos móveis como tablets e smartphones”, afirmou a e-bit. Os dados não incluem serviços e ofertas de sites de compras coletivas, por exemplo.

O resultado do ano passado foi impulsionado pelo desempenho de vendas no segundo semestre, que concentrou datas comemorativas como Dia dos Pais, Dia das Crianças e Natal –data mais importante para o varejo–, além da edição brasileira da Black Friday, cujas vendas somaram 243,8 milhões de reais em 24 horas. O faturamento do comércio eletrônico no Natal de 2012 atingiu 3,06 bilhões de reais.

No ano passado, o setor de eletrodomésticos liderou as vendas online, com 12,4 por cento do total, seguido por moda e acessórios (12,2 por cento) e saúde, beleza e medicamentos (12 por cento).

Venda e preço de imóveis usados caem em 2012 em SP, diz Creci-SP

quinta-feira, fevereiro 28th, 2013

28/02/2013 - 11h15
FOLHA DE SÃO PAULO

As vendas de imóveis de imóveis usados caíram 15,6% em dezembro relação a novembro no Estado de São Paulo, segundo pesquisa do Creci-SP (associação estadual de corretores) com 1.386 imobiliárias de 37 cidades.

Com o resultado, no acumulado de 2012, o volume de imóveis usados vendidos no Estado recuou 19%.

Os preços médios dos imóveis vendidos também caíram no mês –queda de 2,18% em relação a novembro– e acumularam no ano redução de 14,9%.

“O ano foi de baixo crescimento, com o PIB devendo fechar pouco acima de 1%, as famílias ficaram mais endividadas, a inadimplência aumentou e a inflação subiu, e essa situação se refletiu no mercado de imóveis usados”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP.

DEZEMBRO
No último mês do ano, a queda nas vendas foi generalizada nas quatro regiões do Estado que compõem a pesquisa: 16,8% na capital, 10,1% no interior, 3,4% no litoral e 48% nas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco.

Os imóveis mais vendidos no Estado foram os de valor superior a R$ 200 mil, com 50,1% dos contratos formalizados nas imobiliárias pesquisadas, ficando os de valor médio até R$ 200 mil com os restantes 49,9%.

Na média geral do Estado, as imobiliárias registraram descontos médios sobre os preços inicialmente pedidos pelos proprietários de 6,57% nos bairros de regiões periféricas, de 7,2% nos bairros centrais e de 8,48% nos bairros de áreas nobres.

Vendas de imóveis usados em SP crescem 10,31% em outubro

sexta-feira, dezembro 21st, 2012

Terra

As vendas de imóveis usados aumentaram 10,31% na cidade de São Paulo em outubro ante setembro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Crecisp). De janeiro a outubro, o volume de vendas é positivo em 11,11% ante o ano passado.

Do total de imóveis vendidos, 31,84% FORAM CASAS E 68,16% FORAM APARTAMENTOS. Os imóveis mais vendidos foram os de valor superior a R$ 200 mil, com 74,16% dos negócios.

A locação de imóveis residenciais também cresceu no período na capital paulista, subindo 11,61% em outubro ante o mês imediatamente anterior. No acumulado do ano a alta registrada é de 26,95%.

Portal de classificados de imóveis recebe aporte de R$ 30 milhões

quinta-feira, dezembro 20th, 2012

Atualmente, o site conta com mais de 550 mil imóveis cadastrados, além de registrar mais de 2,5 milhões de visitas por mês
Infomoney
Por Karla Santana Mamona

SÃO PAULO - O VivaReal, portal de classificados para venda, compra e aluguel de imóveis, anunciou nesta quarta-feira (19) que recebeu um aporte de R$ 30 milhões. A nova rodada de investimentos foi liderada pela Valiant Capital Partners, além dos fundos Monashees Capital e Kaszek Ventures.

O valor será destinado principalmente ao marketing, à contratação de novos executivos, desenvolvimento da plataforma de TI e à abertura de novos escritórios no Brasil e aquisições. A expectativa é de abertura de mais de seis filiais, instaladas nas principais cidades brasileiras.
A expectativa é de abertura de mais de seis filiais, instaladas nas principais cidades brasileiras (Getty Images)
Atualmente, o site conta com mais de 550 mil imóveis cadastrados, além de registrar mais de 2,5 milhões de visitas por mês.

“Esse novo aporte vai permitir acelerar os negócios, aumentar a oferta de imóveis em regiões além dos grandes centros urbanos”, disse o CEO do VivaReal, Brian Requarth.

Vendas de imóveis novos em SP caem 2,2% em outubro

terça-feira, dezembro 11th, 2012

Em outubro, foram lançados 2.359 unidades, recuo de 38% ante setembro e menos 26,9% em relação ao mesmo mês do ano passado

Circe Bonatelli, da Agência Estado

SÃO PAULO - As vendas de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo totalizaram 1.972 unidades em outubro, queda de 46,3% ante setembro e de 2,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. As vendas acumuladas entre janeiro e outubro chegaram a 21.176, número 3,3% abaixo do registrado no mesmo período de 2011. A pesquisa foi divulgada na manhã desta segunda-feira pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

Os lançamentos, por sua vez, apresentaram queda mais acentuada na comparação com 2011. Em outubro, foram lançados 2.359 unidades, recuo de 38% ante setembro e menos 26,9% em relação ao mesmo mês do ano passado. No acumulado dos primeiros dez meses de 2012, foram lançados 26.551 imóveis, 29,0% menos que no mesmo período de 2011.

A velocidade das vendas (total de unidades vendidas dentre o total disponível) nos últimos 12 meses até outubro foi de 60,9%, indicando que a comercialização de imóveis neste ano está mais lenta que na mesma época de 2011, quando atingiu 62,6%.

Apesar do desaquecimento do mercado imobiliário, o Secovi-SP aponta sinais de melhora, entre os quais a velocidade de vendas de outubro acima da média de 2012, de 60,5%. Além disso, outubro foi o segundo mês com maior volume de lançamentos, perdendo apenas para setembro, que atingiu 3.805 unidades.

O Secovi-SP explica que a redução das atividades econômicas ao redor do mundo contribuiu para a timidez na desenvoltura da economia brasileira e, consequentemente, do mercado imobiliário neste ano. Além disso, outros fatores devem ser levados em conta na análise dos resultados, segundo avaliação do presidente do sindicato, Cláudio Bernardes. “Os custos financeiros resultantes da demora na aprovação (de novos projetos) e as contrapartidas exigidas pelos licenciadores vêm contribuindo para reduzir a produção de novos empreendimentos, encarecer o custo do terreno e elevar o preço dos imóveis”, afirmou, em nota.

Em relação ao pacote de incentivos para o setor de construção civil anunciados na semana passada pelo governo federal, o Secovi-SP considerou positivas para o setor a redução da alíquota do Regime Especial de Tributação (RET) de 6% para 4%, o aumento no limite do “RET social” para aplicação da alíquota de 1% de valor máximo do imóvel de R$ 85 mil para R$ 100 mil, e o capital de giro da Caixa Econômica Federal para micro, pequenas e médias empresas da construção civil. “Essas medidas poderão contribuir para a retomada do crescimento sustentável do setor”, acrescentou em nota Celso Petrucci, economista-chefe do sindicato. Já sobre a desoneração sobre a folha de pagamentos, o Secovi-SP disse que ainda requer melhor conhecimento da regulamentação.

Imóveis em liquidação

quarta-feira, dezembro 5th, 2012

Por Sérgio Tauhata | De São Paulo
Valor Econômico - 05/12/2012

Se há bolha ou não, o fato é que nenhum estouro ocorreu até agora. Os preços dos imóveis continuam a subir, embora em ritmo mais compatível com o da inflação. Mas, mesmo nesse cenário ainda ligeiramente aquecido, os consumidores conseguem comprar um apartamento ou uma casa nova com até 30% de desconto. Contradição? Nada disso. Tampouco se trata do início de uma queda generalizada. A freada na forte valorização ocorrida nos últimos anos é que fez vir à tona novamente os “saldões” e as vendas promocionais.

Hoje, além das liquidações pontuais, os descontos do setor assumem formas variadas. Entre as mais recentes estão os chamados “outlets” imobiliários, que funcionam de modo semelhante aos clubes de compras on-line. Os portais exibem por um tempo determinado, em geral até 60 dias, lançamentos com preços em média 5% a 10% menores, mas que podem chegar a ficar até 30% abaixo da tabela.

A mágica do preço menor passa pelo estoque das incorporadoras. Unidades não vendidas ou devolvidas geram custo, como condomínio, impostos e taxas, para as companhias. Por isso, as empresas, em geral, oferecem bons descontos para repassar o mais rápido possível essas casas, apartamentos ou escritórios. Esse encalhe dos lançamentos fornece a matéria-prima dos outlets. Do outro lado, para as incorporadoras, os portais se tornam vitrines das promoções, uma espécie de saldão mais discreto do estoque de imóveis.

Existem no país quatro serviços desse tipo, quase todos abertos há poucos meses, com exceção do PromoImoveis, lançado em 2011. RealtOn e Homes4Less surgiram neste ano, enquanto o ImoveisOutlet foi anunciado, mas ainda não está no ar. “Temos parceria com dez incorporadoras, que acharam uma excelente ideia para fazer com que o estoque delas baixasse”, afirma o sócio-fundador da Homes4Less, José Luis Ribas. No modelo de negócios, a remuneração vem da comissão, entre 4% e 6% sobre o valor das vendas. As ferramentas virtuais oferecem imóveis de quase todas as faixas de preços, de R$ 200 mil a R$ 4 milhões. No entanto, a maior busca tem sido por propriedades entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão. “A maior parte do meu público tem buscado imóveis acima de R$ 500 mil. Mas, cada vez mais, estou com busca por casas e apartamentos acima de R$ 1 milhão”, diz Ribas.

Os descontos, porém, não são uniformes. Os mais agressivos são raros e os negócios, em geral, fechados com preços até 10% menores. O comerciante Baltazar Lisboa, de 42 anos, tem frequentado assiduamente os outlets imobiliários, mas ainda não encontrou a oferta dos seus sonhos. “Achei muito interessante os serviços. Mas tem de garimpar para encontrar uma ótima oportunidade. Para mim, o ideal seria ganhar 20%. Não tenho pressa. Vou continuar procurando”, afirma.

Melhor sorte teve o empresário Antonio Scagtino, 38 anos, que encontrou, por meio de um outlet virtual, uma oportunidade. “Já estava procurando há três meses um imóvel na faixa de 60 a 80 metros quadrados. Até que finalmente achei na RealtOn um apartamento que já tinha visitado antes, mas com 25% de desconto.”

O empresário adquiriu a propriedade de dois quartos e uma suíte no Panamby, na zona Sul de São Paulo, para locação. Scatigno já pensa em outras aquisições. “Tenho interesse de comprar outros imóveis para investimento. Tem lugares que vão valorizar ainda, como bairros mais afastados”, avalia.

O CEO da RealtOn, Rogério Santos, vê os investidores como principal público dos serviços virtuais. “Hoje, 60% dos nossos clientes são pessoas que procuram bons negócios para investir.” Segundo o executivo, a média dos descontos conseguidos é de 15%. Os preços mais baixos têm sido um chamariz eficiente: com menos de um ano de funcionamento, o serviço já efetuou 400 vendas pelo site e por telefone, de acordo com dados da empresa.

Os preços muito baixos, no entanto, podem esconder características às vezes indesejadas. “Coberturas, uma localização na face sul, no primeiro andar. São unidades mais difíceis de comercializar e tendem a ganhar descontos maiores”, explica Ribas, da Homes4Less.

Os melhores preços dependem da localização, do perfil do imóvel, do tempo em que a unidade está em estoque e da forma de pagamento - quem tem dinheiro para pagar à vista consegue mais vantagens. Propriedades de alto padrão, como apartamentos de quatro ou mais dormitórios, são apontados pelos especialistas como aqueles com maior potencial de atingir preços mais baixos.

Se o objetivo é investimento, não basta conseguir um bom desconto na compra. É necessário analisar se o imóvel tem um potencial de valorização capaz de dar um retorno atraente ao investidor. Como em todo investimento, não basta comprar “barato”. É preciso conseguir vender “caro” para ter um bom lucro.

SP: imóveis usados reagem com alta de 16% após três meses de queda

quinta-feira, novembro 1st, 2012

Monitor Digital
01/11/2012 - 11:20:47

Share on orkutShare on twitterShare on facebookShare on emailMore Sharing Services1O mercado de imóveis usados interrompeu em agosto a seqüência de três meses de queda nas vendas no Estado de São Paulo ao registrar crescimento de 16% na comparação com julho. Houve reação também no mercado de locação residencial, que vinha com dois meses em queda e fechou agosto com expansão de 24,64% no número de casas e apartamentos alugados.

Pesquisa feita com 1.418 imobiliárias de 37 cidades do Estado pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP) registrou que o índice estadual de vendas evoluiu de 0,6013 em julho para 0,6975 em agosto. Essa alta de 16% é resultado do aumento de vendas em três das quatro regiões pesquisadas: na capital (+47,61%), no interior (+15,52%) e nas cidades de Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Guarulhos e Osasco (+7,38%). As vendas caíram 0,88% no litoral.

As imobiliárias pesquisadas alugaram em agosto 3.605 imóveis - com projeção de 25.773 imóveis alugados - , número que fez o índice estadual de locação crescer 24,64%, de 2,0398 em julho para 2,5423 em agosto. O número de novas locações teve alta expressiva no interior (+40,8%) e na capital (+32,05%) em agosto na comparação com julho, mas registrou queda no litoral (-9,62%) e nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco (-4,10%).

O bom desempenho das vendas e da locação no período impactou positivamente o Índice Estadual de Preços de Imóveis Usados Residenciais do Creci-SP. O índice Creci-SP registrou crescimento de 30,22% em relação a julho, com alta acumulada de 7,7% no ano. Foram computados no índice de agosto preços de venda e valores de locação de 4.130 imóveis pesquisados nas 37 cidades do Estado.

O balanço de janeiro a agosto da pesquisa Creci-SP mostra que o volume acumulado de imóveis usados negociados no Estado é negativo em 4,72%. O mercado de locação residencial acumula resultado positivo, de 22,71%.

- É sempre mais fácil alugar do que comprar um imóvel, mesmo sendo usado, o que explica os resultados diferenciados acumulados nesses dois mercados - afirma José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP.

Ainda segundo ele, “o mercado de imóveis usados poderá reverter o resultado negativo nos próximos meses se parte do dinheiro extra que vai entrar na Economia se destinar à compra da casa própria”.

Esses recursos adicionais são os relativos a bônus de participação em resultados normalmente pagos pelas empresas nesta época, os ganhos em dissídios salariais de grandes categorias profissionais, como os bancários, e o 13º.

A pesquisa Creci-SP apurou que casas e apartamentos usados com valor final de venda superior a R$ 200 mil foram os mais vendidos no Estado de São Paulo em agosto, com participação de 58% no total de contratos formalizados nas 1.418 imobiliárias consultadas. Elas venderam mais apartamentos (53,79% do total) do que casas (46,21% do total).

A maioria das vendas em agosto foi feita por meio de financiamento bancário em três das quatro regiões que compõem a pesquisa Creci-SP. O maior percentual de imóveis vendidos dessa forma - 72,72% dos contratos - foi registrado nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco. No interior, 70,23% dos imóveis vendidos estavam lastreados em crédito de bancos.

Na capital, as vendas de imóveis financiados representaram 50,63% do total. O litoral foi a única região em que as vendas à vista superaram as feitas com crédito de bancos, com 47,75% e 47,3% respectivamente.

Os bairros de regiões centrais das cidades pesquisadas foram os que concentraram a maioria das vendas de imóveis no interior (84,33% do total), no litoral (64,41%) e nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco (80,42%).

Casas e apartamentos com aluguel mensal de até R$ 800 representaram 50,48% do total de novas locações formalizadas em agosto nas 1.418 imobiliárias que responderam à pesquisa do Creci-SP nas 37 cidades pesquisadas. Elas alugaram 1.930 casas, o equivalente a 53,56% do total, e 1.674 apartamentos, correspondente a 46,44% das locações.

A pesquisa Creci-SP constatou que 63,94% das locações efetivadas em agosto tinham o fiador como garantidor dos pagamentos em caso de inadimplência dos inquilinos, mas essa preferência se distribuiu de forma diferenciada pelas quatro regiões que integram a pesquisa. O fiador esteve presente em 42,99% dos contratos na capital, em 87,21% no interior, em 43,16% no litoral e em 47,08% nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco.

O número de inquilinos inadimplentes aumentou 1,33%, passando de 3,75% do total de contratos em julho para 3,8% em agosto. As imobiliárias receberam de volta de inquilinos que tinham contrato em vigor 2.042 casas e apartamentos, número equivalente a 56,57% do total de novas locações.

Os bairros localizados em regiões centrais das cidades continuam sendo os preferidos dos novos inquilinos. Em agosto, pertenciam à região central 80,48% dos imóveis alugados no interior; no litoral, eles eram 76,84%, percentual que foi de 75% nas cidades do A, B, C, D, Guarulhos e Osasco.

A pesquisa Creci-SP foi realizada em 37 cidades do Estado de São Paulo: Americana, Araçatuba, Araraquara, Bauru, Campinas, Diadema, Guarulhos, Franca, Itu, Jundiaí, Marília, Osasco, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo, Sorocaba, Taubaté, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião, Bertioga, São Vicente, Peruíbe, Praia Grande, Ubatuba, Guarujá, Mongaguá e Itanhaém.

Empresa espera mais vendas de imóveis residenciais

quarta-feira, outubro 31st, 2012

Agência Estado

O quarto trimestre deve apresentar uma velocidade de vendas maior no setor imobiliário residencial, de acordo com estimativas de José Roberto Federighi, diretor da imobiliária Brasil Brokers em São Paulo. Apesar de o período ser tradicionalmente mais forte, deve haver um incentivo extra em razão do grande volume de lançamentos de projetos que foram postergados de meses anteriores para o fim do ano. “Quanto mais lançamentos, mais vendas”, disse nesta terça-feira, em entrevista para a Agência Estado durante o Congresso Cityscape Latin America, que reúne empresários, investidores e especialistas do setor.

Federighi lembrou que muitas incorporadoras passaram por processos de reorganização interna ao longo do ano, reduzindo ou simplificando o tamanho de suas operações. Além disso, houve mais dificuldade das empresas na obtenção de licenças para novos projetos junto ao poder público. Esses fatores fizeram com que alguns empreendimentos fossem adiados.

Apesar de ainda haver uma demanda forte por parte dos consumidores, Federighi pondera que há cidades e bairros com excesso de oferta. Dessa forma, a velocidade de vendas dependerá da adequação dos projetos ao público consumidor e às características da região. “Passou a fase da euforia”, em que se vendia todas as unidades de um empreendimento em pouquíssimo tempo, disse o executivo. “Os projetos voltados para o usuário final (morador) estão na velocidade histórica”, completou, referindo-se a vendas de 30% a 35% das unidades no momento dos lançamentos.

O executivo também observou que, com o ciclo de redução das taxas de juros, muitos investidores voltaram a procurar o mercado imobiliário, já que a remuneração de outros investimentos ficou menos atrativa. “Temos visto no segundo semestre uma retomada do investidor e do poupador do mercado imobiliário. Muitos projetos foram vendidos rapidamente, em velocidade acima do normal”, disse.

Para 2013, o diretor da Brasil Brokers acredita que há espaço para uma recuperação no volume de lançamentos em relação a 2012, principalmente na região metropolitana de São Paulo, onde há mais terrenos disponíveis e menor dificuldade para aprovação de novos projetos. “Acredito em recuperação, mas é difícil saber em qual patamar”, disse.

Cyrela investe em marketing para cumprir meta de vendas

quinta-feira, outubro 25th, 2012

Com a iniciativa, a empresa segue na contramão de outras construtoras que vêm oferecendo descontos nos valores de imóveis para impulsionar as vendas

Vivian Pereira, da REUTERS

São Paulo - A Cyrela Brazil Realty está lançando mão de uma campanha de marketing como ferramenta para ajudar a construtora e incorporadora a cumprir a projeção de vendas traçada para 2012, que foi reduzida na semana passada em decorrência da desaceleração dos lançamentos.

A companhia lançou nesta quinta-feira a segunda fase de uma campanha voltada potenciais compradores na Internet que conta com investimento superior a 1 milhão de reais e tem como objetivo resultar em vendas contratadas de 225 milhões de reais no atual trimestre.

O adiamento de lançamentos fez a empresa revisar a meta de vendas em 2012 para entre 6 bilhões e 7 bilhões de reais na semana passada. A estimativa anterior era de que as vendas contratadas ficassem entre 6,9 bilhões e 8 bilhões de reais neste ano.

Citando um processo de aprovação mais lento para novos lançamentos ao longo deste ano, principalmente em São Paulo, a construtora adiou para 2013 projetos relevantes com lançamento previsto para o atual semestre.

Com a iniciativa, a Cyrela segue na contramão de outras construtoras que vêm oferecendo descontos nos valores de imóveis para impulsionar as vendas, as quais vêm desaquecendo desde o início do ano.

Na primeira fase da campanha, realizada entre março e maio deste ano, a expectativa de vendas foi superada em 130 por cento, somando 170 milhões de reais, segundo a empresa.

Com duração de seis meses, a segunda fase inclui criação de conteúdo para o site da companhia, como entrevistas com especialistas do setor, reportagens e discussões com profissionais da construção civil.

“Informação é fundamental para que o cliente decida sobre a compra ou investimento em imóveis, por isso… aprimoramos o nosso conteúdo, com a finalidade de criarmos um relacionamento de longo prazo e também de nos tornarmos fonte de informação para todo o mercado”, afirmou o gerente de Comunicação da Cyrela São Paulo e responsável pela campanha, Pablo Oliveira.