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Moody’s rebaixa incorporadora Viver por problema de liquidez

terça-feira, dezembro 4th, 2012

Desempenho operacional não deve melhorar antes de 2014, estima agência

Gustavo Kahil, de Exame.com

São Paulo – A agência de classificação de risco Moody’s rebaixou a nota de classificação de crédito da incorporadora Viver (VIVR3) ao verificar uma deterioração nos indicadores de crédito e na posição de liquidez. A nota passou de B2 para B1 em escala global e a perspectiva permanece negativa. A empresa tem 300 milhões de reais em debêntures com vencimento em 2016.

“Apesar da empresa ter anunciado um plano de reestruturação, o qual inclui a venda de ativos não estratégicos e capitalização dos acionistas, Moody’s acredita que haja baixa probabilidade de que o desempenho operacional e os indicadores de crédito se recuperem substancialmente antes de 2014”, ressaltam os analistas Cristiane Spercel e Brian Oak.

A Viver apresentou no terceiro trimestre do ano um prejuízo líquido de 185,6 milhões de reais, um forte aumento das perdas na comparação com os 48,7 milhões de reais um ano antes. A receita líquida no período ficou em 15,9 milhões de reais. No ano, as ações da companhia acumulam uma queda de 48%.

Viver anuncia segunda mudança de presidência em um mês

segunda-feira, outubro 15th, 2012

Cargo estava sendo ocupado interinamente por Eduardo da Silva Machado, depois da renúncia de Álvaro Simões

Tatiana Vaz, de Exame.com

São Paulo – A Viver Incorporadora e Construtora, ex-Inpar, anunciou hoje o nome de seu novo presidente: Bruno Laskowsky assume o cargo que estava sendo ocupado interinamente por Eduardo da Silva Machado, diretor vice-presidente da companhia. Bruno foi eleito pelo Conselho de Administração e Machado, que ficou apenas um mês no cargo, voltou à posição de diretor.

De acordo com o comunicado da incorporadora, Laskowsky foi eleito porque o conselho acredita que sua experiência no comando de outras empresas do setor “será de grande valia para liderar a Viver em sua nova fase”. O executivo foi CEO da WTorre Properties e da Cyrela Commercial Properties antes de assumir o desafio.

Eduardo da Silva Machado, que já exercia o cargo de diretor vice-presidente de Incorporação, havia sido eleito presidente interino pelo Conselho de Administração da construtora, em 10 de setembro, depois da renúncia de Álvaro Luís Afonso Simões, então presidente da companhia da indústria da construção.

A construtora Inpar adotou o nome Viver em março do ano passado, depois de uma reestruturação de cerca de dois anos iniciada com a entrada do fundo de investimento Paladin Realty Partners no controle acionário da empresa. Alvaro assumiu a presidência da empresa na mesma época e, em outubro, assumiu o cargo interino de vice-presidente financeiro e de relações com investidores depois da renúncia do executivo Otávio Araujo ao cargo.

Desde então, a companhia passou por inúmeras, incluindo a troca de quase todos os diretores durante o período. No final de setembro, a Viver anunciou ao mercado que recebeu um aporte de 50 milhões de reais por meio da emissão de novas ações ordinárias.

Presidente da construtora Viver, ex-Inpar, renuncia ao cargo

terça-feira, setembro 11th, 2012

Eduardo da Silva Machado, que já exercia o cargo de diretor vice-presidente de Incorporação, foi eleito presidente interino pelo Conselho

Tatiana Vaz, de Exame.com

São Paulo – A Viver Incorporadora e Construtora, ex-Inpar, anunciou hoje ao mercado a renúncia de Álvaro Luís Afonso Simões aos cargos de diretor presidente da companhia. O executivo também ocupava, interinamente, a função de diretor vice-presidente financeiro e de relações com investidores da empresa, desde outubro do ano passado.

Eduardo da Silva Machado, que já exercia o cargo de diretor vice-presidente de Incorporação, foi eleito presidente interino pelo Conselho de Administração da construtora. Machado foi diretor de incorporações da Cyrela, vice-presidente da Coelho da Fonseca e diretor geral de atendimento da Lopes.

O executivo exerceu também o cargo de diretor de incorporações residenciais da Tishman Speyer do Brasil e de diretor geral da PDG para classes média e média alta em São Paulo. Ele assume o cargo hoje.

“O Conselho acredita que a experiência de 16 anos de Eduardo em posições executivas em companhias de renome do setor será de grande valia para liderar a companhia em sua nova fase”, afirmou a Viver por meio do comunicado. A empresa não revelou o que motivou a saída de Simões, nem detalhou do que se trata exatamente a nova “fase”.

A construtora Inpar adotou o nome Viver em março do ano passado, depois de uma reestruturação de cerca de dois anos iniciada depois da entrada do fundo de investimento Paladin Realty Partners no controle acionário da empresa. Alvaro saiu da diretoria financeira da Brasil Brokers na mesma época para assumir a presidência da empresa e, em outubro, assumiu o cargo interino de vice-presidente financeiro e de relações com investidores depois da renúncia do executivo Otávio Araujo ao cargo.

7 construtoras que escorregaram feio no primeiro semestre

sexta-feira, agosto 17th, 2012

Período castigou o setor de construção civil como um todo, e algumas companhias não conseguiram encerrar o semestre no azul

Daniela Barbosa, de Exame.com

No vermelho

São Paulo - Poucos lançamentos, desaceleração das vendas e liquidação de estoques. O primeiro semestre não foi positivo para o setor de construção civil, principalmente para as incorporadoras de empreendimentos residenciais.

Das 17 companhias de capital aberto que representam esse segmento no país, boa parte delas apresentou queda em seus ganhos na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo a consultoria Economática. E pelo menos sete delas fecharam o semestre no vermelho.

Para Erick Scott, analista do setor de construção civil da SLW Corretora, o semestre fraco é reflexo, antes de tudo, da própria desaceleração econômica do país. “As vendas foram menores no período, pois as construtoras estavam focadas em desencalhar os estoques”, afirmou.

A PDG e a Brookfield foram as que mais apresentaram prejuízos nos seis primeiros meses do ano. Juntas, elas somaram perdas de quase 800 milhões de reais no semestre. Segundo Scott, os resultados tão negativos estão atrelados a ajustes de custos que as duas construtoras tiveram que fazer.

“A tendência é que o setor comece a se reerguer daqui para frente. Acredito que o momento mais crítico já tenha ficado para trás. Mas a recuperação não será do dia para noite; deve demorar um pouco e dificilmente deve voltar a ser como era dois anos atrás”, disse o analista.

PDG

Nos seis primeiros meses do ano, a PDG acumulou prejuízo de 417,6 milhões de reais, ante um lucro de 470,3 milhões de reais somado no mesmo período do ano passado.

Segundo a companhia, em seu balanço financeiro, a queda está diretamente ligada à revisão dos orçamentos que a companhia precisou fazer no segundo trimestre do ano.

A construtora fez um acréscimo de 478 milhões de reais em custos no período, boa parte proveniente de obras de terceiros e parceiros.

A PDG espera entregar cerca de 35.000 unidades neste ano, mas revisou o número para 30.000, reposicionando o restante para 2013.

Brookfield

A Brookfield também revisou suas metas para este ano, após o resultado desastroso apresentado no primeiro semestre do ano. A companhia, que tinha metas de lançamentos e vendas de 4,5 bilhões de reais e 4,2 bilhões de reais, reduziu para 3 bilhões de reais e 3,5 bilhões de reais, respectivamente.

No primeiro semestre, a construtora reportou prejuízo de 379,5 milhões de reais. O resultado negativo perda foi atribuído à realização de um ajuste de orçamento, que fez com que a empresa reconhecesse custos adicionais e revertesse receita.

No primeiro semestre de 2011, a Brookfield havia somado lucro de 144 milhões de reais.

Viver

Nos seis primeiros meses do ano, a Viver Incorporadora acumulou prejuízo de 64,7 milhões de reais, ante lucro de 18,5 milhões de reais registrado no mesmo período do ano passado.

Segundo a companhia, o resultado ruim está atrelado à alta de custos no período, ao aumento do número de contratos desfeitos, à desaceleração do ritmo de repasse, que impactou na amortização das dívidas da companhia e, consequentemente, a mais despesas financeiras.

João Fortes

A João Fortes acumulou perdas de 33,2 milhões de reais nos seis primeiros meses do ano. Em 2011, no mesmo período, a construtora havia reportado lucro de quase 7 milhões de reais.

No período, as vendas da companhia caíram quase 40% em relação ao primeiro semestre de 2011, totalizando pouco mais de 67 milhões de reais.

Já as despesas financeiras da companhia cresceram 100%, totalizando 34 milhões de reais.

Gafisa

No segundo trimestre do ano, a Gafisa conseguiu reverter o prejuízo acumulado no mesmo período do ano passado e reportou lucro líquido de 1 milhão de reais; mas, no consolidado do semestre, a construtora apresentou prejuízo de 30,4 milhões de reais.

A Tenda, braço voltado para a baixa renda da companhia, foi mais uma vez a principal vilã para o resultado ruim apresentado pela companhia. Somente ela foi responsável por um prejuízo de mais de 43 milhões de reais no primeiro semestre.

CR2

A CR2 registrou prejuízo de 14,2 milhões de reais no primeiro semestre do ano, apesar da perda, o montante 42% menor que o prejuízo apresentado pela construtora nos seis primeiros meses do ano passado.

No mesmo período, a receita da companhia cresceu mais de 40%, totalizando cerca de 110 milhões de reais.

Tecnisa

A Tecnisa registrou prejuízo de 8,7 milhões de reais no primeiro semestre do ano, ante lucro de 126 milhões de reais acumulado no mesmo período do ano passado.

O resultado negativo foi reflexo do prejuízo apresentado pela construtora no primeiro trimestre do ano de mais de 11 milhões de reais, uma vez que no segundo trimestre, a Tecnisa registrou lucro de 2,6 milhões de reais.

Nos três primeiro meses do ano, a ausência de lançamentos da construtora impactou as vendas que, por sua vez, refletiu negativamente nos ganhos da Tecnisa.

Empreendimento da Viver será o primeiro de Minas Gerais a ter gás natural

terça-feira, abril 26th, 2011

O Mirante do Sol está sendo construído em Nova Lima (MG) e suas seis torres receberão o gás natural pela rede de distribuição da Gasmig, o que significa mais segurança, economia e conforto para os moradores.

A incorporadora e construtora Viver fechou um acordo com a Gasmig para fornecimento de gás natural para o Mirante do Sol, que está sendo construído em Nova Lima. O empreendimento será o primeiro do Estado de MG a contar com este tipo de abastecimento. O Mirante do Sol possui seis torres, num total de 288 apartamentos e todos eles receberão gás natural direto da rede de distribuição da Gasmig, com fornecimento contínuo.

“Optamos pelo gás natural porque temos uma preocupação cada vez maior com o meio ambiente e também porque ele oferece inúmeras vantagens para o morador, por ser mais seguro e econômico. Como é mais leve do que o ar, ele dissipa rapidamente na atmosfera, reduzindo os riscos de explosão em caso de vazamento. Além disso, também há segurança porque chega direto para o morador pela rede de distribuição da Gasmig e, portanto, não há estocagem no empreendimento. Há que se considerar ainda que ele é mais limpo que o GLP, o que, além de ajudar o meio ambiente, também quer dizer maior durabilidade e facilidade de manutenção dos aquecedores, dos fogões e demais utensílios que usam gás”, explica Enzo Riccetti, diretor de Incorporação da Viver

O gás natural é uma alternativa mais eficiente e barata, se comparada com a energia elétrica e o gás liquefeito de petróleo (GLP). Além disso, o consumidor paga apenas o que consumiu, baseado na leitura mensal da medição e com preço tabelado pelo Estado e os prêmios (custos) de seguro de imóveis que utilizam gás natural são menores. Tudo isso significa economia para o morador. Outro ponto a favor do gás natural é que a distribuição é contínua, o que dá mais conforto ao morador, que não precisa se preocupar em comprar ou estocar gás em casa. O gás natural é amplamente utilizado em residências em São Paulo e no Rio de Janeiro e tem se expandido também no sul do país.

Um outro exemplo da vantagem do gás natural é o aquecimento de água. Por meio de um aparelho que produz calor pela queima de gás natural a água é aquecida e, se a rede hidráulica estiver interligada, com apenas um aquecedor é possível ter água aquecida em diversos pontos da residência: no chuveiro, nas pias do banheiro e da cozinha, nas duchas higiênicas, no tanque e na máquina de lavar.

Viver- Com sede em São Paulo, a Viver está presente em várias cidades brasileiras. Desde 2007 a empresa negocia ações na Bolsa de Valores e está incluída no Novo Mercado, nível mais elevado de práticas de governança corporativa.

Em seus quase 20 anos, a empresa já lançou mais de R$ 8 bilhões em valor geral de vendas, correspondendo a 32 mil unidades. São mais de 3 milhões de metros quadrados entregues em empreendimentos que vão do altíssimo padrão até o econômico, nos segmentos residencial, comercial, de turismo e loteamentos. Por sua destacada atuação recebeu mais de 25 importantes prêmios.

Reestruturada, Inpar agora é Viver

quarta-feira, abril 6th, 2011

Após dois anos de reestruturação, a empresa mudou seu nome e continuará participando de todas as fases de incorporação imobiliária.

Há dois anos, após a entrada da Paladin Realty Partners no controle acionário da Inpar, a empresa implantou um profundo processo de reestruturação financeira e organizacional. Este amplo processo elegeu focos prioritários, como uma gestão financeira mais conservadora, a transparência e o aprimoramento de processos, a seleção de mercados estratégicos prioritários para atuação e, também, o aperfeiçoamento do relacionamento com clientes.

Atuando há duas décadas, a Inpar conta com um histórico bem-sucedido em questões como métodos construtivos e expertise no desenvolvimento de produtos pioneiros. Os condomínios-clubes, flats, vilas residenciais e o segmento econômico, quando o mercado sequer tratava do assunto, são exemplos deste pioneirismo. São 32 mil unidades lançadas em diferentes cidades brasileiras, mais de 3 milhões de metros quadrados entregues e 10 mil clientes. Uma história respeitável. Os últimos resultados já demonstraram o acerto na estratégia de renovação para continuar crescendo e evoluindo.

“O processo de transição de uma empresa deste porte e com este histórico foi minuciosamente planejado. Temos como premissa básica a constante evolução em busca do aprimoramento contínuo, portanto, concluímos uma importante etapa em nossa estratégia, mas não acabamos por aqui. Este é um amplo trabalho para o qual contamos com ótimos profissionais, além da contratação de consultorias especializadas, e juntos transformamos a Inpar em uma nova empresa. O que acontece hoje é a divulgação da nova marca, mas ela é apenas uma chancela de todo o trabalho realizado, pois hoje somos uma companhia erigida sobre uma importante história de quase duas décadas, e uma nova empresa precisa de um novo nome.” – explica Alvaro Simões, presidente da agora Viver.

Um forte investimento na gestão de pessoas, o desenvolvimento e o aprimoramento de áreas como a comercial, negócios, relacionamento com o cliente, sustentabilidade e ainda a sua própria empresa de vendas, são alguns exemplos de que hoje a Inpar de fato é uma nova empresa. O próximo e importante passo será a implantação do projeto SAP, previsto para o segundo trimestre de 2011, que agregará maior excelência nos processos de gestão empresarial, indispensável para uma companhia que é considerada uma das maiores do mercado brasileiro.

Planejamento com visão em longo prazo- Alvaro Simões relata que hoje a empresa está melhor preparada para atuar em seu mercado e crescer. Respeitando a adoção da gestão conservadora do caixa, seu planejamento adota uma visão futura de longo prazo. “Hoje não buscamos ser a maior incorporadora e construtora do País, mas temos obsessão por nos transformarmos em uma empresa admirada pelo seu profissionalismo, resultados e transparência; uma empresa que atenda plenamente às expectativas de nossos acionistas, funcionários, fornecedores, bancos, das comunidades em que atuamos e especialmente dos nossos clientes. Podemos dizer que duas palavras traduzem bem este novo momento da empresa: renovação e competência.” – diz Alvaro. A empresa traçou metas para o futuro e elegeu os valores fundamentais para essa transformação, entre eles o comprometimento com os resultados, sejam estes financeiros ou de qualidade.

“A Viver continuará participando de todas as fases da incorporação imobiliária da aquisição do terreno, desenvolvimento do projeto, realização das obras à venda das unidades, mas agora dentro de um novo padrão de qualidade e processos diferenciados. Para os atuais clientes da companhia, é importante explicar que todos os projetos continuam normalmente”. – diz Alvaro.

A nova marca é resultado de um processo de mais de dez meses de trabalho que contou com a consultoria da LED, empresa especialista em branding. Segundo Alvaro, dezenas de opções foram avaliadas, mas a preocupação constante e que norteou essa escolha foi qual verdade teríamos por trás da nova marca, de que modo traduziríamos essa nova forma de atuação da empresa. Desse intenso trabalho surgiu a marca Viver e também a nova assinatura da empresa: Sua vida move a nossa.

Lançamento da marca - A nova marca é resultado de um processo de mais de dez meses de trabalho que contou com a consultoria da LED, empresa especialista em branding. Segundo Alvaro, dezenas de opções foram avaliadas, mas a preocupação constante e que norteou essa escolha foi qual verdade teríamos por trás da nova marca, de que modo traduziríamos essa nova forma de atuação da empresa. Desse intenso trabalho surgiu a marca Viver e também a nova assinatura da empresa: Sua vida move a nossa.

“O que move nossa empresa, nosso trabalho diário, é exatamente a vida das pessoas. Quando nossos clientes mudam ou casam, saem da casa dos pais, têm filhos, passam a ganhar mais e querem investir, nós estamos e estaremos ao lado deles e muito nos honra fazer parte deste momento tão importante: a realização do seu maior sonho, seu novo lar. É isso que move a nossa empresa. Para fortificar essa ideia de mudança, de inovação, de evolução, estamos vivendo um tempo em que mudar e evoluir faz parte da vida de todos. Percebemos que é do movimento de mudança da vida, do viver, que vem a força da nossa empresa. Surgiu aí a nossa nova marca Viver, cujo conceito Sua vida move a nossa, sela este momento da Companhia.” – explica Alvaro.

“A empresa tem um excelente histórico de qualidade e expertise técnica, mas queremos frisar que nesses últimos anos também estabelecemos novos valores. Não pararemos aqui, os hábitos e necessidades de nossos clientes continuarão evoluindo e estaremos prontos para atendê-los. O nosso compromisso de renovação é profundo para que possamos ser uma empresa cada vez melhor dia após dia.” – afirma Alvaro.

A campanha publicitária que apresentará a marca Viver para o consumidor estreia hoje em TVs, jornais, impressos e internet, assim como o novo portal da companhia que apresenta uma particularidade interessante em seu endereço www.viver.com.vc.

Em seus plantões de vendas e obras, a mudança será gradativa, mas em seus próximos lançamentos e ações de marketing dos produtos já lançados, a Viver passa a ser a assinatura da companhia.

Informações complementares - Com sede em São Paulo, a Viver está presente em várias cidades brasileiras. Desde 2007 a empresa negocia ações na Bolsa de Valores e está incluída no Novo Mercado, nível mais elevado de práticas de governança corporativa.

Em seus quase 20 anos, a empresa já lançou mais de R$ 8 bilhões em valor geral de vendas, correspondendo a 32 mil unidades. São mais de 3 milhões de metros quadrados entregues em empreendimentos que vão do altíssimo padrão até o econômico, nos segmentos residencial, comercial, de turismo e loteamentos. Por sua destacada atuação recebeu mais de 25 importantes prêmios.